Sufoco com os beijos das tuas doces e enganadoras palavras, sufoco com a leitura da história passada, vejo-me sozinha a sufocar no chão.
E em toda a minha vã loucura nunca me vejo deveras só, pois tenho como companhia a solidão, devorando-me como feras famintas à volta de uma carcaça.
Tiras-te tudo de mim, e quando o recuperei quiseste-mo tirar de novo.
Não precisaste, fui brutalmente assaltada.
Pergunto-te então:- Estás feliz?
Espero, não pergunto, sei que vagueias pelas ruas da amargura e seria cruel tal coisa sair da minha boca, enquanto te olho debaixo da ponte.
Pergunto-te então: - Do que precisas?
Ou talvez não pergunte pois não me saberás responder.
Digo-te então: - Estou aqui.
Mas minto-te pois ao te afogares em corpos pagãos obrigas-me a desaparecer.
Não me vou basear mais em chuva, em amores vagos ou poesias, em facilidades fugazes de paixão.
Já atirei com as incertezas à parede, assentei os pés no chão e deitei o armário dos sentimentos ao lixo.
Não me vejas como a recordação de quem era, não me aceites como sou.
Tornei-me uma velha carcaça devorada por feras de solidão solidária.
Devolve-me a loucura e a vontade de viver. Ou simplesmente beija-me e espeta-me um punhal.
23 de julho de 2010
18 de julho de 2010
Uma historia de uma pessoa rodeada por diversas pessoas com historias, e a própria fusão dessas pessoas se torna numa história de fusão de histórias que levam à formação de muitas mais historias. E todas estas histórias são apenas fragmentos da verdadeira historia global. Seremos nós, pessoas, apenas historias? Vivemos neste mundo só para termos algo a contar? E valerá a pena ser historia? Ou na desesperada procura de sermos algo ou alguém, de sermos historia e não apenas passarmos por ela, não nos tornaremos apenas memorias da historia que passou? Que legado deixamos nós, simples pessoas, com simples historias que nos alimentamos de memorias criadas desde o dia em que nos determinamos a nascer até ao dia em que é obrigatório morrer? Não é triste sermos histórias como tantas outras perdidas por ai, na cabeça de alguém que já não nos recorda? Ou só o facto de existirmos e sermos história faz valer tudo a pena?
Sinto-me feliz.
17 de julho de 2010
Green Eyes - Coldplay
Honey you are a rock
Upon which I stand
And I come here to talk
I hope you understand
(Chorus)
The green eyes
Yeah the spotlight
Shines upon you
And how could
Anybody
Deny you?
I came here with a load
And it feels so much lighter
Now I've met you
And honey you should know
That I could never go on
Without you
Green eyes
Honey you are the sea
Upon which I float
And I came here to talk
I think you should know
(Chorus)
The green eyes
You're the one that
I wanted to find
Anyone who
Tried to deny you
Must be out of their mind
'cause i came here with a load
And it feels so much lighter
Since i've met you
And honey you should know
That i could never go on
Without you
Green eyes
Green eyes ohohohoh
Ohohohoh
Ohohohoh
Ohohohoh
Honey you are a rock
Upon which i stand...
15 de julho de 2010
É bom falar. Dizem os outros que é bom falar. É bom partilhar o que sentimos, pensamos, o que nos acontece, porque fazemos ou do que precisamos. É bom falar. E todos querem saber o que se passa. Uns por curiosidade, outros para se sentirem importantes, outros para estabelecerem ligações de confiança, outros porque apenas querem ajudar. Sejam quais forem as razões todos parecem estar dispostos a ouvir, mesmo que não escutem o que dizemos. Por vezes desabafamos com as pessoas que pensamos próximas, em que confiamos, que pensamos que nos vão compreender e escutar. Outras vezes explodimos com as pessoas menos improváveis, que algumas dessas vezes se revelam reconfortantes e preocupadas.
Seja como for é bom falar. Todos nós gostamos de falar. Todos nós queremos ser escutados. Todos nós procuramos conforto e compreensão.
Mas como falar? Como carregar quem gostamos e confiamos com o peso do nosso peso, preocupando-os, quando eles precisam que os escutem?
Prefiro não falar. Para quê?
Posso esperar que quem gosto fique bem, posso aguentar tudo cá dentro. Posso aguentar tudo sozinha. Afinal... há tanta mais gente com problemas, tão piores que os meus...
Porque não me resolver sozinha, ajudando assim os à minha volta. É assim que penso. É o melhor que tenho a fazer. É o que consigo fazer. Mesmo que queira falar, mesmo que me peçam as palavras faltam-me e eu calo-me. Não se passa nada. Nunca se passa nada. E é melhor assim... penso eu.
Incrível como me é tão fácil criar laços de amizade e confiança, conhecer uma pessoa como a palma da minha mão, mas quando toca a falar de mim, deixo a conversa para o papel... e continuo sem dizer nada. Desabafar é tão difícil. Tenho medo de me mostrar a uma pessoa e que essa pessoa abuse do que sabe. Não posso correr esse risco. mesmo que me veja sozinha quando estou acompanhada, perdida nos meus pensamentos e engolindo em seco com as lágrimas nos olhos enquanto me rio de uma piada. Que ando eu a fazer.. que hei-de eu fazer... Porque é que escrevi isto?
Seja como for é bom falar. Todos nós gostamos de falar. Todos nós queremos ser escutados. Todos nós procuramos conforto e compreensão.
Mas como falar? Como carregar quem gostamos e confiamos com o peso do nosso peso, preocupando-os, quando eles precisam que os escutem?
Prefiro não falar. Para quê?
Posso esperar que quem gosto fique bem, posso aguentar tudo cá dentro. Posso aguentar tudo sozinha. Afinal... há tanta mais gente com problemas, tão piores que os meus...
Porque não me resolver sozinha, ajudando assim os à minha volta. É assim que penso. É o melhor que tenho a fazer. É o que consigo fazer. Mesmo que queira falar, mesmo que me peçam as palavras faltam-me e eu calo-me. Não se passa nada. Nunca se passa nada. E é melhor assim... penso eu.
Incrível como me é tão fácil criar laços de amizade e confiança, conhecer uma pessoa como a palma da minha mão, mas quando toca a falar de mim, deixo a conversa para o papel... e continuo sem dizer nada. Desabafar é tão difícil. Tenho medo de me mostrar a uma pessoa e que essa pessoa abuse do que sabe. Não posso correr esse risco. mesmo que me veja sozinha quando estou acompanhada, perdida nos meus pensamentos e engolindo em seco com as lágrimas nos olhos enquanto me rio de uma piada. Que ando eu a fazer.. que hei-de eu fazer... Porque é que escrevi isto?
13 de julho de 2010
E se...
A eterna dúvida flutuante eternamente flutua sobre as cabeças de quantos e quantos que não se deram ao risco, ao prazer ou a proibição de arriscar...
E se...
Nunca terei essas dúvidas na minha vida... se alguma vez as tiver, matar-me-ão.
E se...
É demasiado o peso da dúvida certa de que só uma decisão incerta, recusada como medida tomada, pudesse dar origem a muitas e tantas mais origens, a um todo novo e paralelo universo, a uma outra e nova vida, nossa, e perdida por aquele momento.
E se...
Se o arrependimento matasse... onde estaria eu? Em lado algum suponho... tal como o resto da humanidade...
O meu peito é um grande buraco negro..., com um só objecto sugado para o seu interior, que depois de absorvido tomou forma de lua e que me faz funcionar em fases...
O meu peito é um buraco negro e por mais fases que tenha não encontra solução ou escapatória... Por vezes quase que atrai uma certa luz para o seu interior, quando essa orbita em seu redor, mas é um buraco negro demasiado fraco e a luz escapa-lhe.
O meu peito é um buraco negro, o meu corpo é uma sombra, o meu ser é uma ideia perdida e louca.
Que ironia é o atrevimento de me deixar existir...
A eterna dúvida flutuante eternamente flutua sobre as cabeças de quantos e quantos que não se deram ao risco, ao prazer ou a proibição de arriscar...
E se...
Nunca terei essas dúvidas na minha vida... se alguma vez as tiver, matar-me-ão.
E se...
É demasiado o peso da dúvida certa de que só uma decisão incerta, recusada como medida tomada, pudesse dar origem a muitas e tantas mais origens, a um todo novo e paralelo universo, a uma outra e nova vida, nossa, e perdida por aquele momento.
E se...
Se o arrependimento matasse... onde estaria eu? Em lado algum suponho... tal como o resto da humanidade...
O meu peito é um grande buraco negro..., com um só objecto sugado para o seu interior, que depois de absorvido tomou forma de lua e que me faz funcionar em fases...
O meu peito é um buraco negro e por mais fases que tenha não encontra solução ou escapatória... Por vezes quase que atrai uma certa luz para o seu interior, quando essa orbita em seu redor, mas é um buraco negro demasiado fraco e a luz escapa-lhe.
O meu peito é um buraco negro, o meu corpo é uma sombra, o meu ser é uma ideia perdida e louca.
Que ironia é o atrevimento de me deixar existir...
10 de julho de 2010
já foi a primeira,
já não é a terceira,
já vais na vigésima... CERVEJA!!! E não puxaste o autoclismo!
Pensamentos homicidas contra desconhecidos da minha vida que nem sabem o ódio que lhes tenho.
Sonho em respirar debaixo de água para me afogar dentro dos teus pulmões de vinho e os ombros do teu peso te caírem cabeça a cima.
Irei morrer te nos braços de exaustão sexual mecânica e por carência de ferro, e nada terás a fazer senão morrer comigo nas pernas enquanto o meu cadáver te sufoca e engana, esmaga e esgana o coração.
9 de julho de 2010
às vezes dá me na cabeça e pronto
Ele caminhava sozinho, sempre pelo mesmo caminho, até aquela casa além.
Sempre de olhar perdido, procurando algo, ou procurando alguém, sem saber porquê ou o quê, sem saber muito bem quem, sempre caminhando lentamente até aquela casa além.
Ele chegava àquela casa, pequena casa de jardim e horta, onde o esperava a mulher à porta, que repetindo o diário acto, que lhe servia quente o prato, que ele comia sempre com o mesmo talher, sentado em frente à mulher.
Á noite ao deitar, deitado do lado direito, sem nunca a tocar, beijava-lhe a testa com respeito, e voltava-se a deitar, de costas para ela, soprando a luz da vela, tentando descansar.
De madrugada madrugadora, levantava-se a senhora, pé ante pé para não acordar, o seu senhor que ainda se encontrava a descansar.
Fornada de pão quentinho, leitinho fresquinho, e o tradicional café, tudo pronto e arranjadinho, para quando o senhor se puser a pé.
8 de julho de 2010
When you Kiss Me - Shania Twain
This could be it, I think I'm in love
It's love this time
It just seems to fit, I think I'm in love
This love is mine
It's love this time
It just seems to fit, I think I'm in love
This love is mine
I can see you with me when I'm older
All my lonely nights are finally over
You took the weight of the world off my
shoulders (the world just goes away)
All my lonely nights are finally over
You took the weight of the world off my
shoulders (the world just goes away)
Chorus:
Oh, when you kiss me
I know you miss me -
and when you're with me
The world just goes away
The way you hold me
The way you show me that you
adore me - oh, when you kiss me
Oh, yeah
Oh, when you kiss me
I know you miss me -
and when you're with me
The world just goes away
The way you hold me
The way you show me that you
adore me - oh, when you kiss me
Oh, yeah
You are the one, I think I'm in love
Life has begun
Life has begun
I can see the two of us together
I know I'm gonna be with you forever
Love couldn't be any better
I know I'm gonna be with you forever
Love couldn't be any better
Repeat Chorus
Instrumental Solo
I can see you with me when I'm older
All my lonely nights are finally over
You took the weight of the world off my
shoulders (the world just goes away)
All my lonely nights are finally over
You took the weight of the world off my
shoulders (the world just goes away)
Repeat Chorus
And when you kiss me
I know you miss me
Oh, the world just goes away
When you kiss me
I know you miss me
Oh, the world just goes away
When you kiss me
7 de julho de 2010
Só... Completamente só... Completamente incompleta, como se me tivesse arrancado alguma parte de mim a sangue frio... Mas não doí... ao menos isso... Pior se doesse.. pior se sentisse... apesar de sentir-te.. sem te sentir mais...
Triste é ao fim do dia chegar a uma casa vazia, de divisões frias e moveis impassiveis, e não ter com quem falar... olhar para o telemóvel.. e não ter a quem ligar...
Maldito nó na garganta, condenado sejas vazio no peito, sede eterna de uma fome morta numa orgásmica explosão do corpo debaixo de água...
Não sou nenhum lobo solitário.. sou apenas eu só e dorida de uma guerra perdida... triste por te saber perdido.. Algures de ressaca debaixo de água..
Que bonito é.
Triste é ao fim do dia chegar a uma casa vazia, de divisões frias e moveis impassiveis, e não ter com quem falar... olhar para o telemóvel.. e não ter a quem ligar...
Maldito nó na garganta, condenado sejas vazio no peito, sede eterna de uma fome morta numa orgásmica explosão do corpo debaixo de água...
Não sou nenhum lobo solitário.. sou apenas eu só e dorida de uma guerra perdida... triste por te saber perdido.. Algures de ressaca debaixo de água..
Que bonito é.
5 de julho de 2010
- Amo-te…
Ele bate-me e no dia seguinte diz-me…:
- Amo-te…
Ele bate-me e diz-me no momento, olhando para mim de olhos vermelhos e cara arranhada, braços lacerados, sangrando do nariz e toda marcada:
- Amo-te…
Eu lutei como pude. Eu tinha de o fazer. Tinha de me defender... e de descobrir.
Mas eu não queria. Ou talvez quisesse. Só sei que não me pude controlar o movimento.
Não pude parar. Não consegui parar. Não quis parar.
Após o deitar ao chão agarrei a faca que a há momentos caíra das suas mãos e espetei-a no exacto centro do seu peito.
Ele olhou-me surpreso. Nem liguei, já não lhe via os olhos.
Facada após facada, loucas e aleatórias, formava ranhuras, começava a abri-lo, a rasgar-lhe as entranhas. A cada golpe, ele ficava mais exposto, a cada golpe, ficava mais ávida de o golpear.
Uma poça de sangue, do seu sangue, sujava-me ainda mais o vestido já manchado com o meu sangue.
Tinha os olhos inchados de chorar, mas já não chorava.
Mantinha me de olhos bem abertos, num total fascínio a abrir aquela besta imunda que há momentos me quisera abrir a mim.
- Amo-te - disse ele.
Cansada comecei a esburacar pela cavidade torácica onde encontrei o tão prometido órgão.
Arranquei-o com a mão e atirei-o para o lado.
- Amo-te…
- Sim? Eu também…esta noite sirvo-te com vinagre.
4 de julho de 2010
Quero matar esta sede de matar. Matar o percurso de uma vida. Talvez até findar a minha. Fechar os olhos para não mais, nunca mais, em alguma vida ou realidade paralela acordar.
Estou cansada de tentar, de procurar, de procurar-te... Estou cansada por te ter encontrado.
A minha boca está seca da droga lenta já consumida, e eu quero matar, quero matar a minha vida.
Já não faço sentido, já não tenho propósito, já não mais, nunca mais. Espero que não.
Preciso de uma urgente mão, da tua apenas, que me sacuda este pó nevoeiro em que me perco.
Já dei demais. Já dei tudo. Já nada meu me pertence. Já só me pertence o desespero, a amargura de anos acumulados em segundos vividos. Até o meu corpo se encontra perdido de mim.
Já te dei tudo sem o dar, sem o querer fazer.
Já não vejo que mais pode acontecer.
Como mudar,
o que pode vir a seguir,
se não me consigo mexer,
se não te puder sentir.
Eu costumava sorrir e ir passear ao Sol. O meu pai pegava-me pela mão e mostrava-me coisas novas.
Eu costumava ser feliz quando tudo era simples ao Sol com o meu pai pela mão.
Estou cansada de tentar, de procurar, de procurar-te... Estou cansada por te ter encontrado.
A minha boca está seca da droga lenta já consumida, e eu quero matar, quero matar a minha vida.
Já não faço sentido, já não tenho propósito, já não mais, nunca mais. Espero que não.
Preciso de uma urgente mão, da tua apenas, que me sacuda este pó nevoeiro em que me perco.
Já dei demais. Já dei tudo. Já nada meu me pertence. Já só me pertence o desespero, a amargura de anos acumulados em segundos vividos. Até o meu corpo se encontra perdido de mim.
Já te dei tudo sem o dar, sem o querer fazer.
Já não vejo que mais pode acontecer.
Como mudar,
o que pode vir a seguir,
se não me consigo mexer,
se não te puder sentir.
Eu costumava sorrir e ir passear ao Sol. O meu pai pegava-me pela mão e mostrava-me coisas novas.
Eu costumava ser feliz quando tudo era simples ao Sol com o meu pai pela mão.
2 de julho de 2010
Já não faço poesia à meses,
À meses que não me sinto. Nesta dormência tão minha minto a mim própria por já não o querer sentir.
Já não sou poeta porque já não luto com a dor, deixo me ser engolida por ela como sempre me deixei levar pelo amor. Já não encontro força para aflorar o que é negro... O sangue perdeu a piada, gelei a ponto de não mais chorar.
A morte é demasiado insatisfatória... não é meu desejo descansar. O descanso é passivo e eu desespero por fazer algo que combata esta contradição. Estou cansada de ser humana e mortal. De me embebedar vezes sem conta com o álcool errado...
Eu fiz me mulher, faz te homem, e não me trates como se tivesses a anos luz de mim, já há muito que me perdeste de vista.
I can't look at you! I just can't! Why can't I look at you?I want to look at you! But it hurts so bad... I don't know why... I just know that I want to look at you... but I can't look... because it hurts. Your look, that glow in your eyes hurt. Hurt me so bad. Hurt me so deep.
You know what? I'll still look at you, even if your look cause me the most unbearable pain of all the pains, I'll still look at you.. even if that pain kills me a little bit more each day, I'll keep looking at you..
At least I die with those eyes of yours, yours sweet everything brown eyes, burned into my mind, while I released the last breath of my living soul..
No regrets for this death...
You know what? I'll still look at you, even if your look cause me the most unbearable pain of all the pains, I'll still look at you.. even if that pain kills me a little bit more each day, I'll keep looking at you..
At least I die with those eyes of yours, yours sweet everything brown eyes, burned into my mind, while I released the last breath of my living soul..
No regrets for this death...
1 de julho de 2010
Talvez um dia me deixes abrir o cadeado que te prende ao plural vós e te obriga ao não do plural alternativo nós...
Não dá para entender tanta possibilidade impossível. Tanto potencial deitado pela janela do 23º andar abaixo.
e no fundo tudo isto são devaneios e disparates sem sentido ou justificação... dócil e doce é a juventude que escorrega entre os dedos de cabelo.
Não dá para entender tanta possibilidade impossível. Tanto potencial deitado pela janela do 23º andar abaixo.
e no fundo tudo isto são devaneios e disparates sem sentido ou justificação... dócil e doce é a juventude que escorrega entre os dedos de cabelo.
29 de junho de 2010
Não é como pensam. Custa, a sério que custa, e não me é indiferente.
Não sinto nada mais. Por dentro sofro de insensibilidade crónica ao toque, a todos os toques senão aquele.
Não sei se é sequer compreensível ou justificável, especialmente em relação a mim, tanta leviandade da minha parte, tanta fraqueza, tanta facilidade no acto de cair, de me deixar levar ao ser puxada.
Não, não se justifica, muito menos quando a régua com a qual meço a queda passa de centímetros a quilómetros, e eu de mulher a vitima de chacota moral por um pecado cometido.
Não é certo, correcto ou admissível, não me é possível aceitar que eu própria me puna por algo tão urgente de ser consumado.
Não é certo que me veja determinada, aprisionada, a um nada que se atreve a tomar a forma e a força de tudo.
Não é saudável tal valorização divina de uma respiração.
Porque raio de repente me vejo disposta a esperar por alguém que nunca esperou por mim?
Não sinto nada mais. Por dentro sofro de insensibilidade crónica ao toque, a todos os toques senão aquele.
Não sei se é sequer compreensível ou justificável, especialmente em relação a mim, tanta leviandade da minha parte, tanta fraqueza, tanta facilidade no acto de cair, de me deixar levar ao ser puxada.
Não, não se justifica, muito menos quando a régua com a qual meço a queda passa de centímetros a quilómetros, e eu de mulher a vitima de chacota moral por um pecado cometido.
Não é certo, correcto ou admissível, não me é possível aceitar que eu própria me puna por algo tão urgente de ser consumado.
Não é certo que me veja determinada, aprisionada, a um nada que se atreve a tomar a forma e a força de tudo.
Não é saudável tal valorização divina de uma respiração.
Porque raio de repente me vejo disposta a esperar por alguém que nunca esperou por mim?
27 de junho de 2010
No Identity
find out take much more than you think... but in the end... what do you find?
(is a foto, but I can totaly draw this)
(is a foto, but I can totaly draw this)
Mais do que algum dia desejei ou sequer imaginei.
Não me sabia tão susceptível à luz...
E no lado escuro da lua espero que retirem os últimos corpos ainda caídos por terra.
A ausência de vida é um cenário deveras austero, mas não me chega a chocar.
No escuro silencioso deste meu lado lunar apenas a vida me espanta, me assusta, me afasta.
Com a vida vêm muitas outras coisas, coisas que desprezo e dispenso.
Já há muito que me deixei dessa vida de quem tem vida.
De quem é vivo.
Estar vivo não é apenas darmo-nos ao diário incomodo de respirar, é dar razão a cada inspiração e expiração que se opera.
É ter alguém a espera para partilhar a nossa respiração.
É demasiado esforço esperar por alguém.
É pedir demais pedir que alguém esteja a nossa espera, que espere por nós, sem saber por vezes o que esperar.
Mas sempre é bom esperar, mesmo sem se saber, mesmo sem propósito ou vontade, pois a espera torna se o próprio propósito da respiração da vida.
Da vida de uma respiração.
Não me sabia tão susceptível à luz...
E no lado escuro da lua espero que retirem os últimos corpos ainda caídos por terra.
A ausência de vida é um cenário deveras austero, mas não me chega a chocar.
No escuro silencioso deste meu lado lunar apenas a vida me espanta, me assusta, me afasta.
Com a vida vêm muitas outras coisas, coisas que desprezo e dispenso.
Já há muito que me deixei dessa vida de quem tem vida.
De quem é vivo.
Estar vivo não é apenas darmo-nos ao diário incomodo de respirar, é dar razão a cada inspiração e expiração que se opera.
É ter alguém a espera para partilhar a nossa respiração.
É demasiado esforço esperar por alguém.
É pedir demais pedir que alguém esteja a nossa espera, que espere por nós, sem saber por vezes o que esperar.
Mas sempre é bom esperar, mesmo sem se saber, mesmo sem propósito ou vontade, pois a espera torna se o próprio propósito da respiração da vida.
Da vida de uma respiração.
Mais do que algum dia desejei ou sequer imaginei.
Não me sabia tão susceptível à luz emitida pelo desejo de respirar.
Demo-nos ao luxo da hipocrisia e peça-mos numa noite qualquer a deriva no calendário, a alguém que se cruze connosco, para nos esperar.
Deve ser bom ter alguém a nossa espera, embora não saiba se estaria disposta a esperar.
Será que é assim que funciona, espera por espera, troca por troca?
E se a pessoa por quem esperar não for a pessoa de quem estava a espera?
E se não quiser esperar por quem me esperou e fechar a porta de regresso ao lado escuro da lua?
A espera é demasiado a pedir a alguém que não dá valor a respiração da vida.
Apesar de agora esperar que removam o ultimo o corpo que se deixa estar caído por terra.
Sem vida.
Sem espera.
24 de junho de 2010
21 de junho de 2010
Agora que penso.. assim só por pensar. Assim só por não ter mais nada para fazer.. Assim só porque vou disparatar e não fazer sentido algum, há coisas do carago!
Coisas mesmo estúpidas, mesmo fora do bom senso... mas também quem quer bom senso??
As pessoas passam a vida à procura da felicidade mas estão constantemente a fugir dela! Pensam que é algo complicado de atingir e criam falsas e inalcansáveis noções que tentam seguir a risca e que só os leva a uma infelicidade ainda mais ridícula e infeliz que a tristeza ou a arte de não se ser feliz em si. Talvez, ou melhor, com todas as minhas certezas é por isto, estas acções desesperadas e inúteis, que praticamente ninguém vive completa e realmente feliz neste mundo. E depois uma singela alegria não lhes basta! Eles e elas necessitam daquela noção perfeita e idealizada por tristes almas anteriores à existência dos presentes e actuais infelizes, aquela noção fantasiosa de um estado de espírito calmo, relaxado, de bem com tudo e todos, sem problemas ou contradições. Pois noticia de última hora companheiros terrestres: tal coisa não existe! Capacitem-se! E deixem se tentar seguir esses padrões e regras desse Universo mesquinho e fútil, típico de uma personagem do género Marta Stewart, não vos leva a lado nenhum.
A felicidade não é algo físico. Um prémio espiritual após um certo caminho. É o que temos e conseguimos ver em nós e em todos os que nos rodeiam. É dar valor a cada segundo de vida que vos corre no sangue, vivendo não de uma forma certa e coerente, mas sim ao máximo. Nunca sabemos o que nos espera o amanhã portanto porque desperdiçar o hoje? Estamos habituados a comodidades de todos os níveis tendo o amanhã como garantido como desculpa, não como deve de ser.
Problemas? Toda a gente os tem, maior parte apenas pensando que os tem, e criando-os para se entreter, fazendo planos e interpretando um papel vitimado porque fica sempre bem e serve de desculpa termos pena de nós próprios para não querermos saber dos outros, mas os problemas não são assim tão graves, nem tão grandes e maior parte nem vale a pena dar atenção. São pura perda de tempo. Entretenimento de mau gosto a que sucumbimos como se uma ordem nos fosse dada. Que raio de liberdade! Somos Homens ou Ratos???
Deixa-mo-nos mesmo derrubar tão facilmente? Refugiando nos em "problemas", pensando a vida em vez de a viver, seguindo padrões e regulamentos como ratos de laboratório, criando rotinas insatisfatórias, tudo na esperança de um presente digamos divino, caído do nada?
Recusamos-nos a prazeres naturais, preocupamos-nos demais, damos atenção ao que não devemos...
Penso porque ninguém mais vê assim o Mundo... Sair a rua, respirar fundo, olhar o céu, observar os prédios, os edifícios, as pessoas, ouvir os sons, chegar perto de quem gostamos e sorrir. Mesmo que a nossa vida esteja uma merda, sorrir. Ouvir os seus problemas e tentar ajudar. Não interferir! Ajudar, aconselhar. As pessoas têm a extrema e irritante mania de se meter na vida dos outros, é isso, escutar conversas, tentar sacar informações e falar por cima de outros para que a conversa se vire para elas próprias... Odeio isso. Eu cá não me importo de ouvir. Falar faz bem aos outros e eu gosto de os ouvir. Memorizar as suas vozes, reparar nos teus sotaques, como dizem isto e aquilo, as expressões de rosto, toda a beleza da pessoa que está a falar comigo. Há pessoas tão bonitas por aí. Não estou a falar de fisicamente atraentes, perfeitas ou perto da noção de perfeição. Bonitas. Nos seus sorrisos, franzir da sobrancelhas, como mexem no cabelo ou enrugam a testa em reacção ao que seja. Estar numa sala de aula e ouvir o barulho de fundo, a voz do Professor/a, as posições e os comportamentos dos colegas à volta... até o simples acto de fechar os olhos e aproveitar estar a aprender. Estar no exterior, e observar todo um mundo a nossa volta e a sorte que temos por estarmos ali, naquele momento, com aquelas pessoas, o quanto gostamos delas. Porquê estar noutro lugar qualquer? Eu penso assim. Sou feliz assim. E sim procuro sempre mais... mas não de forma obcecada e diária, não perdendo tempo a criar discussões ou problemas, não correndo de um lado para o outro sem reparar. A vida é algo tão fugaz... porquê correr e acordar um dia, ás portas da morte e pensar: -Que fui eu fazer?
Eu não vou viver uma vida perfeita, mas sei e vou fazer os possíveis para que não seja uma vida de arrependimentos... Podem dizer o mesmo?
(Tal como esperava, mesmo tendo razão e lógica, não fiz sentido algum... Mas quem quer fazer sentido? eu não)
Coisas mesmo estúpidas, mesmo fora do bom senso... mas também quem quer bom senso??
As pessoas passam a vida à procura da felicidade mas estão constantemente a fugir dela! Pensam que é algo complicado de atingir e criam falsas e inalcansáveis noções que tentam seguir a risca e que só os leva a uma infelicidade ainda mais ridícula e infeliz que a tristeza ou a arte de não se ser feliz em si. Talvez, ou melhor, com todas as minhas certezas é por isto, estas acções desesperadas e inúteis, que praticamente ninguém vive completa e realmente feliz neste mundo. E depois uma singela alegria não lhes basta! Eles e elas necessitam daquela noção perfeita e idealizada por tristes almas anteriores à existência dos presentes e actuais infelizes, aquela noção fantasiosa de um estado de espírito calmo, relaxado, de bem com tudo e todos, sem problemas ou contradições. Pois noticia de última hora companheiros terrestres: tal coisa não existe! Capacitem-se! E deixem se tentar seguir esses padrões e regras desse Universo mesquinho e fútil, típico de uma personagem do género Marta Stewart, não vos leva a lado nenhum.
A felicidade não é algo físico. Um prémio espiritual após um certo caminho. É o que temos e conseguimos ver em nós e em todos os que nos rodeiam. É dar valor a cada segundo de vida que vos corre no sangue, vivendo não de uma forma certa e coerente, mas sim ao máximo. Nunca sabemos o que nos espera o amanhã portanto porque desperdiçar o hoje? Estamos habituados a comodidades de todos os níveis tendo o amanhã como garantido como desculpa, não como deve de ser.
Problemas? Toda a gente os tem, maior parte apenas pensando que os tem, e criando-os para se entreter, fazendo planos e interpretando um papel vitimado porque fica sempre bem e serve de desculpa termos pena de nós próprios para não querermos saber dos outros, mas os problemas não são assim tão graves, nem tão grandes e maior parte nem vale a pena dar atenção. São pura perda de tempo. Entretenimento de mau gosto a que sucumbimos como se uma ordem nos fosse dada. Que raio de liberdade! Somos Homens ou Ratos???
Deixa-mo-nos mesmo derrubar tão facilmente? Refugiando nos em "problemas", pensando a vida em vez de a viver, seguindo padrões e regulamentos como ratos de laboratório, criando rotinas insatisfatórias, tudo na esperança de um presente digamos divino, caído do nada?
Recusamos-nos a prazeres naturais, preocupamos-nos demais, damos atenção ao que não devemos...
Penso porque ninguém mais vê assim o Mundo... Sair a rua, respirar fundo, olhar o céu, observar os prédios, os edifícios, as pessoas, ouvir os sons, chegar perto de quem gostamos e sorrir. Mesmo que a nossa vida esteja uma merda, sorrir. Ouvir os seus problemas e tentar ajudar. Não interferir! Ajudar, aconselhar. As pessoas têm a extrema e irritante mania de se meter na vida dos outros, é isso, escutar conversas, tentar sacar informações e falar por cima de outros para que a conversa se vire para elas próprias... Odeio isso. Eu cá não me importo de ouvir. Falar faz bem aos outros e eu gosto de os ouvir. Memorizar as suas vozes, reparar nos teus sotaques, como dizem isto e aquilo, as expressões de rosto, toda a beleza da pessoa que está a falar comigo. Há pessoas tão bonitas por aí. Não estou a falar de fisicamente atraentes, perfeitas ou perto da noção de perfeição. Bonitas. Nos seus sorrisos, franzir da sobrancelhas, como mexem no cabelo ou enrugam a testa em reacção ao que seja. Estar numa sala de aula e ouvir o barulho de fundo, a voz do Professor/a, as posições e os comportamentos dos colegas à volta... até o simples acto de fechar os olhos e aproveitar estar a aprender. Estar no exterior, e observar todo um mundo a nossa volta e a sorte que temos por estarmos ali, naquele momento, com aquelas pessoas, o quanto gostamos delas. Porquê estar noutro lugar qualquer? Eu penso assim. Sou feliz assim. E sim procuro sempre mais... mas não de forma obcecada e diária, não perdendo tempo a criar discussões ou problemas, não correndo de um lado para o outro sem reparar. A vida é algo tão fugaz... porquê correr e acordar um dia, ás portas da morte e pensar: -Que fui eu fazer?
Eu não vou viver uma vida perfeita, mas sei e vou fazer os possíveis para que não seja uma vida de arrependimentos... Podem dizer o mesmo?
(Tal como esperava, mesmo tendo razão e lógica, não fiz sentido algum... Mas quem quer fazer sentido? eu não)
Porque não posso simplesmente agir como devo?
Porque tenho de me manter fiel a mim?
Cansada de ser quem sou sem ter certeza disso, de não saber por que lado ir, vendo morte sem chorar, sufocando sem gritar, morta consecutivas vezes sem dar luta ou protesto.
Esfaqueando com agulhas quem me estende a mão, fazendo-os andar sobre pregos.
És uma merda Catarina, devias estar num Laboratório de Loucos.
Porque tenho de me manter fiel a mim?
Cansada de ser quem sou sem ter certeza disso, de não saber por que lado ir, vendo morte sem chorar, sufocando sem gritar, morta consecutivas vezes sem dar luta ou protesto.
Esfaqueando com agulhas quem me estende a mão, fazendo-os andar sobre pregos.
És uma merda Catarina, devias estar num Laboratório de Loucos.
19 de junho de 2010
-Desde quando é que escolheste o teu namorado em vez da tua melhor amiga?
-A partir do momento em que a minha melhor amiga disse que não queria saber de nada, que se esta a cagar, e esta completamente diferente da pessoa que eu conheci
-Da pessoa que te encobria da tua própria estupidez e que perdoava todos os erros cegamente. Cansei de fechar os olhos!
Não te vou aconselhar a algo que te faz mal.
Nem te perdoar o imperdoável.
Se queres uma fã ou alguém que te siga muito bem.
Ficas com a Cris e esqueces me.
Se queres uma verdadeira amiga tinhas me a mim,
mas já não tens.
E no dia em que o teu namorado te deixar, te bater ou te humilhar não me vou rir.
Vou te apenas dizer : A historia repete se e eu avisei te.
O que tu fizeste Sara não se faz
e foi algo que me prometeste nunca fazer.
Quebraste a tua promessa.
Pois agora eu quebro os laços de carinho e amizade que tivemos durante 9 anos.
Já perdoei demais, isto foi a gota de água.
Boa sorte na tua vida de falsas amigas e namorados agressivos.
Fica sabendo que o meu número de telemóvel é o mesmo.
-A partir do momento em que a minha melhor amiga disse que não queria saber de nada, que se esta a cagar, e esta completamente diferente da pessoa que eu conheci
-Da pessoa que te encobria da tua própria estupidez e que perdoava todos os erros cegamente.
Não te vou aconselhar a algo que te faz mal.
Nem te perdoar o imperdoável.
Se queres uma fã ou alguém que te siga muito bem.
Ficas com a Cris e esqueces me.
Se queres uma verdadeira amiga tinhas me a mim,
mas já não tens.
E no dia em que o teu namorado te deixar, te bater ou te humilhar não me vou rir.
Vou te apenas dizer : A historia repete se e eu avisei te.
O que tu fizeste Sara não se faz
e foi algo que me prometeste nunca fazer.
Quebraste a tua promessa.
Pois agora eu quebro os laços de carinho e amizade que tivemos durante 9 anos.
Já perdoei demais, isto foi a gota de água.
Boa sorte na tua vida de falsas amigas e namorados agressivos.
Fica sabendo que o meu número de telemóvel é o mesmo.
Há que ter coragem para fugir as vontades de vez em quando e apenas fazer a coisa certa. Não somos só nós no Universo, há pessoas em jogo as quais não podemos fugir. E os plurais e singulares deste pedaço de terra tornam se vulgarmente nossos, sem dar pelos ponteiros do relógio. Não sei do meu casaco, tenho de sair. Onde está o meu casaco? Procuro o amanhã. O dia já tarda e a noite balança nas portas do horizonte. Tenho gente a minha espera, levo outro casaco que não o meu. Que remédio! Que remédio fazer o que devemos e não o que queremos. Que remédio tenho eu de não levar o meu casaco.
18 de junho de 2010
17 de junho de 2010
Chegamos de manhã e ainda aqui nos encontramos.
As paredes brancas estão arranhadas pela loucura.
A cama nua coberta de sémen e outros fluidos.
Os lençóis jazem no chão.
Sangue aqui e ali, pequenas e deliciosas gotas no chão de madeira.
A janela foi deixada aberta para os sádicos espectadores e as cortinas esvoaçam, já meias rasgadas.
Quarto de prazeres extremos, em que qualquer tipo de restrições ou limites são deixados fora da porta.
A criatura, exausta e exasperada, encostada a uma parede espera que as mãos que há segundos lhe escorregaram pelo corpo regressem.
Esta noite o prazer é meu. Fodo-te, rego te com gasolina e deixo te com a memória da faísca do meu isqueiro.
Já tenho o que queria de ti.
As paredes brancas estão arranhadas pela loucura.
A cama nua coberta de sémen e outros fluidos.
Os lençóis jazem no chão.
Sangue aqui e ali, pequenas e deliciosas gotas no chão de madeira.
A janela foi deixada aberta para os sádicos espectadores e as cortinas esvoaçam, já meias rasgadas.
Quarto de prazeres extremos, em que qualquer tipo de restrições ou limites são deixados fora da porta.
A criatura, exausta e exasperada, encostada a uma parede espera que as mãos que há segundos lhe escorregaram pelo corpo regressem.
Esta noite o prazer é meu. Fodo-te, rego te com gasolina e deixo te com a memória da faísca do meu isqueiro.
Já tenho o que queria de ti.
11 de junho de 2010
Mulher,
Obra de arte descartável, objecto de desejo, ora pedaço de papel ora pedaço de carne, despedaçável de forma inteligível.
Camisa de forças das minhas forças, pecado de meus erros, Julieta em farrapos de luxuria.
Dissabor de noites amargas, esperas prolongadas, promessas sem fim.
Ilusão iludida, alma incompreendida, fuga de traições.
Em ti me perco, em ti me encontro, em ti me sinto e em ti existo.
Melhor viver por ti que para ti, melhor do que sofrer sozinho.
Companhia de tentações, usada e trocada por perdões, apostada por orgulho.
Álcool de palavras, mal usadas, acorrentadas, exageradas e sem fim.
Mantenho as minhas mentiras, uma por outra, em ti e para ti debitadas para que aja a certeza de eu ser homem e tu corpo meu.
Silhueta bonita, que nua esperas pela minha vinda , numa cama fria sem uso de ti.
Porque me amas mulher? Porque me queres? Porque me segues? Porque te enganas?
Obra de arte descartável, objecto de desejo, ora pedaço de papel ora pedaço de carne, despedaçável de forma inteligível.
Camisa de forças das minhas forças, pecado de meus erros, Julieta em farrapos de luxuria.
Dissabor de noites amargas, esperas prolongadas, promessas sem fim.
Ilusão iludida, alma incompreendida, fuga de traições.
Em ti me perco, em ti me encontro, em ti me sinto e em ti existo.
Melhor viver por ti que para ti, melhor do que sofrer sozinho.
Companhia de tentações, usada e trocada por perdões, apostada por orgulho.
Álcool de palavras, mal usadas, acorrentadas, exageradas e sem fim.
Mantenho as minhas mentiras, uma por outra, em ti e para ti debitadas para que aja a certeza de eu ser homem e tu corpo meu.
Silhueta bonita, que nua esperas pela minha vinda , numa cama fria sem uso de ti.
Porque me amas mulher? Porque me queres? Porque me segues? Porque te enganas?
9 de junho de 2010
Horas e horas num fio de água que insiste em correr sem cessar. Gota a gota transbordando. Uma explosão de exaustão, mal silenciada, talvez numa falhada tentativa de corrupção, evoluída para raiva em flor. Pontos e remendos numa boca sem remédio, salivando de fome e sede insaciáveis. O desejo incontrolável é processado e restringido a contenção vigiada. Por outros lados, suicidas planeiam exterminar a cobardia da omissão pela arte da matança, ou pelo politicamente correcto e pseudo punível homicídio.
adoro esta sociedade de jovens velhos relacionados com velhos jovens que insistem em dizer que sabem sem saber.
adoro esta sociedade de jovens velhos relacionados com velhos jovens que insistem em dizer que sabem sem saber.
5 de junho de 2010
Mentes loucas e sociopatas, com macacos pela trela, na minha rua ou na tua, envergando colares com glóbulos oculares e peles das suas vitimas.
Tudo faz parte da fantasia do espelho. Da oportunidade para ultrapassar Deus. De te dar a mão por um segundo. Acreditar que há loucos debaixo do tapete.
E tudo num desespero suspirando pela a tua atenção.
Uns sufocam se em espartilhos, outros esticam se em saltos altos.
Seja de qualquer forma ou jeito, já é espaço de tirares as almas do armário e perderes a gaveta das meias. De te fazeres possível para me ganhares direito de propriedade.
Tudo faz parte da fantasia do espelho. Da oportunidade para ultrapassar Deus. De te dar a mão por um segundo. Acreditar que há loucos debaixo do tapete.
E tudo num desespero suspirando pela a tua atenção.
Uns sufocam se em espartilhos, outros esticam se em saltos altos.
Seja de qualquer forma ou jeito, já é espaço de tirares as almas do armário e perderes a gaveta das meias. De te fazeres possível para me ganhares direito de propriedade.
4 de junho de 2010
O copo parte se, desfaz se na areia com a lentidão do tempo nos desertos. A dor emocional da múmia exagera se. Pura arte rejuvenescida. Quase perfeito malabarismo. De mão dada com a ampulheta corre em prados verdes. Uma experiência intelectualizada que necessita de vigia constante. Sem parar de correr. Puro ciclo vicioso de decadência humana... Ai como seria se não houvesse Deus algum! Se apenas o destino controlasse a mão e a mão controlasse o destino. Estou demasiado bebida com o álcool errado.
2 de junho de 2010
A tua distancia descalibrada e desequilibrada com essa mesma companhia diária desagrada me. Entre nós não há o que haver, e a sopa esta a esfriar. Não há amanha para a sobremesa. E eu consumo me em erros e vontades para me esquecer do prato principal. Mas volto para tocar piano todas as tardes contigo. Se ao menos tivesse corrido mais depressa, chegado mais longe, chegado primeiro. Talvez.... não! E até se calhar poderíamos comprar numa sex shop um candelabro de duas extensões, que se fariam então três, e o escondêssemos debaixo do casaco. Mas não daria... só há espaço para uma vela na mesa de jantar. E à noite poderíamos ouvir aquela musica em silencio mas não escapas às vozes da consciência moral. Poderias até mudar de trajes, mudar os olhos, virar mulher, não escaparias a queda no poço recheado de livros, pena e papel para amparar a queda. Nada mudaria se não o mudasses tu, sendo tu. Estando aqui.
1 de junho de 2010
E eu cansei de te ouvir. Não peças para perdoar. Não há perdão possível. Não peças para esquecer as memórias que não tenho. São anos e anos de ausências, silêncios, aniversários em que me vestias uma personagem que não era eu. Exigências e expectativas demasiado altas para alguém que não eu. Todo um disfarce de anos em que crescia sob a sombra de uma bipolaridade forçada. Não peças para te mostrar a realidade se continuas de olhos fechados. Não vale a pena. Chega! Basta! Cansei de todos esses papéis vitimados em forma de justificar pura ignorância e negligência. Cansei de esperar por um aniversário em que tivesses lá, comigo, e não com outro alguém senão eu. Fecha a porta e cala a boca, gastaram se todas as palavras. Não me és nada. Fica nesse canto a espera de morrer que eu fico neste com sede de te matar.
Ode a amada mãe de mim
Grito ecoa pelas paredes... mas tu não vens. Continuas sentada nessa cadeira. Calada. Desprezível. Mesquinha. Exemplo perfeito de desistência na evolução primata.
Odeio ter rasgado o ventre que me trouxe ao mundo só por ser o teu ventre. Não quero que sejas parte de mim, já que não sou parte alguma em ti. Não te quero conhecer embora te saiba de cor. E mesmo querendo impeço me de te abandonar. Odeio amar te. Odeio amar uma criatura intelectualmente inferior e mentalmente débil como tu. Velha carcaça que nunca conheceste amor, pois és incapacitada de sentir. O que entendes por amor é a tua drogada dependência. Dependência dele que é o teu tudo. Dependência de mim que acidentalmente vim ao mundo e de quem te serviste como muleta, muleta de ti, do teu vazio e da sua ausência. Dentro destas paredes, prisão de loucuras, escapa me a sanidade a cada dia que partilho contigo. A tua loucura é contagiosa, pegajosa, mas sei que não acabarei como tu. Há perto da tua cadeira a uma porta e eu passarei um dia. De vez, essa porta. Acredita que se olhar para trás é por compaixão do meu amor forçado pela natureza daquilo a que se chama filha, palavra cujo significado nunca assimilaste. Mas não te desejo mal, na verdade não te desejo nada.
Desejo nos distancia, para que possa abrir as asas e desprisionar me da tua louca dependência. Da minha crédula e ingénua compaixão. Da esperança que um dia assimiles a natureza.
29 de maio de 2010
De que serve ser se realmente alguém, mesmo sozinha, realmente pessoa, ser, criatura, criança, menina, mulher, se ao fim e ao cabo tudo isto se resume a ignorância e invisibilidade?
De que serve acumular todas as sensações possíveis e tirar prazer dos poucos segundos de felicidade se esses segundos são tão poucos e inconsequentes?
Para que questionar se nunca haveriam respostas?
Há quem se pergunte "Quem sou?" "Onde estou?" "Para onde vou?", pensando se inteligente e filosofo mas na verdade sendo um grande desperdício de tempo e espaço.
A vida não é para ser pensada! é para ser sentida. E já ninguém se sente.
Ser se boa menina e segui as regras e morais não leva a nada! eu não as sigo,E eu sou pessoa! alguém! mas de que serve rechear me de tudo o que se procura se quando me encontram não me dizem "Até amanhã".
Cansei de ser quem sou e não me posso fugir. Cansei de viver cada dia como se o mundo acabasse amanha... pois isso não mais me da proveito e prazer. Pois nada é proveitoso sozinha e intocada.
De que serve acumular todas as sensações possíveis e tirar prazer dos poucos segundos de felicidade se esses segundos são tão poucos e inconsequentes?
Para que questionar se nunca haveriam respostas?
Há quem se pergunte "Quem sou?" "Onde estou?" "Para onde vou?", pensando se inteligente e filosofo mas na verdade sendo um grande desperdício de tempo e espaço.
A vida não é para ser pensada! é para ser sentida. E já ninguém se sente.
Ser se boa menina e segui as regras e morais não leva a nada! eu não as sigo,E eu sou pessoa! alguém! mas de que serve rechear me de tudo o que se procura se quando me encontram não me dizem "Até amanhã".
Cansei de ser quem sou e não me posso fugir. Cansei de viver cada dia como se o mundo acabasse amanha... pois isso não mais me da proveito e prazer. Pois nada é proveitoso sozinha e intocada.
28 de maio de 2010
Falo te... fico feliz, não alegre, feliz! feliz só por te falar. e falo e falo, falo mais e falo do te que falei. e falo do que me falaste. e feliz, nao contente, feliz, muito feliz! comento e sonho. sonho e sou feliz. sonho do que falei e comentei e sonho ainda mais. e depois leio, e escrevo e caio na minha realidade... felicidade fugaz de pouca dura.. que volta sempre que falo mas nao mais do que um dia perdura... e sinto me triste... realmente triste... sem ter, nao só o que quero, ou como quero, mas sim sem ter o que urgentemente preciso.
tenho urgencia de satisfazer esta necessidade de ti. nao é capricho ou vontade banal.. é urgência... Tão urgente como o destino. urgencia urgente. que sufoca, que esmaga.
nao me ouves e eu nao te vejo. nao te ouço e nao me ves. nao falamos, apenas deixamos rapidos recados que servem para iludir o esquecimento e embelezar o acaso. eu tenho urgencia que nao seja apenas um acaso. porque aos meus olhos nao é acaso. aos meus olhos nao tem de ser assim. mas eu sou nova, ingenua e esperançosa... que sei eu da vida... que sei eu de ti...
tenho urgencia de satisfazer esta necessidade de ti. nao é capricho ou vontade banal.. é urgência... Tão urgente como o destino. urgencia urgente. que sufoca, que esmaga.
nao me ouves e eu nao te vejo. nao te ouço e nao me ves. nao falamos, apenas deixamos rapidos recados que servem para iludir o esquecimento e embelezar o acaso. eu tenho urgencia que nao seja apenas um acaso. porque aos meus olhos nao é acaso. aos meus olhos nao tem de ser assim. mas eu sou nova, ingenua e esperançosa... que sei eu da vida... que sei eu de ti...
22 de maio de 2010
pagamento atrasado, muitas vezes desfalcado e desproporcional.
para que ser politicamente correcto? para que pensar se demais? porque nao agir e pronto?
consequencias... todos nos as sofremos mas é algo a ultrapassar. porquê nao desenharmos a nossa propria concha de cor de força e com cortinas na parede sem janelas...
porquê apanhar o comboio?
porquê voltar a casa?
para que ser politicamente correcto? para que pensar se demais? porque nao agir e pronto?
consequencias... todos nos as sofremos mas é algo a ultrapassar. porquê nao desenharmos a nossa propria concha de cor de força e com cortinas na parede sem janelas...
porquê apanhar o comboio?
porquê voltar a casa?
cansas me com o teu amor.
sufocas me com a tua devoçao.
entre palavras doces e juras de eterna paixao, acabas com o pouco que ainda sinto por ti.
é tanta a nessecidade de companhia,~de acreditaçao, desse pedacinho de sentimento de estimaçao, que procuras em mim algo que se estende para alem da razao do razoavel e que em mim nao iras encontrar.
es ingenua e eu velho... nada do que queres tenho para te dar.. mas sou egoista demais para te largar...
amar é algo mais, para compensar a fugaz paixao, consumida por tedio poetico e tesao.
pois no fim tudo o que resta sao as palavras silenciadas e dois corpos nus extasiados...
e a tua desiluçao em algo que viste e acreditaste mas nao passa de miragem.
nao te esforces, espera... talvez um dia alguem te ame,
talvez morras de amor por alguem que te despreze.
talvez morras pela exaustao da procura... ou pelas maos de quem te encontrar.
sufocas me com a tua devoçao.
entre palavras doces e juras de eterna paixao, acabas com o pouco que ainda sinto por ti.
é tanta a nessecidade de companhia,~de acreditaçao, desse pedacinho de sentimento de estimaçao, que procuras em mim algo que se estende para alem da razao do razoavel e que em mim nao iras encontrar.
es ingenua e eu velho... nada do que queres tenho para te dar.. mas sou egoista demais para te largar...
amar é algo mais, para compensar a fugaz paixao, consumida por tedio poetico e tesao.
pois no fim tudo o que resta sao as palavras silenciadas e dois corpos nus extasiados...
e a tua desiluçao em algo que viste e acreditaste mas nao passa de miragem.
nao te esforces, espera... talvez um dia alguem te ame,
talvez morras de amor por alguem que te despreze.
talvez morras pela exaustao da procura... ou pelas maos de quem te encontrar.
17 de maio de 2010
Ornatos Violeta - Ouvi Dizer
Ouvi dizer que o nosso amor acabou.
Pois eu não tive a noção do seu fim!
Pelo que eu já tentei,
Eu não vou vê-lo em mim:
Se eu não tive a noção de ver nascer um homem.
E ao que eu vejo,
Tudo foi para ti
Uma estúpida canção que só eu ouvi!
E eu fiquei com tanto para dar!
E agora
Não vais achar nada bem
Que eu pague a conta em raiva!
E pudesse eu pagar de outra forma!
Ouvi dizer que o mundo acaba amanhã,
E eu tinha tantos planos pra depois!
Fui eu quem virou as páginas
Na pressa de chegar até nós;
Sem tirar das palavras seu cruel sentido!
Sobre a razão estar cega:
Resta-me apenas uma razão,
Um dia vais ser tu
E um homem como tu;
Como eu não fui;
Um dia vou-te ouvir dizer:
E pudesse eu pagar de outra forma!
Sei que um dia vais dizer:
E pudesse eu pagar de outra forma!
A cidade está deserta,
E alguém escreveu o teu nome em toda a parte:
Nas casas, nos carros, nas pontes, nas ruas.
Em todo o lado essa palavra
Repetida ao expoente da loucura!
Ora amarga! Ora doce!
Pra nos lembrar que o amor é uma doença,
Quando nele julgamos ver a nossa cura!
Pois eu não tive a noção do seu fim!
Pelo que eu já tentei,
Eu não vou vê-lo em mim:
Se eu não tive a noção de ver nascer um homem.
E ao que eu vejo,
Tudo foi para ti
Uma estúpida canção que só eu ouvi!
E eu fiquei com tanto para dar!
E agora
Não vais achar nada bem
Que eu pague a conta em raiva!
E pudesse eu pagar de outra forma!
Ouvi dizer que o mundo acaba amanhã,
E eu tinha tantos planos pra depois!
Fui eu quem virou as páginas
Na pressa de chegar até nós;
Sem tirar das palavras seu cruel sentido!
Sobre a razão estar cega:
Resta-me apenas uma razão,
Um dia vais ser tu
E um homem como tu;
Como eu não fui;
Um dia vou-te ouvir dizer:
E pudesse eu pagar de outra forma!
Sei que um dia vais dizer:
E pudesse eu pagar de outra forma!
A cidade está deserta,
E alguém escreveu o teu nome em toda a parte:
Nas casas, nos carros, nas pontes, nas ruas.
Em todo o lado essa palavra
Repetida ao expoente da loucura!
Ora amarga! Ora doce!
Pra nos lembrar que o amor é uma doença,
Quando nele julgamos ver a nossa cura!
sou boa demais... ou nunca boa o suficiente... porque é que nunca chega?
eu tento ate á exaustao... mesmo quando me mandam parar... mesmo quando eu mesma me mando parar pois ja piso o limite do ridiculo nas minhas tentativas paradas... poias nunca da em nada... pois dou tudo e nao recebo nada... nao mereço nada... nunca mereço nada... sou sempre a infeliz posta de lado mesmo quando se pensa que estou no centro. nunca ninguem me conhece... nunca ninguem se da ao trabalho de querer saber mais... e sou ridicularizada e substimadas por verdades disfarçadas de piadas que no fundo sao ao que tento fugir... nunca sou boa o suficiente a nada... posso sempre fazer melhor e no meu melhor nao chego a atingir o que querem... tenho sempre a obrigaçao de estar a espera.. pronta e sabida do que se segue... sou um claustro de defeitos e desilusoes em forma de borboletas que voam para longe, que fogem de mim... sinto me a piorar e esmorecer a cada dia que passa... o meu velho peso transborda do copo para o corpo... e enquanto as minhas maos tremem e o meu corpo cede de esforço abandonam me porque sou demais... demasiado boa... demasiado perfeita... demasiado pesado como carga a transportar... tiro o sono, levo a alma... amam me demais mas nao podem... nao aguentam... e voltamos ao mesmo... esforço me por nao ser boa... e ai exigem me a excelencia... a quem se admire de me ouvir a desparatar... pois tal genio nao se devia dar ao desplante... a quem se admire de me ouvir falar de algo com clareza e logica... a dizer algo inteligente... foi pobre alma como a minha nao sabe onde aquilo buscar... que mais querem de mim? QUE MAIS PRECISAM QUE DE?? NAO CHEGO OU SOU DEMAIS?? CEDO OU LUTO?? OBEDEÇO OU MANDO...?... o que for... mas nao me façam mais adivinhar... porque eu ja bati no fundo... e eu quero sair... por favor DEIXEM ME SAIR!! alguem me de a mao sem segundas intençoes... alguem me levante sem me julgar... que me julge sem me desacreditar... que nao me faça sentir pena ou tonelada... que me deixe existir sobre um proposito... longe da dor e da confusao fracassada de tentativas que sou eu.
eu tento ate á exaustao... mesmo quando me mandam parar... mesmo quando eu mesma me mando parar pois ja piso o limite do ridiculo nas minhas tentativas paradas... poias nunca da em nada... pois dou tudo e nao recebo nada... nao mereço nada... nunca mereço nada... sou sempre a infeliz posta de lado mesmo quando se pensa que estou no centro. nunca ninguem me conhece... nunca ninguem se da ao trabalho de querer saber mais... e sou ridicularizada e substimadas por verdades disfarçadas de piadas que no fundo sao ao que tento fugir... nunca sou boa o suficiente a nada... posso sempre fazer melhor e no meu melhor nao chego a atingir o que querem... tenho sempre a obrigaçao de estar a espera.. pronta e sabida do que se segue... sou um claustro de defeitos e desilusoes em forma de borboletas que voam para longe, que fogem de mim... sinto me a piorar e esmorecer a cada dia que passa... o meu velho peso transborda do copo para o corpo... e enquanto as minhas maos tremem e o meu corpo cede de esforço abandonam me porque sou demais... demasiado boa... demasiado perfeita... demasiado pesado como carga a transportar... tiro o sono, levo a alma... amam me demais mas nao podem... nao aguentam... e voltamos ao mesmo... esforço me por nao ser boa... e ai exigem me a excelencia... a quem se admire de me ouvir a desparatar... pois tal genio nao se devia dar ao desplante... a quem se admire de me ouvir falar de algo com clareza e logica... a dizer algo inteligente... foi pobre alma como a minha nao sabe onde aquilo buscar... que mais querem de mim? QUE MAIS PRECISAM QUE DE?? NAO CHEGO OU SOU DEMAIS?? CEDO OU LUTO?? OBEDEÇO OU MANDO...?... o que for... mas nao me façam mais adivinhar... porque eu ja bati no fundo... e eu quero sair... por favor DEIXEM ME SAIR!! alguem me de a mao sem segundas intençoes... alguem me levante sem me julgar... que me julge sem me desacreditar... que nao me faça sentir pena ou tonelada... que me deixe existir sobre um proposito... longe da dor e da confusao fracassada de tentativas que sou eu.
Go Go Dolls Iris
And I'd give up forever to touch you
Cause I know that you feel me somehow
You're the closest to heaven that I'll ever be
And I don't want to go home right now
And all I can taste is this moment
And all I can breathe is your life
Cause sooner or later it's over
I just don't want to miss you tonight
And I don't want the world to see me
Cause I don't think that they'd understand
When everything's made to be broken
I just want you to know who I am
And you can't fight the tears that ain't coming
Or the moment of truth in your lies
When everything feels like the movies
Yeah you bleed just to know you're alive
And I don't want the world to see me
Cause I don't think that they'd understand
When everything's made to be broken
I just want you to know who I am
(break and solo)
And I don't want the world to see me
'Cause I don't think they'd understand
When everything's made to be broken
I just want you to know who I am
And I don't want the world to see me
'Cause I don't think that they'd understand
When everything's made to be broken
I just want you to know who I am
I just want you to know who I am
I just want you to know who I am
I just want you to know who I am
Cause I know that you feel me somehow
You're the closest to heaven that I'll ever be
And I don't want to go home right now
And all I can taste is this moment
And all I can breathe is your life
Cause sooner or later it's over
I just don't want to miss you tonight
And I don't want the world to see me
Cause I don't think that they'd understand
When everything's made to be broken
I just want you to know who I am
And you can't fight the tears that ain't coming
Or the moment of truth in your lies
When everything feels like the movies
Yeah you bleed just to know you're alive
And I don't want the world to see me
Cause I don't think that they'd understand
When everything's made to be broken
I just want you to know who I am
(break and solo)
And I don't want the world to see me
'Cause I don't think they'd understand
When everything's made to be broken
I just want you to know who I am
And I don't want the world to see me
'Cause I don't think that they'd understand
When everything's made to be broken
I just want you to know who I am
I just want you to know who I am
I just want you to know who I am
I just want you to know who I am
29 de abril de 2010
não quero estar sozinha. mas não quero ter por perto alguém que não se importe. não quero ter alguém que pode ou não pode. quero alguém que não se preocupe... mas que se importe. e para quem eu tenha importância. alguém com quem o assunto nunca acabe. e com quem chorar e rir seja algo natural. alguém com possa contar para o bem e para o mal... alguém que me diga alguma coisa importante. que me queira conhecer e não se esconda. que me acorde para a vida sem me deitar abaixo. que não me magoe quando me quer ajudar. e que não me sufoque quando preciso de estar sozinha. mas que mesmo me deixando sozinha se mantenha lá. que esteja sempre lá. a distancia de uma palavra. que me trate com afecto. que se importe e me deixe importar. e não o faça durante os tempos e depois me deixe cair.
ou se calhar quero ninguém, pois esse alguém não existe.
ou se calhar quero ninguém, pois esse alguém não existe.
Eminem feat.Dina Rea - Superman
[Intro]
Oooooh
You high baby
Yeah
Ya'
Talk to me
You want me to tell you something
Uh-huh
I know what you want to hear...
Cause, I know you want me baby, I think I want you too
"I think I love you baby", I think I love you too
I'm here to save you girl, come be in Shady's world
I want to grow together, let's let our love unfurl
You know you want me baby, you know I want you too
They call me superman, i'm here to rescue you
I want to save you girl, come be in Shady's world
"Ooooh boy you drive me crazy", bitch you make me hurl...
They call me superman, leap tall hoes in a single bound
I'm single now, got no ring on this finger now
I'd never let another chick bring me down, in a relationship
Save it bitch, babysit, you make me sick
Superman ain't savin' shit, girl you can jump on Shady's dick
Straight from the hip, cut to the chase, I tell a muthafuckin' slut, to her face
Play no games, say no names, ever since I broke up with what's her face
I'm a different man, kiss my ass, kiss my lips, bitch why ask
Kiss my dick, get my cash, i'd rather have you whip my ass
Don't put out, i'll put you out, won't get out, i'll push you out
Puss blew out, poppin' shit, wouldn't piss on fire to put you out
Am I too nice, buy you ice, bitch if you died, I wouldn't buy you life
What you tryin' to be my new wife, what you Mariah, fly through twice...
But I do know one thing though, bitches, they come they go
Saturday through Sunday, Monday, Monday through Sunday yo'
Maybe i'll love you one day, maybe we'll someday grow
Till then just sit your drunk ass on that fuckin' runway ho'...
Cause I can't be your Superman
Can't be your Superman
Can't be your Superman
Can't be your Superman
I can't be your Superman
Can't be your Superman
Can't be your Superman
Your Superman, your Superman...
Don't get me wrong, I love these ho's
It's no secret, everybody knows
Yeah we fucked, bitch so what, that's about as far as your buddy goes
We'll be friends, i'll call you again, i'll chase you around every bar you attend
Never know what kind of car i'll be in, we'll see how much you'll be partying then
You don't want that, neither do I, I don't want to flip when I see you with guys
Too much pride, between you and I
Not a jealous man, but females lie
But I guess that's just what sluts do, how could it ever be just us two
I'd never love you enough to trust you, we just met and I just fucked you...
But I do know one thing though, bitches, they come they go
Saturday through Sunday, Monday, Monday through Sunday yo'
Maybe i'll love you one day, maybe we'll someday grow
Till then just sit your drunk ass on that fuckin' runway ho'...
Cause, I know you want me baby, I think I want you too
"I think I love you baby", I think I love you too
I'm here to save you girl, come be in Shady's world
I want to grow together, let's let our love unfurl
You know you want me baby, you know I want you too
They call me superman, i'm here to rescue you
I want to save you girl, come be in Shady's world
"Ooooh boy you drive me crazy", bitch you make me hurl...
First thing you say, "I'm not fazed, I hang around big stars all day
I don't see what the big deal is anyways
You're just plain old Marshall to me"
Ooh ya' girl run that game
"Hailie Jade, I love that name, love that tatoo, what's that say"
"Rot in pieces, uh, that's great"
First off you don't know Marshall, at all so don't grow partial
That's ammo for my arsenal, i'll slap you off that barstool
There goes another lawsuit, leave handprints all across you
Good Lordy whoadie, you must be gone off that water bottle
You want what you can't have, ooh girl that's too damn bad
Don't touch what you can't grab, end up with two backhands
Put anthrax on a tampax, and slap you till you can't stand
Girl you just blew your chance, don't mean to ruin your plans...
But I do know one thing though, bitches, they come they go
Saturday through Sunday, Monday, Monday through Sunday yo'
Maybe i'll love you one day, maybe we'll someday grow
Till then just sit your drunk ass on that fuckin' runway ho'...
Cause, I know you want me baby, I think I want you too
"I think I love you baby", I think I love you too
I'm here to save you girl, come be in Shady's world
I want to grow together, let's let our love unfurl
You know you want me baby, you know I want you too
They call me superman, i'm here to rescue you
I want to save you girl, come be in Shady's world
"Ooooh boy you drive me crazy", bitch you make me
Cause I can't be your Superman
Can't be your Superman
Can't be your Superman
Can't be your Superman
I can't be your Superman
Can't be your Superman
Can't be your Superman
Your Superman, your Superman...
Cause I can't be your Superman
Can't be your Superman
Can't be your Superman
Can't be your Superman
I can't be your Superman
Can't be your Superman
Can't be your Superman
Your Superman, your Superman...
17 de abril de 2010
odeio te
levas me ao desepero.
poes me fora de mim.
poes me em lagrimas.
e preciso te quanto... mas porque raio preciso tanto de ti na minha vida??
eu nao quero isto. chega...
incrivel que mesmo quando acaba as coisas nao param... e tornam se nesta bola de neve gigãnte que me esmaga
eu quero fugir daqui
o pior que fiz foi conhecer te... e nem sei se seria impossivel vivewr sem ti...
mas nao quero sequer saber...
so sei que perdi a liberdade de experimentar... e de ser jovem outra vez...
FALA HOMEM!!!
CARALHO!!
nao tens nada para me dizer ?
nada
a nao ser palavras bonitas que se esgotam depressa?
nao tens nada para dizer a mulher de quem tanto gostas?
vais deixar que nos resumamos a silencios tristes?
agora?? logo agora que cai em mim... e me vi dentro de uma gaiola. ... sendo publico mudo do teu silencio calado e ensurdecedor
levas me ao desepero.
poes me fora de mim.
poes me em lagrimas.
e preciso te quanto... mas porque raio preciso tanto de ti na minha vida??
eu nao quero isto. chega...
incrivel que mesmo quando acaba as coisas nao param... e tornam se nesta bola de neve gigãnte que me esmaga
eu quero fugir daqui
o pior que fiz foi conhecer te... e nem sei se seria impossivel vivewr sem ti...
mas nao quero sequer saber...
so sei que perdi a liberdade de experimentar... e de ser jovem outra vez...
FALA HOMEM!!!
CARALHO!!
nao tens nada para me dizer ?
nada
a nao ser palavras bonitas que se esgotam depressa?
nao tens nada para dizer a mulher de quem tanto gostas?
vais deixar que nos resumamos a silencios tristes?
agora?? logo agora que cai em mim... e me vi dentro de uma gaiola. ... sendo publico mudo do teu silencio calado e ensurdecedor
11 de abril de 2010
10 de abril de 2010
mas porque?
so quero saber porque!
porque tem de ser assim? porque nao é simples.
e calem se as bocas metediças... quero ser eu a arranjar respostas.. estou farta de dar ouvidos e ver me encurralada num buraco.
tambem isto nao seja melhor para mim, talvez sozinha seja o meu lugar... eu so saber porque e deixar de o ver em ti.
so quero saber porque!
porque tem de ser assim? porque nao é simples.
e calem se as bocas metediças... quero ser eu a arranjar respostas.. estou farta de dar ouvidos e ver me encurralada num buraco.
tambem isto nao seja melhor para mim, talvez sozinha seja o meu lugar... eu so saber porque e deixar de o ver em ti.
9 de abril de 2010
e agora sarada vejo,
o universo que nos separa,
e com o coraçao nas maos beijo,
os pedaços de vidro partido,
em que caminho na direçao do nevoeiro,
esperando recuperar o que me foi roubado.
mas por que é que eu choro?
porque é tudo tao doloroso e quase insuportavel?
porque é que estou colada ao chao a espera... a espera de nada.
de nada, ar e poeira... aprtir de agora para sempre...
estou perdida....................
o universo que nos separa,
e com o coraçao nas maos beijo,
os pedaços de vidro partido,
em que caminho na direçao do nevoeiro,
esperando recuperar o que me foi roubado.
mas por que é que eu choro?
porque é tudo tao doloroso e quase insuportavel?
porque é que estou colada ao chao a espera... a espera de nada.
de nada, ar e poeira... aprtir de agora para sempre...
estou perdida....................
8 de abril de 2010
como eu sou fanatica pelo meu signo e estou sempre a procura de algo giro sobra ele aqui esta a mais completa e resumida definiçao de escorpiao.
Escorpião
Incapaz de viver muito tempo na calma, apaixonado por transformações, é ansioso e exigente. Não lhe falta resistência nem energia e dá tudo de si em situações difíceis. Sente-se diferente dos outros, tem dificuldade em se integrar, ainda mais porque raramente está livre de tensão.
Lúcido, espírito penetrante, crítico e perspicaz. Percebe nos outros o "defeito da couraça". Determinado, concentrado, confiante. Não se deixa influenciar, manda na sua vida, portanto é responsável pelo que lhe acontece. Pode elevar-se ou decair.
Não gosta de ser contrariado, nem que indaguem dos seus motivos. Força situações, perspicaz, sutil, ardente, leal. Ajuda-se, se quiser, e aos outros. Vingativo, antagônico, sarcástico, violento. Auto-respeito, não se preocupa com o que os outros pensam, pois tem boa opinião de si. Tem como garantido. Bom julgamento. Também quer segurança emocional. Tudo ou nada. Ar impenetrável, face de jogador de pôquer. Não esquece quem lhe ajuda, nem quem lhe prejudica.
Pode prejudicar a saúde com atividade derrotista, melancolia, excesso de trabalho ou de qualquer coisa. Poder de recuperação surpreendente. Garganta, nariz e órgãos reprodutores vulneráveis, varizes e hemorragias nasais.
Seus desafios são constantes, principalmente nas áreas financeiras e sexual. Deve aprender a dar, receber e compartilhar recursos e prazeres. Ambicioso não aparente, espera oportunidade e pega-a imediatamente. Se usar seu grande potencial pode tornar-se pessoa influente.
Corpo: Vigoroso e magro, de estatura media; porte robusto. Olhar magnético, linguagem envolvente. Ritmo biológico acelerado; energia concentrada na expressão física, inquietação motora. Atrai acidentes e morte brusca. Propensões auto destrutivas com grande poder regenerativo.
Referência anatômica: genitais.
Remédio de fundo: calcaria sulfúrica.
Ervas harmonizantes: ginseng, guaraná, manjericão.
Incensos: Almíscar, Ópium e Eucalipto.
Psique: Ação das emoções sobre a base corporal. Inserção rebelde do ego aos contextos convencionais. Reflexos rápidos e audácia provocativa; caráter anti-conformista e criativo. Temperamento vital-motor; humor paradoxal. Pensamento engenhoso, de fluxo intermitente e conteúdo experimental; concentração dispersiva, memória seletiva. Gostos elaborados, hábitos inusitados; moral transformadora. Impulsos primários de rebelião criativa. Tendência à imprudência.
Afetividade: Sensível, inconstante e erótica. Sensualidade experimental intelectualizada. Paixões ardentes e possessivas; emoções e sentimentos poderosos e imaginativos. Busca do novo e impensado. Amor ciumento, obstinado e rancoroso
Incapaz de viver muito tempo na calma, apaixonado por transformações, é ansioso e exigente. Não lhe falta resistência nem energia e dá tudo de si em situações difíceis. Sente-se diferente dos outros, tem dificuldade em se integrar, ainda mais porque raramente está livre de tensão.
Lúcido, espírito penetrante, crítico e perspicaz. Percebe nos outros o "defeito da couraça". Determinado, concentrado, confiante. Não se deixa influenciar, manda na sua vida, portanto é responsável pelo que lhe acontece. Pode elevar-se ou decair.
Não gosta de ser contrariado, nem que indaguem dos seus motivos. Força situações, perspicaz, sutil, ardente, leal. Ajuda-se, se quiser, e aos outros. Vingativo, antagônico, sarcástico, violento. Auto-respeito, não se preocupa com o que os outros pensam, pois tem boa opinião de si. Tem como garantido. Bom julgamento. Também quer segurança emocional. Tudo ou nada. Ar impenetrável, face de jogador de pôquer. Não esquece quem lhe ajuda, nem quem lhe prejudica.
Pode prejudicar a saúde com atividade derrotista, melancolia, excesso de trabalho ou de qualquer coisa. Poder de recuperação surpreendente. Garganta, nariz e órgãos reprodutores vulneráveis, varizes e hemorragias nasais.
Seus desafios são constantes, principalmente nas áreas financeiras e sexual. Deve aprender a dar, receber e compartilhar recursos e prazeres. Ambicioso não aparente, espera oportunidade e pega-a imediatamente. Se usar seu grande potencial pode tornar-se pessoa influente.
Corpo: Vigoroso e magro, de estatura media; porte robusto. Olhar magnético, linguagem envolvente. Ritmo biológico acelerado; energia concentrada na expressão física, inquietação motora. Atrai acidentes e morte brusca. Propensões auto destrutivas com grande poder regenerativo.
Referência anatômica: genitais.
Remédio de fundo: calcaria sulfúrica.
Ervas harmonizantes: ginseng, guaraná, manjericão.
Incensos: Almíscar, Ópium e Eucalipto.
Psique: Ação das emoções sobre a base corporal. Inserção rebelde do ego aos contextos convencionais. Reflexos rápidos e audácia provocativa; caráter anti-conformista e criativo. Temperamento vital-motor; humor paradoxal. Pensamento engenhoso, de fluxo intermitente e conteúdo experimental; concentração dispersiva, memória seletiva. Gostos elaborados, hábitos inusitados; moral transformadora. Impulsos primários de rebelião criativa. Tendência à imprudência.
Afetividade: Sensível, inconstante e erótica. Sensualidade experimental intelectualizada. Paixões ardentes e possessivas; emoções e sentimentos poderosos e imaginativos. Busca do novo e impensado. Amor ciumento, obstinado e rancoroso
7 de abril de 2010
Sinto me triste. Tão triste. Se calhar os outros tem razão. Sou capaz de ser bipolar. A verdade é que sou uma montanha russa de emoções e atinjo extremos opostos com uma velocidade sobre-humana. Mas sinto me triste. Não na fossa mas... triste. Mil e umas coisas correm na cabeça e eu não consigo parar de pensar. E quando penso já se sabe o que acontece. Fico com dúvidas. Duvidas ate das minhas mais fortes certezas. Vejo me num abismo de possibilidades e penso se vou ou não cair. Se devo ou não devo. Se posso ou não posso. Se quero ou não quero. A verdade é que não sei o que quero. A coisas que quero tanto e tão pouco. Que me dizem tanto num momentos e se tornam insignificantes no outro. Isto deve certamente dever se a minha incapacidade emocional que me faz sentir tudo ao extremo mas de uma forma extremamente volátil. Por isso temo tanto ter uma relação fixa e exclusiva com alguém. Tenho medo de a magoar pela possibilidade de num dia a amar profundamente e no momento seguinte não a conseguir ter por perto.
É nestes momentos de escuridão interior que tenho uma maior necessidade de escrever. É sim uma necessidade, pois uso a escrita como mecanismo de defesa, para me defender de mim própria, e todas estas tentativas definitivas de mim própria só servem como ultimo recurso para não me perder.
Sou tantas catarinas numa só. Nem eu as posso contar. Muitas pessoas têm alter egos. Outras múltiplas personalidades. Mas maior parte reflecte se na personalidade dominante ou simplesmente embrenhando se numa doença personalitativa. E eu nem sei se esta palavra existe. Ou se o que escrevo faz sentido.
Só sei que não quero enlouquecer. E tenho imenso medo disso. Muito medo. Não me quero perder de mim própria. Muito menos em mim própria. Não quero olhar no espelho e não me reconhecer ou esquecer quem sou. E há quem diga que sou especial. Há quem diga que sou apenas inadaptável. Eu só acho que sou perdida. Estou diluída em mim mas cada parte esta dividida de forma irremediável. Eu não me consigo fundir numa só pessoa. Eu sou a menina inocente e carinhosa e bondosa e generosa e que confia em toda a gente e acredita no bom das pessoas. E sou a cabra insensível que todos odeiam e que só quer saber de si própria. E depois tenho a rapariga infantil e impulsiva que não tem noção do que faz. E tenho a adolescente rebelde que só se quer libertar. E tenho a filha desesperada por agradar e ser reconhecida. E tenho este eu que escreve sobre a sua vida sem a comandar. Vamos chamar lhe o que sóbrio e lúcido. Eu sou a mais forte e a mais fraca. A mais selvagem e a mais domada. A mais racional e a mais instintiva. Globalmente exausta. Exausta de ser eu. De ser este eu que de tanto pensar se e encontrar se não tem uma vida. Eu desiludo me constantemente. E não dou um passo de que não tema arrepender me. E em momentos sem bem quem sou. noutros... vejo me disso totalmente inconsciente. E há quem diga que um artista é uma alma amargurada mas eu já nem sei se artista é ou quero ser. Tudo o que fiz melhor na vida foi escrever e nem nisso sou realmente boa. Quem quero eu enganar? No meio de todas as minhas mascaras e tentativas de impedir os outros de verem tal como sou, não passo de uma miserável alma perdida a tentar ser algo. Sou uma criatura indefinida. Um bichinho que anda para aqui. Nem sequer a minha letra é coerente quanto mais eu própria. Sou um vício de coincidências, acasos e contradições. E já nem sei do que falo mais. Se calhar estou para aqui a falar e não sou nada. Apenas vomito palavras para o ar. Eu só quero... ser... e ter alguém para o ser comigo... é pedir demais?
É nestes momentos de escuridão interior que tenho uma maior necessidade de escrever. É sim uma necessidade, pois uso a escrita como mecanismo de defesa, para me defender de mim própria, e todas estas tentativas definitivas de mim própria só servem como ultimo recurso para não me perder.
Sou tantas catarinas numa só. Nem eu as posso contar. Muitas pessoas têm alter egos. Outras múltiplas personalidades. Mas maior parte reflecte se na personalidade dominante ou simplesmente embrenhando se numa doença personalitativa. E eu nem sei se esta palavra existe. Ou se o que escrevo faz sentido.
Só sei que não quero enlouquecer. E tenho imenso medo disso. Muito medo. Não me quero perder de mim própria. Muito menos em mim própria. Não quero olhar no espelho e não me reconhecer ou esquecer quem sou. E há quem diga que sou especial. Há quem diga que sou apenas inadaptável. Eu só acho que sou perdida. Estou diluída em mim mas cada parte esta dividida de forma irremediável. Eu não me consigo fundir numa só pessoa. Eu sou a menina inocente e carinhosa e bondosa e generosa e que confia em toda a gente e acredita no bom das pessoas. E sou a cabra insensível que todos odeiam e que só quer saber de si própria. E depois tenho a rapariga infantil e impulsiva que não tem noção do que faz. E tenho a adolescente rebelde que só se quer libertar. E tenho a filha desesperada por agradar e ser reconhecida. E tenho este eu que escreve sobre a sua vida sem a comandar. Vamos chamar lhe o que sóbrio e lúcido. Eu sou a mais forte e a mais fraca. A mais selvagem e a mais domada. A mais racional e a mais instintiva. Globalmente exausta. Exausta de ser eu. De ser este eu que de tanto pensar se e encontrar se não tem uma vida. Eu desiludo me constantemente. E não dou um passo de que não tema arrepender me. E em momentos sem bem quem sou. noutros... vejo me disso totalmente inconsciente. E há quem diga que um artista é uma alma amargurada mas eu já nem sei se artista é ou quero ser. Tudo o que fiz melhor na vida foi escrever e nem nisso sou realmente boa. Quem quero eu enganar? No meio de todas as minhas mascaras e tentativas de impedir os outros de verem tal como sou, não passo de uma miserável alma perdida a tentar ser algo. Sou uma criatura indefinida. Um bichinho que anda para aqui. Nem sequer a minha letra é coerente quanto mais eu própria. Sou um vício de coincidências, acasos e contradições. E já nem sei do que falo mais. Se calhar estou para aqui a falar e não sou nada. Apenas vomito palavras para o ar. Eu só quero... ser... e ter alguém para o ser comigo... é pedir demais?
6 de abril de 2010
Eu disse-o.
Eu simplesmente disse-o.
Eu finalmente disse-o.
Nunca essa palavra saiu de mim menos permeditada e mais impulsiva.
Eu disse-o.
Olhei te nos olhos e disse-o.
E para ti pode nao significar nada mas para mim significa muito.
Significa a minha recuperação do sentir.
E podes nem dize lo ou retribui-lo, eu disse-o, e fim.
Fim deste horrivel capitulo.
Eu simplesmente disse-o.
Eu finalmente disse-o.
Nunca essa palavra saiu de mim menos permeditada e mais impulsiva.
Eu disse-o.
Olhei te nos olhos e disse-o.
E para ti pode nao significar nada mas para mim significa muito.
Significa a minha recuperação do sentir.
E podes nem dize lo ou retribui-lo, eu disse-o, e fim.
Fim deste horrivel capitulo.
23 de março de 2010
20 de março de 2010
Já cedi o meu máximo e como boa actriz que sou tenho de me manter forte, aparentemente claro.
Estas palavras, eu não digo a ninguém. Tenho uma imagem a manter. E mesmo que não tivesse e as dissesse ninguém acreditaria.
Sou demasiado fria para tais palavras ou sentimentos.
Tudo o que cedo ou choro não são senão teatros elaborados para aumentar a credibilidade do meu intelecto.
Muito fria, pareço eu, que nunca receio nada. Que sou determinada e forte. Que não choro.
Não choro pouco. Todas as noites imito as 12 fontes que Napoleão ofereceu a Josefina e transbordo amada água.
Muito choro eu, mulher sem coração. Vadia de mil perdões. Puta de horas vagas das palavras dos falsos amantes.
Pura viciada do amor mas que dele nada ou pouco lhe resta.
Desgraçada e desventurada de mil descobertas e amarguras.
Amiga dos inimigos, pura e burra, anticristo que frequenta esquinas dos prazeres carnais e desvairados sem razão do ser, do ter ou do sentir. Princesa virginal de mil amantes profanos.
Estas palavras, eu não digo a ninguém. Tenho uma imagem a manter. E mesmo que não tivesse e as dissesse ninguém acreditaria.
Sou demasiado fria para tais palavras ou sentimentos.
Tudo o que cedo ou choro não são senão teatros elaborados para aumentar a credibilidade do meu intelecto.
Muito fria, pareço eu, que nunca receio nada. Que sou determinada e forte. Que não choro.
Não choro pouco. Todas as noites imito as 12 fontes que Napoleão ofereceu a Josefina e transbordo amada água.
Muito choro eu, mulher sem coração. Vadia de mil perdões. Puta de horas vagas das palavras dos falsos amantes.
Pura viciada do amor mas que dele nada ou pouco lhe resta.
Desgraçada e desventurada de mil descobertas e amarguras.
Amiga dos inimigos, pura e burra, anticristo que frequenta esquinas dos prazeres carnais e desvairados sem razão do ser, do ter ou do sentir. Princesa virginal de mil amantes profanos.
6 de fevereiro de 2010
5 de fevereiro de 2010
Palavras mudas que não se atrevem a se fazerem ouvir com medo de ferir algo ou alguém.
Que tipo de hipocrisia macabra é esta que nos influencia a mentir ou esconder factos ou até a divulgar falsas verdades em prol de algum tipo de valor?
Porque é errado dizer a alguém que é burro, que é falso, que é estúpido, que não tem noção das coisas entre muitas outras verdades insultuosas só porque é conveniente manter mos uma certa imagem contida de simpatia e disfarce?
E com isto não quero dizer que agora deveríamos dizer a toda a gente que se cruza connosco o que achamos no nosso mais intimo gosto. Alias, muitas vezes as nossas opiniões são fundadas por lados tomados, primeiras impressões, conversas desviadas, invejas laterais entre outras tantas cobras da sociedade e do carácter humano.
Sim. No fundo é esse o problema. Influencias.
Eu sou uma pessoa pouco influenciável e bastante influente. Não manipuladora. Influente. As pessoas que me conhecem confiam e acreditam no que digo pois sabem que é sempre fundamentado por algum factor verídico. E sabem que quando me informam que o que digo ou tento fazer acreditar não está certo eu aceito e tento averiguar. Odeio a ignorância por isso odeio estar errada e não digo nada sem o saber certo. Quando disparato faço o numa tentativa algumas vezes falhada de humor.
Mas não faz sentido este tipo de hipocrisias. Se alguém é muito nosso amigo ou familiar ou ate um desconhecido na rua devemos lhes sempre sinceridade! Seja numa pergunta tão simples como " Estou bonita hoje?" ou numa mais complicada como "Será que deverei casar ou não?". Sinceridade acima de tudo. Nunca deveremos dizer que gostamos de alguém se não o fazemos só porque essa pessoa é o namorado ou a grande amiga de uma pessoa importante para nós. Alias, tanto poderemos estar errados como poderemos estar a ver um lado da pessoa que a outra pessoa que conhecemos desconhece. Sinceridade e honestidade são uma prova de importância. É uma prova de que nos importamos e queremos saber. Deixem se de tretas!
E não faz sentido essas tão pretendidas psicanálises de pessoas que pensamos conhecer. A pessoa em questão pode ser o nosso pai ou a nossa melhor amiga ou o nosso marido. Alguém que conhecemos à anos e como a palma da nossa mão podem ter um universo desconhecido por nós que faz parte também do que conhecemos e da pessoa em geral. E nunca as devemos confrontar em público sobre as suas características pessoais. Sempre no privado. Porque aí passamos da estupidez à falta de respeito e esta sociedade de ignorantes, hipócritas e anormais ( pessoas inteligentes e independentes das noções gerais) desaba por completo.
Que tipo de hipocrisia macabra é esta que nos influencia a mentir ou esconder factos ou até a divulgar falsas verdades em prol de algum tipo de valor?
Porque é errado dizer a alguém que é burro, que é falso, que é estúpido, que não tem noção das coisas entre muitas outras verdades insultuosas só porque é conveniente manter mos uma certa imagem contida de simpatia e disfarce?
E com isto não quero dizer que agora deveríamos dizer a toda a gente que se cruza connosco o que achamos no nosso mais intimo gosto. Alias, muitas vezes as nossas opiniões são fundadas por lados tomados, primeiras impressões, conversas desviadas, invejas laterais entre outras tantas cobras da sociedade e do carácter humano.
Sim. No fundo é esse o problema. Influencias.
Eu sou uma pessoa pouco influenciável e bastante influente. Não manipuladora. Influente. As pessoas que me conhecem confiam e acreditam no que digo pois sabem que é sempre fundamentado por algum factor verídico. E sabem que quando me informam que o que digo ou tento fazer acreditar não está certo eu aceito e tento averiguar. Odeio a ignorância por isso odeio estar errada e não digo nada sem o saber certo. Quando disparato faço o numa tentativa algumas vezes falhada de humor.
Mas não faz sentido este tipo de hipocrisias. Se alguém é muito nosso amigo ou familiar ou ate um desconhecido na rua devemos lhes sempre sinceridade! Seja numa pergunta tão simples como " Estou bonita hoje?" ou numa mais complicada como "Será que deverei casar ou não?". Sinceridade acima de tudo. Nunca deveremos dizer que gostamos de alguém se não o fazemos só porque essa pessoa é o namorado ou a grande amiga de uma pessoa importante para nós. Alias, tanto poderemos estar errados como poderemos estar a ver um lado da pessoa que a outra pessoa que conhecemos desconhece. Sinceridade e honestidade são uma prova de importância. É uma prova de que nos importamos e queremos saber. Deixem se de tretas!
E não faz sentido essas tão pretendidas psicanálises de pessoas que pensamos conhecer. A pessoa em questão pode ser o nosso pai ou a nossa melhor amiga ou o nosso marido. Alguém que conhecemos à anos e como a palma da nossa mão podem ter um universo desconhecido por nós que faz parte também do que conhecemos e da pessoa em geral. E nunca as devemos confrontar em público sobre as suas características pessoais. Sempre no privado. Porque aí passamos da estupidez à falta de respeito e esta sociedade de ignorantes, hipócritas e anormais ( pessoas inteligentes e independentes das noções gerais) desaba por completo.
4 de fevereiro de 2010
Estou em piloto automatico. Estou la e nao estou.
Rio me mas nao estou contente.
Choro mas nao estou triste.
Nao ando... deambulo.
Deambulo por ai sem rumo... sem... programaçao.
E quao facil seria se fossemos programados. Determinados.
Se tivessemos realmente um destino e um proposito e um caracter e reagissemos sempre da mesma maneira a todas as situaçoes. Se nascessemos para cumprir uma lista de tarefas ou provaçoes, cumprirmos o nosso papel e depois sermos reciclados.
Mas nao.
Temos de tomar decisoes. Isso pesa. É extremamente penoso e traz uma grande responsabildade. Uma decisao errada pode mudar uma vida.
Isto obriga nos a pensar e ponderar cada momento da nossa vida.
Nao temos uma vida vivida. Vivemos uma vida pensada.
Por isso estou em piloto automatico. Cansada de pensar. Limito me a seguir uma rotina que me limita á interaçao.
A vida é fantastica!
Rio me mas nao estou contente.
Choro mas nao estou triste.
Nao ando... deambulo.
Deambulo por ai sem rumo... sem... programaçao.
E quao facil seria se fossemos programados. Determinados.
Se tivessemos realmente um destino e um proposito e um caracter e reagissemos sempre da mesma maneira a todas as situaçoes. Se nascessemos para cumprir uma lista de tarefas ou provaçoes, cumprirmos o nosso papel e depois sermos reciclados.
Mas nao.
Temos de tomar decisoes. Isso pesa. É extremamente penoso e traz uma grande responsabildade. Uma decisao errada pode mudar uma vida.
Isto obriga nos a pensar e ponderar cada momento da nossa vida.
Nao temos uma vida vivida. Vivemos uma vida pensada.
Por isso estou em piloto automatico. Cansada de pensar. Limito me a seguir uma rotina que me limita á interaçao.
A vida é fantastica!
31 de janeiro de 2010
Fantastico! A capacidade das pessoas se auto perdoarem convencendo-se que tem sempre uma razao coerente, algo que justifique o que fazem e que as absolva. algo que lhes alivie a consciencia.
Mas quando sao outros a errar e essas comiseras pessoas a sairem prejudicadas a historia muda. nao ha perdao ou justificaçao possivel que as façam mudar de ideias.
Por que raio as pessoas sao tao intolerantes em coisas tao mesquinhas e depois perdoam coisas que aparentemente nao deveriam ser perdoadas.
Alias.. quem pode falar de perdao? Quem pode decidir o perdao? O que o merece? O que nao o merece? Como e o que fazer para se perdoar?
Penso que o individuo/sujeio da situaçao de erro devia ser o primeiro a culpar se e censurar se e nao a perdoar se de seguida sob falsas razoes mas sim a aprender com o erro. Depois os prejudicados da mesma situaçao deveriam por se no lugar do culpado e tentar perdoa-lo pois orgulho e raiva, vinganças e esquemas, tentativas falhadas de destruir algo na vida de quem nao gostamos ou julgamos negativamente afim de nos sentirmos melhor so impede as relaçoes entre as pessoas. PENSO QUE É MESMO UM DEPERDICIO DE TEMPO E UMA MANIFESTAÇAO DE ESTUPIDEZ E INTOLERANCIA A TENTATIVA DE VINGANÇA OU A MA INTENÇAO.
Nada justifica o nao perdao para com alguem seja qual for a situaçao porque o sujeito que culpamos e rejeitamos pode estar numa posiçao que no futuro nos poderemos encontar.
Será que vale mesmo a pena? Afinal, temos de coabitar...
Mas quando sao outros a errar e essas comiseras pessoas a sairem prejudicadas a historia muda. nao ha perdao ou justificaçao possivel que as façam mudar de ideias.
Por que raio as pessoas sao tao intolerantes em coisas tao mesquinhas e depois perdoam coisas que aparentemente nao deveriam ser perdoadas.
Alias.. quem pode falar de perdao? Quem pode decidir o perdao? O que o merece? O que nao o merece? Como e o que fazer para se perdoar?
Penso que o individuo/sujeio da situaçao de erro devia ser o primeiro a culpar se e censurar se e nao a perdoar se de seguida sob falsas razoes mas sim a aprender com o erro. Depois os prejudicados da mesma situaçao deveriam por se no lugar do culpado e tentar perdoa-lo pois orgulho e raiva, vinganças e esquemas, tentativas falhadas de destruir algo na vida de quem nao gostamos ou julgamos negativamente afim de nos sentirmos melhor so impede as relaçoes entre as pessoas. PENSO QUE É MESMO UM DEPERDICIO DE TEMPO E UMA MANIFESTAÇAO DE ESTUPIDEZ E INTOLERANCIA A TENTATIVA DE VINGANÇA OU A MA INTENÇAO.
Nada justifica o nao perdao para com alguem seja qual for a situaçao porque o sujeito que culpamos e rejeitamos pode estar numa posiçao que no futuro nos poderemos encontar.
Será que vale mesmo a pena? Afinal, temos de coabitar...
24 de janeiro de 2010
amar é sentires te doente.
é sentires o coraçao constantemente comprimido.
é estares em constante sofrimento mas feliz por o estares porque sabes que vale a pena...
porque sabes que tudo desaparece quando ves e tocas nessa pessoa, pois tudo gira a sua volta.
tudo depende dela se ela desaparecesse tu desaparecerias por dentro.
é correres todos os riscos, e desistires de todos os sonhos e seres capaz de deixar todos os que amas para tras so para estares com essa pessoa.
nao queiras amar.
porque amar nao pode ser so actos bonitos e palavras doces. nao é passar eo luar nem sentir saudade antes de deitar.
amar nao é um deporto ou poesia... nao é algo que se explica... vive se... sente se...
quando amas queiras ou nao das te porque perdes controlo do teu movimento para depender da respiraçao de quem amas.
é sentires o coraçao constantemente comprimido.
é estares em constante sofrimento mas feliz por o estares porque sabes que vale a pena...
porque sabes que tudo desaparece quando ves e tocas nessa pessoa, pois tudo gira a sua volta.
tudo depende dela se ela desaparecesse tu desaparecerias por dentro.
é correres todos os riscos, e desistires de todos os sonhos e seres capaz de deixar todos os que amas para tras so para estares com essa pessoa.
nao queiras amar.
porque amar nao pode ser so actos bonitos e palavras doces. nao é passar eo luar nem sentir saudade antes de deitar.
amar nao é um deporto ou poesia... nao é algo que se explica... vive se... sente se...
quando amas queiras ou nao das te porque perdes controlo do teu movimento para depender da respiraçao de quem amas.
o significado do nada
O significado do nada, se o nada o for, ou o ser do nada existir é basico e resumido.
Nada foi... nada é e nada será.
Seja hoje, ontem ou amanha.
Nada muda, nada sente, nada vê.
Simplesmente nada..
ou será que nao?
Nada foi... nada é e nada será.
Seja hoje, ontem ou amanha.
Nada muda, nada sente, nada vê.
Simplesmente nada..
ou será que nao?
Lamento meu amigo,
e as minhas palalavras nao passam de lamentaçoes.
Lamento-te, lamento-me, lamento-nos.
Meu amor, lamento tudo á tua volta.
Meu companheiro, lamento tudo na minha vida.
E lamento lamentar te, e lamento
os lamentos que pronuncio
E lamento nada poder mudar,
e lamento todo o sofrimento vivido,
e lamento o meu amor por ti
e lamento ter te conhecido.
Mas nao lamento termo-nos cruzado,
poi nao teria vivido ou sentido,
e nada haveria a lamentar.
e as minhas palalavras nao passam de lamentaçoes.
Lamento-te, lamento-me, lamento-nos.
Meu amor, lamento tudo á tua volta.
Meu companheiro, lamento tudo na minha vida.
E lamento lamentar te, e lamento
os lamentos que pronuncio
E lamento nada poder mudar,
e lamento todo o sofrimento vivido,
e lamento o meu amor por ti
e lamento ter te conhecido.
Mas nao lamento termo-nos cruzado,
poi nao teria vivido ou sentido,
e nada haveria a lamentar.
Do you think you live in a fairy tale?
Control the violence in your eyes!
Don't live too fast, take time!
Meet me again, for the first time in a blind date,
Trust me, show me your inside.
Folow your body desires,
Don't show resistance, I'm just mentally instable.
Take it slow, don't be messy!
Look at me like a bloody vampire.
What a black and lost beautiful eyes are yours!
Fucking HardCore detective of lies!
Heart lawyers? What a Fuck?!
You're just all sweet and smoth... STOP!
Love in a DollHouse!
I want a true changele.. a toy...
Just Fun... JUST HAPPY!!!!
Control the violence in your eyes!
Don't live too fast, take time!
Meet me again, for the first time in a blind date,
Trust me, show me your inside.
Folow your body desires,
Don't show resistance, I'm just mentally instable.
Take it slow, don't be messy!
Look at me like a bloody vampire.
What a black and lost beautiful eyes are yours!
Fucking HardCore detective of lies!
Heart lawyers? What a Fuck?!
You're just all sweet and smoth... STOP!
Love in a DollHouse!
I want a true changele.. a toy...
Just Fun... JUST HAPPY!!!!
O cheiro que puseste na minha almofada evaporou e os lençois repousam frios e lisos... impassiveis á tua final ausencia.
Sabes... por fim alcanço que nao se pode recuperar o que nunca foi nosso, por isso me vejo impedida a lutar por ti, ou algo nessa embalagem vazia de ti, pois nunca foste meu nem pertenceste a nós.
Agora é só erguer a cabeça e deixar me levar pelo vento.
Tu vieste e foste. O mundo nao pára de girar e eu nao corto a garganta. Outros viram, outros iram.
Meu amor, é a vida.
E o que custa nao é voltar´a percorrer outro corpo ou sentir outra lingua depois de se estar vazio de amor, é tentar amar... isto nao custa... isso mata...
E na verdade realista dos dias soltos e inoportunos á inteligencia nao mata, pois no momento em que largaste a minha mao, enterrei meu coraçao e esvaziei o armario dos sentimentos.
Por isso nao me fales de dor ou sofrimento, se o sentes é porque queres pois és alma livre, cruel, impiedosa, fria e vazia de sensaçoes duradouras, pois o que doi mesmo é perder por outrém a capacidade de se sentir.
Nao venhas
Não venhas,
que deixo cair o copo,
que perco a postura,
que me perco de mim.
E nao tentes,
pois vêem me as lagrimas,
pois me encho de ternura,
pois te envolvo em mim.
Nao olhes,
queimas me a pele,
deitas me ao chao,
aranhas me a cara.
Nao toques,
volto a querer-te,
volto a chamar-te,
volto a voltar para ti.
Mas vou!
deixas cair o copo,
perdes a posturas,
perdes te de ti em mim.
Olho-te!
queimo-te a pele,
deito te ao chao,
aranho te a cara.
Toco-te!
voltas a querer me,
a chamar me,
voltas a querer voltar para mim.
E vens,
e chegas,
e eu agarro te,
e inalo te para o bolso.
que deixo cair o copo,
que perco a postura,
que me perco de mim.
E nao tentes,
pois vêem me as lagrimas,
pois me encho de ternura,
pois te envolvo em mim.
Nao olhes,
queimas me a pele,
deitas me ao chao,
aranhas me a cara.
Nao toques,
volto a querer-te,
volto a chamar-te,
volto a voltar para ti.
Mas vou!
deixas cair o copo,
perdes a posturas,
perdes te de ti em mim.
Olho-te!
queimo-te a pele,
deito te ao chao,
aranho te a cara.
Toco-te!
voltas a querer me,
a chamar me,
voltas a querer voltar para mim.
E vens,
e chegas,
e eu agarro te,
e inalo te para o bolso.
11 de novembro de 2009
''Estou cansada... é só...
Não deixa-me.. sai de cima de mim! espaço sim?! estou farta de ti!
Não! já disse que nao quero falar!
Não estou a chorar! Já te disse para me deixares em paz! Sai do quarto! Sai já do quarto! Não cala-te! Não quero ouvir... eu grito o quanto me apetecer! Já te disse para saires... fecha a porta... Cala- te de uma vez! Adeus... Saí do quarto Catarina, sai!... deixa-me em paz... ADEUS!''
''Eu não fugo de ti, não me escondo, nem te afasto. Não sou desagradavel, não te odeio, o que não quer dizer que goste de ti... se sorrio é por simpatia... por isso não te iludas... a nossa relação é puramente cordial e é so porque estou obrigada a viver contigo... percebeste Catarina?''
Não deixa-me.. sai de cima de mim! espaço sim?! estou farta de ti!
Não! já disse que nao quero falar!
Não estou a chorar! Já te disse para me deixares em paz! Sai do quarto! Sai já do quarto! Não cala-te! Não quero ouvir... eu grito o quanto me apetecer! Já te disse para saires... fecha a porta... Cala- te de uma vez! Adeus... Saí do quarto Catarina, sai!... deixa-me em paz... ADEUS!''
''Eu não fugo de ti, não me escondo, nem te afasto. Não sou desagradavel, não te odeio, o que não quer dizer que goste de ti... se sorrio é por simpatia... por isso não te iludas... a nossa relação é puramente cordial e é so porque estou obrigada a viver contigo... percebeste Catarina?''
choro porque não me dão um tiro,
9 de novembro de 2009
Paramore - Ignorance
If I'm a bad person, you don't like me
I guess I'll make my own way
It's a circle a mean cycle
I can't excite you anymore
Where's your gavel? Your jury?
What's my offense this time?
You're not a judge but if you're gonna judge me
Well, sentence me to another life.
Don't wanna hear your sad songs
I don't wanna feel your pain
When you swear it's all my fault
But you know we're not the same
We're not the same, oh, we're not the same
That the friends who stuck together
We wrote our names in blood
But I guess you can't accept that the change is good
It's good, it's good
Well you treat me just like another stranger
Well it's nice to meet you sir
I guess I'll go
I best be on my way out
You treat me just like another stranger
Well it's nice to meet you sir
I guess I'll go
I best be on my way out
Ignorance is your new best friend
Ignorance is your new best friend
This is the best thing that could've happened
Any longer and I wouldn't have made it
It's not a war no, it's not a rapture
I'm just a person but you can't take it
The same tricks that once fooled me
They won't get you anywhere
I'm not the same kid from your memory
Now I can fend for myself
Don't wanna hear your sad songs
I don't wanna feel your pain
When you swear it's all my fault
But you know we're not the same
We're not the same, oh, we're not the same
That the friends who stuck together
We wrote our names in blood
But I guess you can't accept that the change is good
It's good, it's good
Well, you treat me just like another stranger
Well it's nice to meet you sir
I guess I'll go
I best be on my way out
You treat me just like another stranger
Well it's nice to meet you sir
I guess I'll go
I best be on my way out
Ignorance is your new best friend
Ignorance is your new best friend
Ignorance is your new best friend
Ignorance is your new best friend
Well you treat me just like another stranger
Well it's nice to meet you sir
I guess I'll go
I best be on my way out
You treat me just like another stranger
Well it's nice to meet you sir
I guess I'll go
I best be on my way out
If I'm a bad person, you don't like me
I guess I'll make my own way
It's a circle a mean cycle
I can't excite you anymore
Where's your gavel? Your jury?
What's my offense this time?
You're not a judge but if you're gonna judge me
Well, sentence me to another life.
Don't wanna hear your sad songs
I don't wanna feel your pain
When you swear it's all my fault
But you know we're not the same
We're not the same, oh, we're not the same
That the friends who stuck together
We wrote our names in blood
But I guess you can't accept that the change is good
It's good, it's good
Well you treat me just like another stranger
Well it's nice to meet you sir
I guess I'll go
I best be on my way out
You treat me just like another stranger
Well it's nice to meet you sir
I guess I'll go
I best be on my way out
Ignorance is your new best friend
Ignorance is your new best friend
This is the best thing that could've happened
Any longer and I wouldn't have made it
It's not a war no, it's not a rapture
I'm just a person but you can't take it
The same tricks that once fooled me
They won't get you anywhere
I'm not the same kid from your memory
Now I can fend for myself
Don't wanna hear your sad songs
I don't wanna feel your pain
When you swear it's all my fault
But you know we're not the same
We're not the same, oh, we're not the same
That the friends who stuck together
We wrote our names in blood
But I guess you can't accept that the change is good
It's good, it's good
Well, you treat me just like another stranger
Well it's nice to meet you sir
I guess I'll go
I best be on my way out
You treat me just like another stranger
Well it's nice to meet you sir
I guess I'll go
I best be on my way out
Ignorance is your new best friend
Ignorance is your new best friend
Ignorance is your new best friend
Ignorance is your new best friend
Well you treat me just like another stranger
Well it's nice to meet you sir
I guess I'll go
I best be on my way out
You treat me just like another stranger
Well it's nice to meet you sir
I guess I'll go
I best be on my way out
8 de novembro de 2009
Ao ver me no comboio,
sozinha, pensativa,
não izites, vem,
pega me na mão,
leva me á saida.
Mostra me a cidade de cada paragem,
pois amanhã morreremos um para o outro,
e os anos passaram rapidos e impiedosos,
como a miragem deste dia.
Partilha comigo noções e opiniões,
quero saber te desconhecido,
mostra te menino meigo e perdido,
conta me a tua vida num cafe.
Como se o tempo fosse só nosso,
e só nós existissemos,
como se eu invadisse o teu sonho,
e tu estivesses a caminhar no meu.
E quando soarem as badaladas do amanhecer,
diz me adeus e deixa o sol nascer,
para mais uma miragem acontecer,
para mais um estranho me abordar,
e eu acabar por te esquecer.
sozinha, pensativa,
não izites, vem,
pega me na mão,
leva me á saida.
Mostra me a cidade de cada paragem,
pois amanhã morreremos um para o outro,
e os anos passaram rapidos e impiedosos,
como a miragem deste dia.
Partilha comigo noções e opiniões,
quero saber te desconhecido,
mostra te menino meigo e perdido,
conta me a tua vida num cafe.
Como se o tempo fosse só nosso,
e só nós existissemos,
como se eu invadisse o teu sonho,
e tu estivesses a caminhar no meu.
E quando soarem as badaladas do amanhecer,
diz me adeus e deixa o sol nascer,
para mais uma miragem acontecer,
para mais um estranho me abordar,
e eu acabar por te esquecer.
Subscrever:
Mensagens (Atom)