19 de junho de 2010

-Desde quando é que escolheste o teu namorado em vez da tua melhor amiga?

-A partir do momento em que a minha melhor amiga disse que não queria saber de nada, que se esta a cagar,  e esta completamente diferente da pessoa que eu conheci

-Da pessoa que te encobria da tua própria estupidez e que perdoava todos os erros cegamente.
 Cansei de fechar os olhos!
 Não te vou aconselhar a algo que te faz mal.
 Nem te perdoar o imperdoável.
 Se queres uma fã ou alguém que te siga muito bem.
 Ficas com a Cris e esqueces me.
 Se queres uma verdadeira amiga tinhas me a mim,
 mas já não tens.
 E no dia em que o teu namorado te deixar, te bater ou te humilhar não me vou rir.
 Vou te apenas dizer : A historia repete se e eu avisei te.
 O que tu fizeste Sara não se faz
 e foi algo que me prometeste nunca fazer.
 Quebraste a tua promessa.
 Pois agora eu quebro os laços de carinho e amizade que tivemos durante 9 anos.
 Já perdoei demais, isto foi a gota de água.
 Boa sorte na tua vida de falsas amigas e namorados agressivos.
Fica sabendo que o meu número de telemóvel é o mesmo.
Há que ter coragem para fugir as vontades de vez em quando e apenas fazer a coisa certa. Não somos só nós no Universo, há pessoas em jogo as quais não podemos fugir. E os plurais e singulares deste pedaço de terra tornam se vulgarmente nossos, sem dar pelos ponteiros do relógio. Não sei do meu casaco, tenho de sair. Onde está o meu casaco? Procuro o amanhã. O dia já tarda e a noite balança nas portas do horizonte. Tenho gente a minha espera, levo outro casaco que não o meu. Que remédio! Que remédio fazer o que devemos e não o que queremos. Que remédio tenho eu de não levar o meu casaco.

18 de junho de 2010

Someone to hold my hand
I'm falling as fast as possible,
I don't know when this hole ends,
But i don't want to find out.
Can anyone tell me the way,
this life is shutting me out,
i'm so mad at the world
so hurt, so sore.
 you lie to me everyday
 breathing
 being alive
 because life is a lie
 and yours is a stone in my
 way
 because everyday single day you live
 i believe a little bit more
 and keep hoping
 that tomorow
 you won't wake up at all

As ações do teu subconsciente... e tudo se resume as Entrelinhas da Tiróide.

17 de junho de 2010

Chegamos de manhã e ainda aqui nos encontramos.
As paredes brancas estão arranhadas pela loucura.
A cama nua coberta de sémen e outros fluidos.
Os lençóis jazem no chão.
Sangue aqui e ali, pequenas e deliciosas gotas no chão de madeira.
A janela foi deixada aberta para os sádicos espectadores e as cortinas esvoaçam, já meias rasgadas.
Quarto de prazeres extremos, em que qualquer tipo de restrições ou limites são deixados fora da porta.
A criatura, exausta e exasperada, encostada a uma parede espera que as mãos que há segundos lhe escorregaram pelo corpo regressem.
Esta noite o prazer é meu. Fodo-te, rego te com gasolina e deixo te com a memória da faísca do meu isqueiro.
Já tenho o que queria de ti.

11 de junho de 2010

Mulher,
Obra de arte descartável, objecto de desejo, ora pedaço de papel ora pedaço de carne, despedaçável de forma inteligível.
Camisa de forças das minhas forças, pecado de meus erros, Julieta em farrapos de luxuria.
Dissabor de noites amargas, esperas prolongadas, promessas sem fim.
Ilusão iludida, alma incompreendida, fuga de traições.
Em ti me perco, em ti me encontro, em ti me sinto e em ti existo.
Melhor viver por ti que para ti, melhor do que sofrer sozinho.
Companhia de tentações, usada e trocada por perdões, apostada por orgulho.
Álcool de palavras, mal usadas, acorrentadas, exageradas e sem fim.
Mantenho as minhas mentiras, uma por outra, em ti e para ti debitadas para que aja a certeza de eu ser homem e  tu corpo meu.
Silhueta bonita, que nua esperas pela minha vinda , numa cama fria sem uso de ti.
Porque me amas mulher? Porque me queres? Porque me segues? Porque te enganas?

9 de junho de 2010

Horas e horas num fio de água que insiste em correr sem cessar. Gota a gota transbordando. Uma explosão de exaustão, mal silenciada, talvez numa falhada tentativa de corrupção, evoluída para raiva em flor. Pontos e remendos numa boca sem remédio, salivando de fome e sede insaciáveis. O desejo incontrolável é processado e restringido a contenção vigiada. Por outros lados, suicidas planeiam exterminar a cobardia da omissão pela arte da matança, ou pelo politicamente correcto e pseudo punível homicídio.
adoro esta sociedade de jovens velhos relacionados com velhos jovens que insistem em dizer que sabem sem saber.

5 de junho de 2010

Mentes loucas e sociopatas, com macacos pela trela, na minha rua ou na tua, envergando colares com glóbulos oculares e peles das suas vitimas.
Tudo faz parte da fantasia do espelho. Da oportunidade para ultrapassar Deus. De te dar a mão por um segundo. Acreditar que há loucos debaixo do tapete.
E tudo num desespero suspirando pela a tua atenção.
Uns sufocam se em espartilhos, outros esticam se em saltos altos.
Seja de qualquer forma ou jeito, já é espaço de tirares as almas do armário e perderes a gaveta das meias. De te fazeres possível para me ganhares direito de propriedade.

4 de junho de 2010

O copo parte se, desfaz se na areia com a lentidão do tempo nos desertos. A dor emocional da múmia exagera se. Pura arte rejuvenescida. Quase perfeito malabarismo. De mão dada com a ampulheta corre em prados verdes. Uma experiência intelectualizada que necessita de vigia constante. Sem parar de correr. Puro ciclo vicioso de decadência humana... Ai como seria se não houvesse Deus algum! Se apenas o destino controlasse a mão e a mão controlasse o destino. Estou demasiado bebida com o álcool errado.

2 de junho de 2010

A tua distancia descalibrada e desequilibrada com essa mesma companhia diária desagrada me. Entre nós não há o que haver, e a sopa esta a esfriar. Não há amanha para a sobremesa. E eu consumo me em erros e vontades para me esquecer do prato principal. Mas volto para tocar piano todas as tardes contigo. Se ao menos tivesse corrido mais depressa, chegado mais longe, chegado primeiro. Talvez.... não! E até se calhar poderíamos comprar numa sex shop um candelabro de duas extensões, que se fariam então três, e o escondêssemos debaixo do casaco. Mas não daria... só há espaço para uma vela na mesa de jantar. E à noite poderíamos ouvir aquela musica em silencio mas não escapas às vozes da consciência moral. Poderias até mudar de trajes, mudar os olhos, virar mulher, não escaparias a queda no poço recheado de livros, pena e papel para amparar a queda. Nada mudaria se não o mudasses tu, sendo tu. Estando aqui.

1 de junho de 2010


E eu cansei de te ouvir. Não peças para perdoar. Não há perdão possível. Não peças para esquecer as memórias que não tenho. São anos e anos de ausências, silêncios, aniversários em que me vestias uma personagem que não era eu. Exigências e expectativas demasiado altas para alguém que não eu. Todo um disfarce de anos em que crescia sob a sombra de uma bipolaridade forçada. Não peças para te mostrar a realidade se continuas de olhos fechados. Não vale a pena. Chega! Basta! Cansei de todos esses papéis vitimados em forma de justificar pura ignorância e negligência. Cansei de esperar por um aniversário em que tivesses lá, comigo, e não com outro alguém senão eu. Fecha a porta e cala a boca, gastaram se todas as palavras. Não me és nada. Fica nesse canto a espera de morrer que eu fico neste com sede de te matar.

Ode a amada mãe de mim




Grito ecoa pelas paredes... mas tu não vens. Continuas sentada nessa cadeira. Calada. Desprezível. Mesquinha. Exemplo perfeito de desistência na evolução primata.
Odeio ter rasgado o ventre que me trouxe ao mundo só por ser o  teu ventre. Não quero que sejas parte de mim, já que não sou parte alguma em ti. Não te quero conhecer embora te saiba de cor. E mesmo querendo impeço me de te abandonar. Odeio amar te. Odeio amar uma criatura intelectualmente inferior e mentalmente débil como tu. Velha carcaça que nunca conheceste amor, pois és incapacitada de sentir. O que entendes por amor é a tua drogada dependência. Dependência dele que é o teu tudo. Dependência de mim que acidentalmente vim ao mundo e de quem te serviste como muleta, muleta de ti, do teu vazio e da sua ausência. Dentro destas paredes, prisão de loucuras, escapa me a sanidade a cada dia que partilho contigo. A tua loucura é contagiosa, pegajosa, mas sei que não acabarei como tu. Há perto da tua cadeira a uma porta e eu passarei um dia. De vez, essa porta. Acredita que se olhar para trás é por compaixão do meu amor forçado pela natureza daquilo a que se chama filha, palavra cujo significado nunca assimilaste. Mas não te desejo mal, na verdade não te desejo nada.
Desejo nos distancia, para que possa abrir as asas e desprisionar me da tua louca dependência. Da minha crédula e ingénua compaixão. Da esperança que um dia assimiles a natureza.

29 de maio de 2010

De que serve ser se realmente alguém, mesmo sozinha, realmente pessoa, ser, criatura, criança, menina, mulher, se ao fim e ao cabo tudo isto se resume a ignorância e invisibilidade?
De que serve acumular todas as sensações possíveis e tirar prazer dos poucos segundos de felicidade se esses segundos são tão poucos e inconsequentes?
Para que questionar se nunca haveriam respostas?
Há quem se pergunte "Quem sou?" "Onde estou?" "Para onde vou?", pensando se inteligente e filosofo mas na verdade sendo um grande desperdício de tempo e espaço.
A vida não é para ser pensada! é para ser sentida. E já ninguém se sente.
Ser se boa menina e segui as regras e morais não leva a nada! eu não as sigo,E eu sou pessoa! alguém! mas de que serve rechear me de tudo o que se procura se quando me encontram não me dizem "Até amanhã".
Cansei de ser quem sou e não me posso fugir. Cansei de viver cada dia como se o mundo acabasse amanha... pois isso não mais me da proveito e prazer. Pois nada é proveitoso sozinha e intocada.

28 de maio de 2010

nao sei o que me leva a pensar que posso atingir o inalcansavel...
talvez seja a fraca ilusao de poder tocar.. de ja ter tocado...
talvez seja o gosto da queda abismal
Falo te...  fico feliz, não alegre, feliz! feliz só por te falar. e falo e falo, falo mais e falo do te que falei. e falo do que me falaste. e feliz, nao contente, feliz, muito feliz! comento e sonho. sonho e sou feliz. sonho do que falei e comentei e sonho ainda mais. e depois leio, e escrevo e caio na minha realidade... felicidade fugaz de pouca dura.. que volta sempre que falo mas nao mais do que um dia perdura... e sinto me triste... realmente triste... sem ter, nao só o que quero, ou como quero, mas sim sem ter o que urgentemente preciso.

tenho urgencia de satisfazer esta necessidade de ti. nao é capricho ou vontade banal.. é urgência... Tão urgente como o destino. urgencia urgente. que sufoca, que esmaga.

nao me ouves e eu nao te vejo. nao te ouço e nao me ves. nao falamos, apenas deixamos rapidos recados que servem para iludir o esquecimento e embelezar o acaso. eu tenho urgencia que nao seja apenas um acaso. porque aos meus olhos nao é acaso. aos meus olhos nao tem de ser assim. mas eu sou nova, ingenua e esperançosa... que sei eu da vida... que sei eu de ti...

22 de maio de 2010

pagamento atrasado, muitas vezes desfalcado e desproporcional.
para que ser politicamente correcto? para que pensar se demais? porque nao agir e pronto?
consequencias... todos nos as sofremos mas é algo a ultrapassar. porquê nao desenharmos a nossa propria concha de cor de força e com cortinas na parede sem janelas...
porquê apanhar o comboio?
porquê voltar a casa?
cansas me com o teu amor.
sufocas me com a tua devoçao.
entre palavras doces e juras de eterna paixao, acabas com o pouco que ainda sinto por ti.
é tanta a nessecidade de companhia,~de acreditaçao, desse pedacinho de sentimento de estimaçao, que procuras em mim algo que se estende para alem da razao do razoavel e que em mim nao iras encontrar.
es ingenua e eu velho... nada do que queres tenho para te dar.. mas sou egoista demais para te largar...
amar é algo mais, para compensar a fugaz paixao, consumida por tedio poetico e tesao.
pois no fim tudo o que resta sao as palavras silenciadas e dois corpos nus extasiados...
e a tua desiluçao em algo que viste e acreditaste mas nao passa de miragem.
nao te esforces, espera... talvez um dia alguem te ame,
talvez morras de amor por alguem que te despreze.
talvez morras pela exaustao da procura... ou pelas maos de quem te encontrar.

17 de maio de 2010

Ornatos Violeta - Ouvi Dizer

Ouvi dizer que o nosso amor acabou.

Pois eu não tive a noção do seu fim!

Pelo que eu já tentei,

Eu não vou vê-lo em mim:

Se eu não tive a noção de ver nascer um homem.

E ao que eu vejo,

Tudo foi para ti

Uma estúpida canção que só eu ouvi!

E eu fiquei com tanto para dar!

E agora

Não vais achar nada bem

Que eu pague a conta em raiva!

E pudesse eu pagar de outra forma!



Ouvi dizer que o mundo acaba amanhã,

E eu tinha tantos planos pra depois!

Fui eu quem virou as páginas

Na pressa de chegar até nós;

Sem tirar das palavras seu cruel sentido!

Sobre a razão estar cega:

Resta-me apenas uma razão,

Um dia vais ser tu

E um homem como tu;

Como eu não fui;

Um dia vou-te ouvir dizer:

E pudesse eu pagar de outra forma!

Sei que um dia vais dizer:

E pudesse eu pagar de outra forma!



A cidade está deserta,

E alguém escreveu o teu nome em toda a parte:

Nas casas, nos carros, nas pontes, nas ruas.

Em todo o lado essa palavra

Repetida ao expoente da loucura!

Ora amarga! Ora doce!

Pra nos lembrar que o amor é uma doença,

Quando nele julgamos ver a nossa cura!
sou boa demais... ou nunca boa o suficiente... porque é que nunca chega?
eu tento ate á exaustao... mesmo quando me mandam parar... mesmo quando eu mesma me mando parar pois ja piso o limite do ridiculo nas minhas tentativas paradas... poias nunca da em nada... pois dou tudo e nao recebo nada... nao mereço nada... nunca mereço nada... sou sempre a infeliz posta de lado mesmo quando se pensa que estou no centro. nunca ninguem me conhece... nunca ninguem se da ao trabalho de querer saber mais... e sou ridicularizada e substimadas por verdades disfarçadas de piadas que no fundo sao ao que tento fugir... nunca sou boa o suficiente a nada... posso sempre fazer melhor e no meu melhor nao chego a atingir o que querem... tenho sempre a obrigaçao de estar a espera.. pronta e sabida do que se segue... sou um claustro de defeitos e desilusoes em forma de borboletas que voam para longe, que fogem de mim... sinto me a piorar e esmorecer a cada dia que passa... o meu velho peso transborda do copo para o corpo... e enquanto as minhas maos tremem e o meu corpo cede de esforço abandonam me porque sou demais... demasiado boa... demasiado perfeita... demasiado pesado como carga a transportar... tiro o sono, levo a alma... amam me demais mas nao podem... nao aguentam... e voltamos ao mesmo... esforço me por nao ser boa... e ai exigem me a excelencia... a quem se admire de me ouvir a desparatar... pois tal genio nao se devia dar ao desplante... a quem se admire de me ouvir falar de algo com clareza e logica... a dizer algo inteligente... foi pobre alma como a minha nao sabe onde aquilo buscar... que mais querem de mim? QUE MAIS PRECISAM QUE DE?? NAO CHEGO OU SOU DEMAIS?? CEDO OU LUTO?? OBEDEÇO OU MANDO...?... o que for... mas nao me façam mais adivinhar... porque eu ja bati no fundo... e eu quero sair... por favor DEIXEM ME SAIR!! alguem me de a mao sem segundas intençoes... alguem me levante sem me julgar... que me julge sem me desacreditar... que nao me faça sentir pena ou tonelada... que me deixe existir sobre um proposito... longe da dor e da confusao fracassada de tentativas que sou eu.

Go Go Dolls Iris

And I'd give up forever to touch you


Cause I know that you feel me somehow

You're the closest to heaven that I'll ever be

And I don't want to go home right now



And all I can taste is this moment

And all I can breathe is your life

Cause sooner or later it's over

I just don't want to miss you tonight



And I don't want the world to see me

Cause I don't think that they'd understand

When everything's made to be broken

I just want you to know who I am



And you can't fight the tears that ain't coming

Or the moment of truth in your lies

When everything feels like the movies

Yeah you bleed just to know you're alive



And I don't want the world to see me

Cause I don't think that they'd understand

When everything's made to be broken

I just want you to know who I am



(break and solo)



And I don't want the world to see me

'Cause I don't think they'd understand

When everything's made to be broken

I just want you to know who I am



And I don't want the world to see me

'Cause I don't think that they'd understand

When everything's made to be broken

I just want you to know who I am



I just want you to know who I am

I just want you to know who I am

I just want you to know who I am

29 de abril de 2010

não quero estar sozinha. mas não quero ter por perto alguém que não se importe. não quero ter alguém que pode ou não pode. quero alguém que não se preocupe... mas que se importe. e para quem eu tenha importância. alguém com quem o assunto nunca acabe. e com quem chorar e rir seja algo natural. alguém com possa contar para o bem e para o mal... alguém que me diga alguma coisa importante. que me queira conhecer e não se esconda. que me acorde para a vida sem me deitar abaixo. que não me magoe quando me quer ajudar. e que não me sufoque quando preciso de estar sozinha. mas que mesmo me deixando sozinha se mantenha lá. que esteja sempre lá. a distancia de uma palavra. que me trate com afecto. que se importe e me deixe importar. e não o faça durante os tempos e depois me deixe cair.
ou se calhar quero ninguém, pois esse alguém não existe.

Eminem feat.Dina Rea - Superman

[Intro]

Oooooh
You high baby
Yeah
Ya'
Talk to me
You want me to tell you something
Uh-huh
I know what you want to hear...

Cause, I know you want me baby, I think I want you too

"I think I love you baby", I think I love you too
I'm here to save you girl, come be in Shady's world
I want to grow together, let's let our love unfurl
You know you want me baby, you know I want you too
They call me superman, i'm here to rescue you
I want to save you girl, come be in Shady's world
"Ooooh boy you drive me crazy", bitch you make me hurl...

They call me superman, leap tall hoes in a single bound

I'm single now, got no ring on this finger now
I'd never let another chick bring me down, in a relationship
Save it bitch, babysit, you make me sick
Superman ain't savin' shit, girl you can jump on Shady's dick
Straight from the hip, cut to the chase, I tell a muthafuckin' slut, to her face
Play no games, say no names, ever since I broke up with what's her face
I'm a different man, kiss my ass, kiss my lips, bitch why ask
Kiss my dick, get my cash, i'd rather have you whip my ass
Don't put out, i'll put you out, won't get out, i'll push you out
Puss blew out, poppin' shit, wouldn't piss on fire to put you out
Am I too nice, buy you ice, bitch if you died, I wouldn't buy you life
What you tryin' to be my new wife, what you Mariah, fly through twice...

But I do know one thing though, bitches, they come they go

Saturday through Sunday, Monday, Monday through Sunday yo'
Maybe i'll love you one day, maybe we'll someday grow
Till then just sit your drunk ass on that fuckin' runway ho'...

Cause I can't be your Superman

Can't be your Superman
Can't be your Superman
Can't be your Superman
I can't be your Superman
Can't be your Superman
Can't be your Superman
Your Superman, your Superman...
Don't get me wrong, I love these ho's

It's no secret, everybody knows
Yeah we fucked, bitch so what, that's about as far as your buddy goes
We'll be friends, i'll call you again, i'll chase you around every bar you attend
Never know what kind of car i'll be in, we'll see how much you'll be partying then
You don't want that, neither do I, I don't want to flip when I see you with guys
Too much pride, between you and I
Not a jealous man, but females lie
But I guess that's just what sluts do, how could it ever be just us two
I'd never love you enough to trust you, we just met and I just fucked you...

But I do know one thing though, bitches, they come they go

Saturday through Sunday, Monday, Monday through Sunday yo'
Maybe i'll love you one day, maybe we'll someday grow
Till then just sit your drunk ass on that fuckin' runway ho'...

Cause, I know you want me baby, I think I want you too

"I think I love you baby", I think I love you too
I'm here to save you girl, come be in Shady's world
I want to grow together, let's let our love unfurl
You know you want me baby, you know I want you too
They call me superman, i'm here to rescue you
I want to save you girl, come be in Shady's world
"Ooooh boy you drive me crazy", bitch you make me hurl...
First thing you say, "I'm not fazed, I hang around big stars all day

I don't see what the big deal is anyways
You're just plain old Marshall to me"
Ooh ya' girl run that game
"Hailie Jade, I love that name, love that tatoo, what's that say"
"Rot in pieces, uh, that's great"
First off you don't know Marshall, at all so don't grow partial
That's ammo for my arsenal, i'll slap you off that barstool
There goes another lawsuit, leave handprints all across you
Good Lordy whoadie, you must be gone off that water bottle
You want what you can't have, ooh girl that's too damn bad
Don't touch what you can't grab, end up with two backhands
Put anthrax on a tampax, and slap you till you can't stand
Girl you just blew your chance, don't mean to ruin your plans...

But I do know one thing though, bitches, they come they go

Saturday through Sunday, Monday, Monday through Sunday yo'
Maybe i'll love you one day, maybe we'll someday grow
Till then just sit your drunk ass on that fuckin' runway ho'...
Cause, I know you want me baby, I think I want you too

"I think I love you baby", I think I love you too
I'm here to save you girl, come be in Shady's world
I want to grow together, let's let our love unfurl
You know you want me baby, you know I want you too
They call me superman, i'm here to rescue you
I want to save you girl, come be in Shady's world
"Ooooh boy you drive me crazy", bitch you make me

Cause I can't be your Superman

Can't be your Superman
Can't be your Superman
Can't be your Superman
I can't be your Superman
Can't be your Superman
Can't be your Superman
Your Superman, your Superman...

Cause I can't be your Superman

Can't be your Superman
Can't be your Superman
Can't be your Superman
I can't be your Superman
Can't be your Superman
Can't be your Superman
Your Superman, your Superman...

17 de abril de 2010

odeio te
levas me ao desepero.
poes me fora de mim.
poes me em lagrimas.
e preciso te quanto... mas porque raio preciso tanto de ti na minha vida??
eu nao quero isto. chega...
incrivel que mesmo quando acaba as coisas nao param... e tornam se nesta bola de neve gigãnte que me esmaga
eu quero fugir daqui
o pior que fiz foi conhecer te... e nem sei se seria impossivel vivewr sem ti...
mas nao quero sequer saber...
so sei que perdi a liberdade de experimentar... e de ser jovem outra vez...
FALA HOMEM!!!


CARALHO!!

nao tens nada para me dizer ?

nada

a nao ser palavras bonitas que se esgotam depressa?

nao tens nada para dizer a mulher de quem tanto gostas?

vais deixar que nos resumamos a silencios tristes?

agora?? logo agora que cai em mim... e me vi dentro de uma gaiola. ... sendo publico mudo do teu silencio calado e ensurdecedor

11 de abril de 2010

e pronto... acabou... e em vez de ficar aliviada.. ainda pus um maior peso em cima de mim

10 de abril de 2010

nao. eu nao quero, eu nao quero, EU NAO QUERO!!!
tirem me daqui
quero desaparecer
mas porque?
so quero saber porque!
porque tem de ser assim? porque nao é simples.
e calem se as bocas metediças... quero ser eu a arranjar respostas.. estou farta de dar ouvidos e ver me encurralada num buraco.
tambem isto nao seja melhor para mim, talvez sozinha seja o meu lugar... eu so saber porque e deixar de o ver em ti.

9 de abril de 2010

e agora sarada vejo,
o universo que nos separa,
e com o coraçao nas maos beijo,
os pedaços de vidro partido,
em que caminho na direçao do nevoeiro,
esperando recuperar o que me foi roubado.
mas por que é que eu choro?
porque é tudo tao doloroso e quase insuportavel?
porque é que estou colada ao chao a espera... a espera de nada.
de nada, ar e poeira... aprtir de agora para sempre...
estou perdida....................

8 de abril de 2010

como eu sou fanatica pelo meu signo e estou sempre a procura de algo giro sobra ele aqui esta a mais completa e resumida definiçao de escorpiao.

Escorpião


Incapaz de viver muito tempo na calma, apaixonado por transformações, é ansioso e exigente. Não lhe falta resistência nem energia e dá tudo de si em situações difíceis. Sente-se diferente dos outros, tem dificuldade em se integrar, ainda mais porque raramente está livre de tensão.



Lúcido, espírito penetrante, crítico e perspicaz. Percebe nos outros o "defeito da couraça". Determinado, concentrado, confiante. Não se deixa influenciar, manda na sua vida, portanto é responsável pelo que lhe acontece. Pode elevar-se ou decair.



Não gosta de ser contrariado, nem que indaguem dos seus motivos. Força situações, perspicaz, sutil, ardente, leal. Ajuda-se, se quiser, e aos outros. Vingativo, antagônico, sarcástico, violento. Auto-respeito, não se preocupa com o que os outros pensam, pois tem boa opinião de si. Tem como garantido. Bom julgamento. Também quer segurança emocional. Tudo ou nada. Ar impenetrável, face de jogador de pôquer. Não esquece quem lhe ajuda, nem quem lhe prejudica.



Pode prejudicar a saúde com atividade derrotista, melancolia, excesso de trabalho ou de qualquer coisa. Poder de recuperação surpreendente. Garganta, nariz e órgãos reprodutores vulneráveis, varizes e hemorragias nasais.



Seus desafios são constantes, principalmente nas áreas financeiras e sexual. Deve aprender a dar, receber e compartilhar recursos e prazeres. Ambicioso não aparente, espera oportunidade e pega-a imediatamente. Se usar seu grande potencial pode tornar-se pessoa influente.





Corpo: Vigoroso e magro, de estatura media; porte robusto. Olhar magnético, linguagem envolvente. Ritmo biológico acelerado; energia concentrada na expressão física, inquietação motora. Atrai acidentes e morte brusca. Propensões auto destrutivas com grande poder regenerativo.

Referência anatômica: genitais.



Remédio de fundo: calcaria sulfúrica.

Ervas harmonizantes: ginseng, guaraná, manjericão.

Incensos: Almíscar, Ópium e Eucalipto.



Psique: Ação das emoções sobre a base corporal. Inserção rebelde do ego aos contextos convencionais. Reflexos rápidos e audácia provocativa; caráter anti-conformista e criativo. Temperamento vital-motor; humor paradoxal. Pensamento engenhoso, de fluxo intermitente e conteúdo experimental; concentração dispersiva, memória seletiva. Gostos elaborados, hábitos inusitados; moral transformadora. Impulsos primários de rebelião criativa. Tendência à imprudência.



Afetividade: Sensível, inconstante e erótica. Sensualidade experimental intelectualizada. Paixões ardentes e possessivas; emoções e sentimentos poderosos e imaginativos. Busca do novo e impensado. Amor ciumento, obstinado e rancoroso

7 de abril de 2010

Sinto me triste. Tão triste. Se calhar os outros tem razão. Sou capaz de ser bipolar. A verdade é que sou uma montanha russa de emoções e atinjo extremos opostos com uma velocidade sobre-humana. Mas sinto me triste. Não na fossa mas... triste. Mil e umas coisas correm na cabeça e eu não consigo parar de pensar. E quando penso já se sabe o que acontece. Fico com dúvidas. Duvidas ate das minhas mais fortes certezas. Vejo me num abismo de possibilidades e penso se vou ou não cair. Se devo ou não devo. Se posso ou não posso. Se quero ou não quero. A verdade é que não sei o que quero. A coisas que quero tanto e tão pouco. Que me dizem tanto num momentos e se tornam insignificantes no outro. Isto deve certamente dever se a minha incapacidade emocional que me faz sentir tudo ao extremo mas de uma forma extremamente volátil. Por isso temo tanto ter uma relação fixa e exclusiva com alguém. Tenho medo de a magoar pela possibilidade de num dia a amar profundamente e no momento seguinte não a conseguir ter por perto.

É nestes momentos de escuridão interior que tenho uma maior necessidade de escrever. É sim uma necessidade, pois uso a escrita como mecanismo de defesa, para me defender de mim própria, e todas estas tentativas definitivas de mim própria só servem como ultimo recurso para não me perder.

Sou tantas catarinas numa só. Nem eu as posso contar. Muitas pessoas têm alter egos. Outras múltiplas personalidades. Mas maior parte reflecte se na personalidade dominante ou simplesmente embrenhando se numa doença personalitativa. E eu nem sei se esta palavra existe. Ou se o que escrevo faz sentido.

Só sei que não quero enlouquecer. E tenho imenso medo disso. Muito medo. Não me quero perder de mim própria. Muito menos em mim própria. Não quero olhar no espelho e não me reconhecer ou esquecer quem sou. E há quem diga que sou especial. Há quem diga que sou apenas inadaptável. Eu só acho que sou perdida. Estou diluída em mim mas cada parte esta dividida de forma irremediável. Eu não me consigo fundir numa só pessoa. Eu sou a menina inocente e carinhosa e bondosa e generosa e que confia em toda a gente e acredita no bom das pessoas. E sou a cabra insensível que todos odeiam e que só quer saber de si própria. E depois tenho a rapariga infantil e impulsiva que não tem noção do que faz. E tenho a adolescente rebelde que só se quer libertar. E tenho a filha desesperada por agradar e ser reconhecida. E tenho este eu que escreve sobre a sua vida sem a comandar. Vamos chamar lhe o que sóbrio e lúcido. Eu sou a mais forte e a mais fraca. A mais selvagem e a mais domada. A mais racional e a mais instintiva. Globalmente exausta. Exausta de ser eu. De ser este eu que de tanto pensar se e encontrar se não tem uma vida. Eu desiludo me constantemente. E não dou um passo de que não tema arrepender me. E em momentos sem bem quem sou. noutros... vejo me disso totalmente inconsciente. E há quem diga que um artista é uma alma amargurada mas eu já nem sei se artista é ou quero ser. Tudo o que fiz melhor na vida foi escrever e nem nisso sou realmente boa. Quem quero eu enganar? No meio de todas as minhas mascaras e tentativas de impedir os outros de verem tal como sou, não passo de uma miserável alma perdida a tentar ser algo. Sou uma criatura indefinida. Um bichinho que anda para aqui. Nem sequer a minha letra é coerente quanto mais eu própria. Sou um vício de coincidências, acasos e contradições. E já nem sei do que falo mais. Se calhar estou para aqui a falar e não sou nada. Apenas vomito palavras para o ar. Eu só quero... ser... e ter alguém para o ser comigo... é pedir demais?

6 de abril de 2010

Eu disse-o.
Eu simplesmente disse-o.
Eu finalmente disse-o.
Nunca essa palavra saiu de mim menos permeditada e mais impulsiva.
Eu disse-o.
Olhei te nos olhos e disse-o.
E para ti pode nao significar nada mas para mim significa muito.
Significa a minha recuperação do sentir.
E podes nem dize lo ou retribui-lo, eu disse-o, e fim.
Fim deste horrivel capitulo.

23 de março de 2010

ha coisas estupidas para carago porra!

20 de março de 2010

Já cedi o meu máximo e como boa actriz que sou tenho de me manter forte, aparentemente claro.


Estas palavras, eu não digo a ninguém. Tenho uma imagem a manter. E mesmo que não tivesse e as dissesse ninguém acreditaria.

Sou demasiado fria para tais palavras ou sentimentos.

Tudo o que cedo ou choro não são senão teatros elaborados para aumentar a credibilidade do meu intelecto.

Muito fria, pareço eu, que nunca receio nada. Que sou determinada e forte. Que não choro.

Não choro pouco. Todas as noites imito as 12 fontes que Napoleão ofereceu a Josefina e transbordo amada água.

Muito choro eu, mulher sem coração. Vadia de mil perdões. Puta de horas vagas das palavras dos falsos amantes.

Pura viciada do amor mas que dele nada ou pouco lhe resta.

Desgraçada e desventurada de mil descobertas e amarguras.

Amiga dos inimigos, pura e burra, anticristo que frequenta esquinas dos prazeres carnais e desvairados sem razão do ser, do ter ou do sentir. Princesa virginal de mil amantes profanos.

6 de fevereiro de 2010

Estou presa a uma memoria
que nao me deixa avançar,
estou presa a uma pura ilusao,
evito o obvio,
evito a verdade de o ser.
vejo essa memoria todos os dias,
toco na ilusao,
afinal é real,
sinto te na minha mao,
sei que sim,
sei que estas,
tu minha ilusao,
nunca meu deveras

5 de fevereiro de 2010

Palavras mudas que não se atrevem a se fazerem ouvir com medo de ferir algo ou alguém.


Que tipo de hipocrisia macabra é esta que nos influencia a mentir ou esconder factos ou até a divulgar falsas verdades em prol de algum tipo de valor?

Porque é errado dizer a alguém que é burro, que é falso, que é estúpido, que não tem noção das coisas entre muitas outras verdades insultuosas só porque é conveniente manter mos uma certa imagem contida de simpatia e disfarce?

E com isto não quero dizer que agora deveríamos dizer a toda a gente que se cruza connosco o que achamos no nosso mais intimo gosto. Alias, muitas vezes as nossas opiniões são fundadas por lados tomados, primeiras impressões, conversas desviadas, invejas laterais entre outras tantas cobras da sociedade e do carácter humano.

Sim. No fundo é esse o problema. Influencias.

Eu sou uma pessoa pouco influenciável e bastante influente. Não manipuladora. Influente. As pessoas que me conhecem confiam e acreditam no que digo pois sabem que é sempre fundamentado por algum factor verídico. E sabem que quando me informam que o que digo ou tento fazer acreditar não está certo eu aceito e tento averiguar. Odeio a ignorância por isso odeio estar errada e não digo nada sem o saber certo. Quando disparato faço o numa tentativa algumas vezes falhada de humor.

Mas não faz sentido este tipo de hipocrisias. Se alguém é muito nosso amigo ou familiar ou ate um desconhecido na rua devemos lhes sempre sinceridade! Seja numa pergunta tão simples como " Estou bonita hoje?" ou numa mais complicada como "Será que deverei casar ou não?". Sinceridade acima de tudo. Nunca deveremos dizer que gostamos de alguém se não o fazemos só porque essa pessoa é o namorado ou a grande amiga de uma pessoa importante para nós. Alias, tanto poderemos estar errados como poderemos estar a ver um lado da pessoa que a outra pessoa que conhecemos desconhece. Sinceridade e honestidade são uma prova de importância. É uma prova de que nos importamos e queremos saber. Deixem se de tretas!

E não faz sentido essas tão pretendidas psicanálises de pessoas que pensamos conhecer. A pessoa em questão pode ser o nosso pai ou a nossa melhor amiga ou o nosso marido. Alguém que conhecemos à anos e como a palma da nossa mão podem ter um universo desconhecido por nós que faz parte também do que conhecemos e da pessoa em geral. E nunca as devemos confrontar em público sobre as suas características pessoais. Sempre no privado. Porque aí passamos da estupidez à falta de respeito e esta sociedade de ignorantes, hipócritas e anormais ( pessoas inteligentes e independentes das noções gerais) desaba por completo.

4 de fevereiro de 2010

Estou em piloto automatico. Estou la e nao estou.
Rio me mas nao estou contente.
Choro mas nao estou triste.
Nao ando... deambulo.
Deambulo por ai sem rumo... sem... programaçao.
E quao facil seria se fossemos programados. Determinados.
Se tivessemos realmente um destino e um proposito e um caracter e reagissemos sempre da mesma maneira a todas as situaçoes. Se nascessemos para cumprir uma lista de tarefas ou provaçoes, cumprirmos o nosso papel e depois sermos reciclados.
Mas nao.
Temos de tomar decisoes. Isso pesa. É extremamente penoso e traz uma grande responsabildade. Uma decisao errada pode mudar uma vida.
Isto obriga nos a pensar e ponderar cada momento da nossa vida.
Nao temos uma vida vivida. Vivemos uma vida pensada.
Por isso estou em piloto automatico. Cansada de pensar. Limito me a seguir uma rotina que me limita á interaçao.
A vida é fantastica!

31 de janeiro de 2010

Fantastico! A capacidade das pessoas se auto perdoarem convencendo-se que tem sempre uma razao coerente, algo que justifique o que fazem e que as absolva. algo que lhes alivie a consciencia.
Mas quando sao outros a errar e essas comiseras pessoas a sairem prejudicadas a historia muda. nao ha perdao ou justificaçao possivel que as façam mudar de ideias.
Por que raio as pessoas sao tao intolerantes em coisas tao mesquinhas e depois perdoam coisas que aparentemente nao deveriam ser perdoadas.
Alias.. quem pode falar de perdao? Quem pode decidir o perdao? O que o merece? O que nao o merece? Como e o que fazer para se perdoar?
Penso que o individuo/sujeio da situaçao de erro devia ser o primeiro a culpar se e censurar se e nao a perdoar se de seguida sob falsas razoes mas sim a aprender com o erro. Depois os prejudicados da mesma situaçao deveriam por se no lugar do culpado e tentar perdoa-lo pois orgulho e raiva, vinganças e esquemas, tentativas falhadas de destruir algo na vida de quem nao gostamos ou julgamos negativamente afim de nos sentirmos melhor so impede as relaçoes entre as pessoas. PENSO QUE É MESMO UM DEPERDICIO DE TEMPO E UMA MANIFESTAÇAO DE ESTUPIDEZ E INTOLERANCIA A TENTATIVA DE VINGANÇA OU A MA INTENÇAO.
Nada justifica o nao perdao para com alguem seja qual for a situaçao porque o sujeito que culpamos e rejeitamos pode estar numa posiçao que no futuro nos poderemos encontar.
Será que vale mesmo a pena? Afinal, temos de coabitar...

24 de janeiro de 2010

amar é sentires te doente.
é sentires o coraçao constantemente comprimido.
é estares em constante sofrimento mas feliz por o estares porque sabes que vale a pena...
porque sabes que tudo desaparece quando ves e tocas nessa pessoa, pois tudo gira a sua volta.
tudo depende dela  se ela desaparecesse tu desaparecerias por dentro.
é correres todos os riscos, e desistires de todos os sonhos e seres capaz de deixar todos os que amas para tras so para estares com essa pessoa.
nao queiras amar.
porque amar nao pode ser so actos bonitos e palavras doces. nao é passar eo luar nem sentir saudade antes de deitar.
amar nao é um deporto ou poesia... nao é algo que se explica... vive se... sente se...
quando amas queiras ou nao das te porque perdes controlo do teu movimento para depender da respiraçao de quem amas.
poesia, que desperdicio de tempo!
que desperdicio de paciencia e esforço!
amor... que desperdicio de poesia
nenhuma razao ou juizo vale um segredo,
apenas a confiança constroi essa ponte.

o significado do nada

O significado do nada, se o nada o for, ou o ser do nada existir é basico e resumido.
Nada foi... nada é e nada será.
Seja hoje, ontem ou amanha.
Nada muda, nada sente, nada vê.
Simplesmente nada..
ou será que nao?
Lamento meu amigo,
e as minhas palalavras nao passam de lamentaçoes.
Lamento-te, lamento-me, lamento-nos.
Meu amor, lamento tudo á tua volta.
Meu companheiro, lamento tudo na minha vida.
E lamento lamentar te, e lamento
os lamentos que pronuncio
E lamento nada poder mudar,
e lamento todo o sofrimento vivido,
e lamento o meu amor por ti
e lamento ter te conhecido.
Mas nao lamento termo-nos cruzado,
poi nao teria vivido ou sentido,
e nada haveria a lamentar.
Que temes Senhora?
Que te cobres em seda ,
pegas na espada,
enfrentas a morte.

Que temes Senhora?
Sem receio de dor,
sem receio de morte e sangue,
sem receio de nada.

Temes a jaula, Senhora...
algo que te prenda
e te leve a sentir.
Do you think you live in a fairy tale?
Control the violence in your eyes!
Don't live too fast, take time!
Meet me again, for the first time in a blind date,
Trust me, show me your inside.
Folow your body desires,
Don't show resistance, I'm just mentally instable.
Take it slow, don't be messy!
Look at me like a bloody vampire.
What a black and lost beautiful eyes are yours!
Fucking HardCore detective of lies!
Heart lawyers? What a Fuck?!
You're just all sweet and smoth... STOP!
Love in a DollHouse!
I want a true changele.. a toy...
Just Fun... JUST HAPPY!!!!
   O cheiro que puseste na minha almofada evaporou e os lençois repousam frios e lisos... impassiveis á tua final ausencia.
   Sabes... por fim alcanço que nao se pode recuperar o que nunca foi nosso, por isso me vejo impedida a lutar por ti, ou algo nessa embalagem vazia de ti, pois nunca foste meu nem pertenceste a nós.
   Agora é só erguer a cabeça e deixar me levar pelo vento.
   Tu vieste e foste. O mundo nao pára de girar e eu nao corto a garganta. Outros viram, outros iram.
Meu amor, é a vida.
   E o que custa nao é voltar´a percorrer outro corpo ou sentir outra lingua depois de se estar vazio de amor, é tentar amar... isto nao custa... isso mata...
   E na verdade realista dos dias soltos e inoportunos á inteligencia nao mata, pois no momento em que largaste a minha mao, enterrei meu coraçao e esvaziei o armario dos sentimentos.
   Por isso nao me fales de dor ou sofrimento, se o sentes é porque queres pois és alma livre, cruel, impiedosa, fria e vazia de sensaçoes duradouras, pois o que doi mesmo é perder por outrém a capacidade de se sentir.
Ja nao es musica,
ou chuva,
ou vento,
nada para mim.

Es a Miragem de uma Orquidea Negra,
no deserto ,
sozinha... exilada...

Por isto e por todo o tempo,
nao puxes com a faca,
nao cortes com a corda,
pois rasgas o Gral,
e partes a Mona Lisa.
Nao passas de um perfume de sensaçoes

Nao venhas

Não venhas,
que deixo cair o copo,
que perco a postura,
que me perco de mim.

E nao tentes,
pois vêem me as lagrimas,
pois me encho de ternura,
pois te envolvo em mim.

Nao olhes,
queimas me a pele,
deitas me ao chao,
aranhas me a cara.

Nao toques,
volto a querer-te,
volto a chamar-te,
volto a voltar para ti.

Mas vou!
deixas cair o copo,
perdes a posturas,
perdes te de ti em mim.

Olho-te!
queimo-te a pele,
deito te ao chao,
aranho te a cara.

Toco-te!
voltas a querer me,
a chamar me,
voltas a querer voltar para mim.

E vens,
e chegas,
e eu agarro te,
e inalo te para o bolso.

19 de novembro de 2009

JA PERCEBI!!!!! sou um genio!! agora é so guardar segredo

11 de novembro de 2009

nota: qualquer tipo de agressão fisica nomeada seja de que maneira for não é para concretizar... assim como os pedidos de qualquer tipo de atitude homicida... obrigada.

''Estou cansada...  é só...
Não deixa-me.. sai de cima de mim! espaço sim?! estou farta de ti!
Não! já disse que nao quero falar!
Não estou a chorar! Já te disse para me deixares em paz! Sai do quarto! Sai já do quarto! Não cala-te! Não quero ouvir... eu grito o quanto me apetecer! Já te disse para saires... fecha a porta... Cala- te de uma vez! Adeus... Saí do quarto Catarina, sai!... deixa-me em paz... ADEUS!''

''Eu não fugo de ti, não me escondo, nem te afasto. Não sou desagradavel, não te odeio, o que não quer dizer que goste de ti... se sorrio é por simpatia... por isso não te iludas... a nossa relação é puramente cordial e é so porque estou obrigada a viver contigo... percebeste Catarina?''


choro porque não me dão um tiro,

9 de novembro de 2009

que tola sou por preocupar me por quem nao quer saber,
por cansar me por quem nao quer o meu suor...
Que perfeito coração


no meu peito bateria,

meu amor na tua mão,

nessa mão onde cabia

perfeito o meu coração.
Paramore - Ignorance

If I'm a bad person, you don't like me

I guess I'll make my own way
It's a circle a mean cycle
I can't excite you anymore
Where's your gavel? Your jury?
What's my offense this time?
You're not a judge but if you're gonna judge me
Well, sentence me to another life.


Don't wanna hear your sad songs

I don't wanna feel your pain
When you swear it's all my fault
But you know we're not the same
We're not the same, oh, we're not the same
That the friends who stuck together
We wrote our names in blood
But I guess you can't accept that the change is good
It's good, it's good


Well you treat me just like another stranger

Well it's nice to meet you sir
I guess I'll go
I best be on my way out
You treat me just like another stranger
Well it's nice to meet you sir
I guess I'll go
I best be on my way out

Ignorance is your new best friend

Ignorance is your new best friend

This is the best thing that could've happened

Any longer and I wouldn't have made it
It's not a war no, it's not a rapture
I'm just a person but you can't take it
The same tricks that once fooled me
They won't get you anywhere
I'm not the same kid from your memory
Now I can fend for myself

Don't wanna hear your sad songs

I don't wanna feel your pain
When you swear it's all my fault
But you know we're not the same
We're not the same, oh, we're not the same
That the friends who stuck together
We wrote our names in blood
But I guess you can't accept that the change is good
It's good, it's good


Well, you treat me just like another stranger

Well it's nice to meet you sir
I guess I'll go
I best be on my way out
You treat me just like another stranger
Well it's nice to meet you sir
I guess I'll go
I best be on my way out

Ignorance is your new best friend

Ignorance is your new best friend
Ignorance is your new best friend
Ignorance is your new best friend

Well you treat me just like another stranger

Well it's nice to meet you sir
I guess I'll go
I best be on my way out
You treat me just like another stranger
Well it's nice to meet you sir
I guess I'll go
I best be on my way out

8 de novembro de 2009

E agora admito-o...
Estou perdida!
Mas não perdida o suficiente...
Nunca é suficiente...
Nunca é concebivel a simples ideia de ser...
Estou perdida...
é só
Ao ver me no comboio,
sozinha, pensativa,
não izites, vem,
pega me na mão,
leva me á saida.

Mostra me a cidade de cada paragem,
pois amanhã morreremos um para o outro,
e os anos passaram rapidos e impiedosos,
como a miragem deste dia.

Partilha comigo noções e opiniões,
quero saber te desconhecido,
mostra te menino meigo e perdido,
conta me a tua vida num cafe.

Como se o tempo fosse só nosso,
e só nós existissemos,
como se eu invadisse o teu sonho,
e tu estivesses a caminhar no meu.

E quando soarem as badaladas do amanhecer,
diz me adeus e deixa o sol nascer,
para mais uma miragem acontecer,
para mais um estranho me abordar,
e eu acabar por te esquecer.

7 de novembro de 2009

crónica em português...
are you fucking serious?
brilhante...?chocante..? supreendente...?
well,
I don't no,
but I don't give a fuck...
So fuck it! 

6 de novembro de 2009

sou a dormência das manhas,
calada e serena,
complicada aos olhos de todos,
a imcompreendida que todos ignoram,
pois pensam que é mentira.

e os meus pés doem me pois,
a cada passo que dou aqui,
a cada minha respiração,
cuspo sangue que brota da ferida.

e sim desprezo vos,
afasto vos,
porque vos amo,
e nada tenho a ver com as vossas simples almas.

meus amigos,
minhas paixões,
meus mestres,
aqui prostrada deixo então,
a minha vida em aberto,
como um livro abandonado,
como um poema chorado,
mais lamechices de mão em mão.

confusão? desconheço a palavra,
apenas passeio na calçada,
com dores nos pés e o coração embalsamado em vinagre,
porque vos amo mas não vos quero,
não assim, não para mim,
não aqui, não tão facilmente.

chorai um pouco,
demonstrai me algum afecto,
que o meu espírito tolo e cheio anda carente,
e sequioso do que tem em exagero.

não me façam pensar,
deiam me um livro,
mostrem me musica,
façam me conversar,
mas não me tragam a mim,
pois doem me os pés e eu caminho enfim,
para de vós meus amados fugir.

5 de novembro de 2009

sinto me engolida por pura e estúpida resignação,
por algum sentimento que me esta a apagar do mapa,
alguém que me de um par de estalos para acordar,
eu não sou assim.

4 de novembro de 2009

a patir de agora acabaram se as palavras,
abandono-as
cansam me e estou farta.

acabaram se os esforços,
e os sorrisos forçados,
e ate os sorrisos espontâneos,
sorrir é fútil e desnecessário,

acabaram se os pensamentos,
e as ideias,
as criticas,
os vestidos bonitos e os laços no cabelo,
acabou o espelho e a escova,
não vale a pena,
não o faço por mim própria,
já não o faço para ninguém
acabou se a vaidade e preocupação,

corto o cabelo, rasgo as sedas e visto um casaco que me cobre a cara,
estou fraca, cansada e farta de coisas sem sentido,
rotinas tolas,
suicídios psicológicos sucessivos,
desejos que algo acabe finalmente,

vou apagar,
largar me nos braços de quem me queira bem,
ou no mundo mesmo que me queira mal,
ou na merda do cigarro do gajo do lado,
vou abraçar a desgraça e bonança que cair ao calhas sobre mim,

palavras,
uso-as ,
devoro as
drogo me e perco me com elas,
são a minha ligação ao que me faz chorar,
e juro e prometo nega-las,
mas são a minha única companhia,
a única coisa que me motiva a manter os pés no chão,
a tirar a corda do pescoço,
como é triste a apatia dos dias,
como é doce o silencio da doença.

2 de novembro de 2009

Afinal tudo o que resta é regredir.
Tudo o que resta é voltar ao inicio.
Esperar,
deixar me estar no meu canto,
sossegada e calada,
sem opiniões ou vontades.
Deixar me suprimir outra vez pelos outros,
pelas suas vontades,
pelas suas necessidades.
Voltar a minha forma fantasmagórica,
reforçar a minha máscara,
simplesmente esperar e calar,
resignar me todos os dias a mais um dia amarrada.

1 de novembro de 2009

As dores são demoníacas e não me deixam respirar,
mal me deixam dormir ou acordar,
não me tenho em .
ninguém me diz o que é,
o que faz doer,
nem como fazer parar.
e eu continuo colada ao chão,
simplesmente a espera de passos ouvir,
alguém que me possa acudir
e vejo me sozinha,
completamente sozinha,
ouvindo as insuportáveis vozes
de quem me e confia em mim,
no que faço,
no que mostro,
na minha doce mascara de prata brilhante e sorridente,
não acreditando que morro por dentro,
não de uma maneira metafórica,
mas sim física juntamente com a noite e o dia
A Tristeza,
o Karma,
a Inferioridade,
a Insignificãncia,
a Ignorância
e a Dor de Corno,
são fodidas meu amor.
Tal como a tua vida...
Dou por mim sufocada em papel.
Sei que me posso me libertar
mas no entanto não quero.
Não me mexo.
Tenho medo de rasgar o papel me sufoca
e não tarda me cortará a garganta.

Rasga o papel por mim...
mesmo que não o vejas,
mesmo que penses que não exista,
rasga-o, parti-o, amassa-o,
destroi o papel que me sufoca...

Ou não o rasgues,
deixa o terminar o teu papel,
o papel que a tua cobardia não ousa representar.

Não o rasgues,
afinal ele está a fazer o teu papel.
O papel a que foges,
O papel que não existe
e acaba por não ser papel,
e também por não me estar a sufocar,
é apenas uma ilusão,
uma ideia perdida,
que me ousei a criar.
Não o rasgues então
pois tal como o papel
tu não existes.

Portanto não corras nem fingas,
não te tentes matar.
Não sejas falso a esse ponto.
Limita te apenas à insignificância de não existires,
e de nunca vires a existir,
pois não sabes como fazê-lo,
não és como eu,
és cego,
és tolo,
estás vivo.

31 de outubro de 2009

Tenho asas e ando entre ti e os outros.
Há quem me chame anjo,
mas nada tenho de bom.
Há quem me trate por demónio,
mas não sou assim Tao ma.

Eu não tenho qualquer tipo de poderes,
mágicos ou divinos,
apenas vejo.

Quem olha para os meus olhos escuros
nem sonha que lhe leio a alma.

Quem se cruza comigo na rua,
nem imagina o que lhe espera.

Não sou anjo nem demónio,
Sou o perigo do inevitável,
os ponteiros dos relógios,
os espelhos e pontes da vida.

Sou tu depois de mim
Olhas me e não me reconheces?
Porque será?
Eu digo te.
Antes conhecias a vitima, a escrava de ti e de todos os que me esmagavam no preconceito dos dias por os outros e não por mim.
Pois agora olha me, e não me reconheças, não me conheças, não tentes, aliás,
Odeia me!
Inveja me!
Tem raiva de mim, pois eu deixei de ter um triste espírito enjaulado, eu libertei me!
Eu agora sou por mim e por o que quero mesmo que isso me deixe na merda.
Eu agora vejo sem as palas que tu e os teus pudicos e conservadores conhecidos me punham.
Eu agora vejo.
Por isso tem nojo de mim, chama me puta se quiseres.
Pois não vou ser eu que no meu ultimo suspiro me sufocarei com arrependimentos.

29 de outubro de 2009

Eu não te desejava, queria te.
Queria a ilusão que via em ti. A possibilidade. O desafio até.
O Deus altivo e inalcansável, amaldiçoado e sábio, vivido e conhecedor.
O menino homem que me fascinava com a sua mente e me conquistava com as suas palavras.
O real Romeu com todos dos defeitos e feitios, todas as ambições e inocências, toda a virtude de um ser.
E mesmo depois de te conhecer, apenas como me deixaste, eu amei te.
Eu fui a tua Lolita tonta e inocente, descarada e perversamente doce, tudo o que quiseste fazer de mim. Toda a tua ideia de Lolita.
Eu fui tua e nada te pedi, nem que fosses meu apesar de por brincadeira o dizer ou por mera provocação.
Eu amei te e amo com o amor velho de quem já muito viveu e já se habituou ao que sente conseguindo controlar a fúria e a ansia do sentimento.
Agora vejo te nesse estado lastimável e não te lamento. Não me preocupo. Apenas amo te com o amor de quem já se resignou a não ter.
Eu tentei... eu tentei te... mas... tu não quiseste.
E agora eu não quero o teu toque pois mete me nojo, e eu não quero o teu olhar porque me magoa, e eu não quero as tuas palavras pois não mereces que eu as ouça.
Porque agora não passas de um verme degradado e vergonhoso, que se diz a colapsar mas na verdade apenas se deixa vencer iludido na merda da mentira que tudo valera a pena e tudo ficara bem mesmo que não o esteja.
Acorda e vê que alem que tudo não girar a tua volta, NADA ficara bem. Apenas tu ficaras sozinho dentro de ti próprio sem ninguém a dar te a mão. e eu verei te morrer sem ninguém para me consolar as lágrimas.
E para mim,
de Deus,
passaste para simples naco de carne,
mais um,
no meio de tantos,
que ignoro,
pois nem valem a pena o ar que respiro.

27 de outubro de 2009

A fusão entre a minha essência
e o meu agora,
o que quero,
o que sou,
e,
onde estou,
colapsam,
colidem,
explodem,
com tamanha violência
que tudo o que me resta é a futilidade dos dias,
passados e não pensados,
fugaz e estupidamente
sem pressa de ser ou de respirar.

Ai! o quão bom seria,
tomar um bom banho de imersão,
de sangue ou veneno,
para relaxar e respirar mergulhada na morte.

No entanto os meus banhos são de água,
límpida e desenxabida,
totalmente sem graça,
apenas sugestiva para os prazeres do corpo,
da carne.

A morte na água não é apetecível,
e torna se provável,
quando a imagem dos teus braços,
começam flutuando entre bolas de sabão,
diante dos meus olhos.

Nas minhas visões adivinho o futuro,
e por entre outros mistérios desfruto da água,
do calor e do frio condensados,
citando rezas e afins que de mim desconheces.

E entre visões e cartas,
roupa, cabelo e caldeirões,
o meu ser finalmente explode,
na euforia da morte triste do espírito,
por não se querer ou conseguir matar.

26 de outubro de 2009

Se me quisesse matar,
saltar de uma janela ou de uma ponte,
apontar uma arma a cabeça,
tentavas impedir me?

Se eu quisesse fugir,
para nao voltar,
de aviao ou de comboio,
corrias para me parar?

E se me visses chorar,
por tudo ou por nada,
chegavas perto?
tentavas me consolar?

Se eu dissesse que te queria matar,
meter te num buraco,
ou ate te asfixiar,
se te dissesse que te desejava,
que te queria possuir ou violar,
se dissesse que sabia o teu segredo,
que te iria desmascarar,
ou que irias morrer sozinho,
cair sem ninguem para te amparar,
importavas te?
Odeio o cheiro daquela montanha!
Aquele cheiro...
Um cheiro profundo e maravilhoso,
um aroma quase mortal.

Aquele cheiro,
por vezes de chocolate,
por outras de maravilha,
que me põe tonta e perdida,
que me faz suspirar.

Por isso eu procuro tanta vez
aquela montanha,
com aquele cheiro,
com aquele eterno nevoeiro,
rodeada de mistério,
que tão bem conheço.

Já a percorri por inteiro,
Já sei ir e vir,
Já a conheço tão bem,
que poderia passear de olhos fechados,
se não temesse cair,

Mas há sempre algo novo,
aquele velho algo onde eu não consigo chegar,
e que me faz sempre voltar,
para sentir aquele cheiro,
percorrer a montanha e tropeçar,
e para manter a expectativa de talvez,
de um dia,
poder talvez,
para sempre lá ficar.
Palavras...
Odeio palavras!
Elas têm sempre
algo que mau para mim.
Odeio as tuas palavras!

No entanto, devoro-as,
devoro as tuas palavras!
As tuas! E apenas essas palavras tuas.
As unicas que me fazem parar de respirar.

Tocas me,
falas me,
exploras me e torturas me,
sem estares perto,
apenas com as tuas palavras.
apenas com esses pedaços de ti.

25 de outubro de 2009

Eu só gostava de me adormecer em mim,
mata me, extinguir me,
o eu que me faz ser algo mais,
que me faz... ser assim.

Esse eu deveria estar numa sala escura,
completamente só,
trancada para tudo e todos,
onde se pudesse libertar com a morte,
ou enlouquecer com a vida.

23 de outubro de 2009

Contigo sinto me menina,
sinto me inocente,
sinto me ingénua,
gosto do sol.
Contigo tudo é mais simples,
mesmo sendo complicado,
mesmo sendo escuro e cruel,
ou mesmo sendo docemente doloroso.
Contigo parece que tudo se vai,
que tudo desaparece,
que tudo o que importa é esse pedacinho,
ou o cheiro da tua pele.
E sim,
juro que sim,
neste caso que não,
juro que não te amo...


22 de outubro de 2009

Para onde foi o cheiro dos livros,
o calor do sol,
a magia do toque da chuva,
o brilho dos cristais,
toda a maravilha do exterior?



Onde pára a minha alegria,
a minha loucura,
a minha ânsia,
a minha juventude?
Eu já percorri todos bosques,
bebi de todas fontes,
ouvi todos os conselhos,
vi todas as maravilhas,
senti todas as tristezas,
provei de todos os beijos.
Eu já dei de mim.

Eu já acordei,
e já adormeci.
Já magoei,
já pareci,
já quis,
já gritei,
já amei,
já calei,
desabei,
enlouqueci,
já corri,
já tive,
já fiz,
já ouvi,
e já falei.

Eu já vivi e morri,
todas as manhas e noites dos meus dias.
Já entrei e sai de todas as pessoas com quem me cruzei.
Já desvendei todas as verdades,
já encobri todas as mentiras,
e ate já contei e vivi as minhas.
Já prendi e já dei liberdade.
Já estou cansada.

Quando chegara para mim?
Quando me irão ver?
Quando é que irei realmente existir,
para então poder morrer!
Já vivi e estou cansada,
e não mais quero ter.
Já vi e ouvi tudo o que tinha,
e não há maior vivência que a minha,
pois mais do que vivi e sei que não quero viver.

Estou satisfeita e avida,
pois tudo o que me dão,
já me deram,
tudo o que me pedem
eu já dei!
Onde esta o segredo rei?
A novidade escondida e clara ?
Onde está a minha terra prometida?
Quando poderei tirar o meu manto de invisibilidade?
Porque eu quero ser vista!
Eu quero existir!
Estou farta da vulgaridade dos dias,
dos feitos, dos ditos, das acções!
Eu quero a liberdade da mentira!
Eu quero a minha terra prometida!

Eu quero ser verdade!

19 de outubro de 2009

Sempre que chover vou te amar, vou te sentir na chuva...
Observai deuses,
a Vossa Vénus desprendida,
Mulher envergonhada e enfraquecida,
fugindo para não mais voltar.

Ela, que roubando,
expandindo e invadindo,
perdeu se no seu próprio reino conquistado,
e agora está dele e dela fugindo.

Olhem para a Deusa,
que sendo tão divina,
perde se na vulgaridade,
de mais uma noite,
ou de mais um amanhã.

18 de outubro de 2009

Deixa-me...

Deixa de fingir que te importas,
que me queres,
ou sequer me amas.

Deixa-me,
na paz absoluta da ausência do teu ser no meu,

Deixa me...

Deixa me aqui morta,
e solta de nós.

Deixa-me...

Simplesmente deixa-me,

Deixa-me,
e mata a tua lembrança de mim

17 de outubro de 2009

como é doce a minha dor,
como é pacifica e dócil,
como é constante fóssil
como esta enterrada deliciosa assim.

como é frágil e afectada,
como é trocada e troçada,
como é feita de palhaça,
como é tão mal amada.

como é dolorosa no peito,
e piedosa no semblante,
como balança quando me deito,
nessa cruel cama tratante.

como é desprezada,
e torturada enfim,
como é triste e resignada,
esta dor,
doce dor,
em mim.
escrever é mais triste arte do mundo,
é a arte dos perdidos,
dos verdadeiros amargurados,
dos deuses mal amados e escondidos,
tristes daqueles que escrevem e precisam de escrever.
uma bonita embalagem não compensa um conteúdo vazio,
uns bonitos olhos não compensam a crueldade de um ser,
um bonito corpo não compensa a brutidão dos gestos,
um agradável calor não compensa o desprezo dos braços,
um inebriante hálito não compensa a secura de um beijo,
um grande desejo não significa nem obriga o amor,

a vida não é um privilegio concedido nem uma benção de momentos,
não é uma sorte nem um encontro,
não é o querer nem o saber,
não és tu, não sou eu, não são eles e elas, nem os outros,
não são as palavras nem as virtudes,
não são os afectos e nem os defeitos,
não é a decadência humana compulsiva.

a vida é uma embalagem vazia,
uma cama fria,
uma fonte seca,
um olhar apagado,
um cigarro na tua boca,
oca de palavras e desejos,
oca de significados,
oca de esforços,
apenas um mau entertenimento antes da doce morte.

e nós,
somos pedaços de carne,
coordenados ate ao limite do ridículo,
pensamo nos muito e não somos nada,
somos apenas uma fachada,
uma fraca anedota,
uma triste brincadeira,
não sentimos,
não pensamos,
não agimos,
tudo isso é uma ilusão,
criada em forma de diversão,
neste teatro que é a vida,
nesta ponte ate a morte.
São pedaços que levas,
pedaços que deixas,
pedaços que me dás,
e pedaços que me escondes.

Apenas pedaços entrelaçados,
apenas tragédias desconhecidas,
apenas mais uns corpos de mãos estendidas,
apenas mais sobras de abraços.

E levando uma vida de pedaços,
uma vida pela metade,
nunca a sentes completa,
nunca passa de mera historia.

Uma vida que vivida,
nada tem para lembrar,
apenas pedaços de carne,
apenas pedaços sem memoria.

E pedaços de mim levas,
e pedaços a mim dás,
e não me lembrarás,
e eu me irei de ti esquecer.

Porque são pedaços de ilusão
e de pouca verdade,
pedaços de vida fugaz,
que não deixam sequer saudade.

12 de outubro de 2009

Tu,
Falas da insignificância da vida,
do sentido do aqui,
falas deles, de mim e de ti,
acabas por me dizer nada.

Tu,
És tão claro e misterioso,
tão divino e até patético,
e num relance do olhar,
mostraste belo monstro.

Tu,
Falas de ti orgulhoso,
mas amargo e infeliz,
como o jovem menino,
que nunca tendo o que quis,
não anseia mais viver.

Tu,
Na tua altitude de incrível ser,
por vezes mostraste pequeno,
como o doce veneno,
que és obrigado a beber

Tu,
no entanto metes me nojo,
por tal desistência lutada,
por tal cedência facturada,
por tal ousadia de saber.

Tu,
Amaldiçoaste cuidadoso,
e cioso destroíste aos pedaços,
tens o carinho de mil abraços,
mostraste um anjo de gelo.

Tu,
oh Deus dos meus pensamentos,
demónio que não me deixa dormir,
dás me angustia por viveres,
mas morro se deixares de existir.

11 de outubro de 2009

Se fores,
estarás a ser cobarde,
estarás a desapontar me,
estarás a fugir de ti.

E como tantos outros,
que me pensavam como garantida na hora de voltar,
voltarás e eu nao vou estar,
nao, nunca mais, para ti.

Se fores morres para mim,
e eu proibo te de me olhares,
e até de me lembrares,
mesmo nunca saindo da tua cabeça.

E se fores,
se fores mesmo,
não voltes,
não para me odiares,
nem para me provares algo,
porque já nao me lembrarei de ti.
As horas fogem me das mãos,
como as folhas se soltam das árvores.

A juventude é amarga,
como se carregasse o peso da idade.
É como um segredo,
ou um fruto proibido,
que depois de provado e sabido,
amaldiçoa para a eternidade.


Viver,
é como matar,
é como o vicio do homicídio.

Como ver uma frágil vida escorregar,
fugindo dos olhos o brilho,
como que caindo num precipício.

E eu não quero viver,
porque eu nao quero saber.

10 de outubro de 2009

Suicídio.

É uma morte clássica,
que fica sempre bem em almas perdidas,
como a minha.

Como um final triste e poético,
perfeitamente encaixado,
no oco da minha vida,
na escuridão dos meus olhos.

Mas não me vou suicidar,
não tenho alma para assim morrer,
nem coragem de me matar.

Alias seria ridículo tentar matar alguém como eu,
alguém morto.
Tens razão.

Eu podia ter chorado,
berrado,
ficado histérica,
chamado te nomes.

Podia ter pontapeado coisas,
tentar bater te,
ou até dizer coisas sem sentido.

Podia ter tentado num discurso indefinido,
meio atarantado,
dizer que era tudo tua culpa,
ou que nunca mais te queria ver.

Podia ter desaparecido,
ou fugido,
sem reparares.

Mas não.

Eu não o fiz.

E se o fizesse não seria eu.
Seria alguém tomado por um sentimento que não era o meu,
mas sim um exagero do que eu sou e do que sentia.

Não.
tu não me viste chorar.

Não.
tu não me ouviste gritar.

tu nao me viste tomada pela raiva,
pela minha propositada estupidez e levianidade.
ou embriagada na minha loucura,
da qual tanto me orgulho.


Não.
eu não falei nem olhei para ti naquele quarto,
junto aquela parede,

Nao.
eu nao berrei nem chorei,
pois nao havia necessidade.

Não,

Claro que não.

Pois eu,
teria me arrependido,
teria te magoado,
e teria te talvez ofendido.

Teria perdido a noção,
e talvez a razão,
como muito tempo atrás faria.

Pois eu,
controlei me,
como uma rainha de gelo,
que nunca perde a postura
e a quem nunca vem chorar.

Pois eu nao vi porque desabar,
nao ali,
nao á tua frente.





Dizes que tenho os olhos tristes,
pois tenta olhar para dentro deles,

Talvez descubras a razao...

Talvez aprendas mais um pouco sobre mim
nao me interessa que escrevas mal de mim,
ou que escrevas bem,
que escrevas com amor,
ou com rancor de ti proprio,
que deites fora o papel,
ou o guardes na gaveta,
pois mesmo que digas que nao,
quem esta no papel es tu,
e o que esta nas palavras sou eu,
a parte que te deixo conhecer,
e isso importa,
porque escreves.

9 de outubro de 2009

e assim se joga ao monopolio da vida...
é tao bom ser eu!

8 de outubro de 2009

Gostaria de acreditar no que esta no papel,
mas nao passam de palavras.
Gostaria de acreditar na voz,
mas é apenas som.
Gostaria de acreditar no coraçao,
mas nao lhe tenho acesso.
Pois quando procuro acreditar nos olhos,
eles dizem me que tudo mais me engana.
O coraçao nao sente o que as palavras que saem da tua boca me dizem.
Por isso eu so te quero,
nao o teu corpo dentro da escuridao da intimidade do quarto,
mas para mim,
dentro da escuridao do teu ser que os teus olhos me mostram,
em partilha com o meu.
E se tudo não passasse dum sonho,
e se eu não existisse,
ou se de repente partisse,
para nunca mais voltar.

E se eu deixasse moça,
marca profunda ou pequena ferida,
se me desses por perdida,
e eu te desse como morto para mim.

E se eu te ultrapassasse,
ou por tras te apunhala - se,
se a frente de todos te despisse,
ou tivesse de ti dó.

E se tudo não acontecesse,
e se tudo fosse em vão,
e se perdesses a razão,
e a loucura desvanecesse.

E se o divino nao fizesse de ti um deus,
e se nunca tivesses sido alguem,
e se tivesses que me dizer adeus,
amavas me tambem?

4 de outubro de 2009

Toda a minha vida foi passada no canto.
No canto da tua vida, no canto da tua atenção, no canto de tudo, de ti e de todos.
Eternamente á parte, eternamente nos bastidores.
Quando vencia, não era eu debaixo da luz.
Quando os outros erravam, eram para mim as culpas.
Toda a minha vida observei passivamente as gloriosas vidas de quem comigo se dava e que de mim dependiam.
Toda a minha vida construi o reino de falsos Reis e fui tomada por pecadora por causa dos pecados de outros.
Toda a minha vida vi, comi e calei... porque por mais que gritasse ninguém me ouvia.
Ninguém o fazia porque ninguém o queria fazer.
Porque sabiam que por mais que me espezinhassem sempre caíssem eu estava la para os apanhar.
E tu és assim. Vês o que queres e nunca ouves.
Porque sabes que mesmo odiando te, seja por obrigação, por habituação ou por simples ingenuidade, estarei sempre la.


uma especie de melancolia,
uma escuridao onde vejo claramente,
um grande espaço vazio que me sufoca,
uma psicose quase viciante,
o vicio da tristeza cronica.
tristeza minha,
molhada,
salgada,
e sempre alimentada,
por mim,
apenas por mim,
desperdicio de tempo e espaço,
mas extremamente vital.

28 de setembro de 2009

quando a palavra mudar,
o som se prolongar e te falar ao coração haverá um ''talvez''...
um ''talvez'' até ao ''até'' se prenunciar...

27 de setembro de 2009

no escuro toda a claridade do meu ser se liberta para ofuscar te, para te guiar

26 de setembro de 2009

e assim vou pecando,
e talvez me enganando,
absorvendo cada pedacinho de ti,
respirando te,
como se apartir de hoje,
nao precisasse mais de haver um amanha.

24 de setembro de 2009

No mar do teu olhar me quis perder,


na superfície do teu corpo me encontrei,


e nas tuas curvas me encostei,


tentando para sempre adormecer.

30 de maio de 2009

Este sofrimento,
eterno e teimoso,
este grito ardente,
pressagio receoso.

Esta mente aberta,
que fala ao coração,
mas que nas palavras que usa,
não encontra razão.

Minto a mim própria,
num suspiro enganoso,
dessa tua partida,
deste espírito arenoso.

E eu não quero acreditar,
quero esquecer,
mas o tempo insiste em passar,
o meu ser insiste em morrer.

E tu, alma indigna,
de cruel beleza e paixão,
cravas punhais na minha ferida,
amarguras meu coração.

E se esse paraíso maldito,
não tivessem meus pés pisado,
eu não te teria seguido,
eu não te teria amado.

Eu não teria acreditado,
em tal destino divino,
eu teria recusado,
percorrer tal caminho.

Eu continuaria sã,
sã e infeliz,
infelicidade de quem amar,
nunca pode nem quis.

Mas eu aceitei te em meus braços,
e agora com a partida,
fica partido meu coração em pedaços,
fica minha alma perdida.

23 de março de 2009

Uma estranha brisa pairava no ar, suspenso… o silêncio, esperava na quietude da noite, quando tudo pode acontecer.
Eu suspirava a um canto por alguém, que sabia que não iria ali estar.
Eu suspirava a um canto, sempre na absurda esperança… mas ele não aparecia. Eu esperava como o silêncio, embalada pela brisa, sabendo que esperava em vão. Mas eu esperava. Esperava sempre. Se cessar. Sem cansar. Na ilusão de que se fosse embora o poderia perder. Mas, tola, esquecia-me que perdido já ele estava. Perdido de mim. Para sempre. A uma distância incalculável. Todos os dias eu sofria. Todos os dias eu o lembrava. Todos os dias eu fazia aquela correria louca até aquela esquina onde o esperava rever. Aquela esquina tinha sido, em tempos, o local de frequente passagem do homem da minha vida. A partir de nós… deixara de o ser. Desde que algo surgira e errara logo ele fugiu, desapareceu, da minha vista, dos meus ouvidos, de mim. Mas... esqueceu-se, na sua tão forçada dança de fuga, que nunca poderia fugir realmente de mim… do meu peito, do meu coração, da minha alma, do meu espírito. Sim... ele não fugira! Ele escondera-se dentro de mim para reaparecer momentaneamente ao longo dos tempos, torturando me para além do limite. O meu sangue corria nas veias a custo tão, que a minha respiração forte, mas quase nula, era uma tarefa difícil de executar. Tudo isto, porque ele fugira sem aviso. E tudo isto, porque eu todos os dias sofria. Todos os dias o lembrava. E todos os dias eu fazia aquela correria louca até aquela esquina onde o esperava rever. Rever, não para o recuperar, mas, sim, para me despedir…