Escorpião
Incapaz de viver muito tempo na calma, apaixonado por transformações, é ansioso e exigente. Não lhe falta resistência nem energia e dá tudo de si em situações difíceis. Sente-se diferente dos outros, tem dificuldade em se integrar, ainda mais porque raramente está livre de tensão.
Lúcido, espírito penetrante, crítico e perspicaz. Percebe nos outros o "defeito da couraça". Determinado, concentrado, confiante. Não se deixa influenciar, manda na sua vida, portanto é responsável pelo que lhe acontece. Pode elevar-se ou decair.
Não gosta de ser contrariado, nem que indaguem dos seus motivos. Força situações, perspicaz, sutil, ardente, leal. Ajuda-se, se quiser, e aos outros. Vingativo, antagônico, sarcástico, violento. Auto-respeito, não se preocupa com o que os outros pensam, pois tem boa opinião de si. Tem como garantido. Bom julgamento. Também quer segurança emocional. Tudo ou nada. Ar impenetrável, face de jogador de pôquer. Não esquece quem lhe ajuda, nem quem lhe prejudica.
Pode prejudicar a saúde com atividade derrotista, melancolia, excesso de trabalho ou de qualquer coisa. Poder de recuperação surpreendente. Garganta, nariz e órgãos reprodutores vulneráveis, varizes e hemorragias nasais.
Seus desafios são constantes, principalmente nas áreas financeiras e sexual. Deve aprender a dar, receber e compartilhar recursos e prazeres. Ambicioso não aparente, espera oportunidade e pega-a imediatamente. Se usar seu grande potencial pode tornar-se pessoa influente.
Corpo: Vigoroso e magro, de estatura media; porte robusto. Olhar magnético, linguagem envolvente. Ritmo biológico acelerado; energia concentrada na expressão física, inquietação motora. Atrai acidentes e morte brusca. Propensões auto destrutivas com grande poder regenerativo.
Referência anatômica: genitais.
Remédio de fundo: calcaria sulfúrica.
Ervas harmonizantes: ginseng, guaraná, manjericão.
Incensos: Almíscar, Ópium e Eucalipto.
Psique: Ação das emoções sobre a base corporal. Inserção rebelde do ego aos contextos convencionais. Reflexos rápidos e audácia provocativa; caráter anti-conformista e criativo. Temperamento vital-motor; humor paradoxal. Pensamento engenhoso, de fluxo intermitente e conteúdo experimental; concentração dispersiva, memória seletiva. Gostos elaborados, hábitos inusitados; moral transformadora. Impulsos primários de rebelião criativa. Tendência à imprudência.
Afetividade: Sensível, inconstante e erótica. Sensualidade experimental intelectualizada. Paixões ardentes e possessivas; emoções e sentimentos poderosos e imaginativos. Busca do novo e impensado. Amor ciumento, obstinado e rancoroso
8 de abril de 2010
7 de abril de 2010
Sinto me triste. Tão triste. Se calhar os outros tem razão. Sou capaz de ser bipolar. A verdade é que sou uma montanha russa de emoções e atinjo extremos opostos com uma velocidade sobre-humana. Mas sinto me triste. Não na fossa mas... triste. Mil e umas coisas correm na cabeça e eu não consigo parar de pensar. E quando penso já se sabe o que acontece. Fico com dúvidas. Duvidas ate das minhas mais fortes certezas. Vejo me num abismo de possibilidades e penso se vou ou não cair. Se devo ou não devo. Se posso ou não posso. Se quero ou não quero. A verdade é que não sei o que quero. A coisas que quero tanto e tão pouco. Que me dizem tanto num momentos e se tornam insignificantes no outro. Isto deve certamente dever se a minha incapacidade emocional que me faz sentir tudo ao extremo mas de uma forma extremamente volátil. Por isso temo tanto ter uma relação fixa e exclusiva com alguém. Tenho medo de a magoar pela possibilidade de num dia a amar profundamente e no momento seguinte não a conseguir ter por perto.
É nestes momentos de escuridão interior que tenho uma maior necessidade de escrever. É sim uma necessidade, pois uso a escrita como mecanismo de defesa, para me defender de mim própria, e todas estas tentativas definitivas de mim própria só servem como ultimo recurso para não me perder.
Sou tantas catarinas numa só. Nem eu as posso contar. Muitas pessoas têm alter egos. Outras múltiplas personalidades. Mas maior parte reflecte se na personalidade dominante ou simplesmente embrenhando se numa doença personalitativa. E eu nem sei se esta palavra existe. Ou se o que escrevo faz sentido.
Só sei que não quero enlouquecer. E tenho imenso medo disso. Muito medo. Não me quero perder de mim própria. Muito menos em mim própria. Não quero olhar no espelho e não me reconhecer ou esquecer quem sou. E há quem diga que sou especial. Há quem diga que sou apenas inadaptável. Eu só acho que sou perdida. Estou diluída em mim mas cada parte esta dividida de forma irremediável. Eu não me consigo fundir numa só pessoa. Eu sou a menina inocente e carinhosa e bondosa e generosa e que confia em toda a gente e acredita no bom das pessoas. E sou a cabra insensível que todos odeiam e que só quer saber de si própria. E depois tenho a rapariga infantil e impulsiva que não tem noção do que faz. E tenho a adolescente rebelde que só se quer libertar. E tenho a filha desesperada por agradar e ser reconhecida. E tenho este eu que escreve sobre a sua vida sem a comandar. Vamos chamar lhe o que sóbrio e lúcido. Eu sou a mais forte e a mais fraca. A mais selvagem e a mais domada. A mais racional e a mais instintiva. Globalmente exausta. Exausta de ser eu. De ser este eu que de tanto pensar se e encontrar se não tem uma vida. Eu desiludo me constantemente. E não dou um passo de que não tema arrepender me. E em momentos sem bem quem sou. noutros... vejo me disso totalmente inconsciente. E há quem diga que um artista é uma alma amargurada mas eu já nem sei se artista é ou quero ser. Tudo o que fiz melhor na vida foi escrever e nem nisso sou realmente boa. Quem quero eu enganar? No meio de todas as minhas mascaras e tentativas de impedir os outros de verem tal como sou, não passo de uma miserável alma perdida a tentar ser algo. Sou uma criatura indefinida. Um bichinho que anda para aqui. Nem sequer a minha letra é coerente quanto mais eu própria. Sou um vício de coincidências, acasos e contradições. E já nem sei do que falo mais. Se calhar estou para aqui a falar e não sou nada. Apenas vomito palavras para o ar. Eu só quero... ser... e ter alguém para o ser comigo... é pedir demais?
É nestes momentos de escuridão interior que tenho uma maior necessidade de escrever. É sim uma necessidade, pois uso a escrita como mecanismo de defesa, para me defender de mim própria, e todas estas tentativas definitivas de mim própria só servem como ultimo recurso para não me perder.
Sou tantas catarinas numa só. Nem eu as posso contar. Muitas pessoas têm alter egos. Outras múltiplas personalidades. Mas maior parte reflecte se na personalidade dominante ou simplesmente embrenhando se numa doença personalitativa. E eu nem sei se esta palavra existe. Ou se o que escrevo faz sentido.
Só sei que não quero enlouquecer. E tenho imenso medo disso. Muito medo. Não me quero perder de mim própria. Muito menos em mim própria. Não quero olhar no espelho e não me reconhecer ou esquecer quem sou. E há quem diga que sou especial. Há quem diga que sou apenas inadaptável. Eu só acho que sou perdida. Estou diluída em mim mas cada parte esta dividida de forma irremediável. Eu não me consigo fundir numa só pessoa. Eu sou a menina inocente e carinhosa e bondosa e generosa e que confia em toda a gente e acredita no bom das pessoas. E sou a cabra insensível que todos odeiam e que só quer saber de si própria. E depois tenho a rapariga infantil e impulsiva que não tem noção do que faz. E tenho a adolescente rebelde que só se quer libertar. E tenho a filha desesperada por agradar e ser reconhecida. E tenho este eu que escreve sobre a sua vida sem a comandar. Vamos chamar lhe o que sóbrio e lúcido. Eu sou a mais forte e a mais fraca. A mais selvagem e a mais domada. A mais racional e a mais instintiva. Globalmente exausta. Exausta de ser eu. De ser este eu que de tanto pensar se e encontrar se não tem uma vida. Eu desiludo me constantemente. E não dou um passo de que não tema arrepender me. E em momentos sem bem quem sou. noutros... vejo me disso totalmente inconsciente. E há quem diga que um artista é uma alma amargurada mas eu já nem sei se artista é ou quero ser. Tudo o que fiz melhor na vida foi escrever e nem nisso sou realmente boa. Quem quero eu enganar? No meio de todas as minhas mascaras e tentativas de impedir os outros de verem tal como sou, não passo de uma miserável alma perdida a tentar ser algo. Sou uma criatura indefinida. Um bichinho que anda para aqui. Nem sequer a minha letra é coerente quanto mais eu própria. Sou um vício de coincidências, acasos e contradições. E já nem sei do que falo mais. Se calhar estou para aqui a falar e não sou nada. Apenas vomito palavras para o ar. Eu só quero... ser... e ter alguém para o ser comigo... é pedir demais?
6 de abril de 2010
Eu disse-o.
Eu simplesmente disse-o.
Eu finalmente disse-o.
Nunca essa palavra saiu de mim menos permeditada e mais impulsiva.
Eu disse-o.
Olhei te nos olhos e disse-o.
E para ti pode nao significar nada mas para mim significa muito.
Significa a minha recuperação do sentir.
E podes nem dize lo ou retribui-lo, eu disse-o, e fim.
Fim deste horrivel capitulo.
Eu simplesmente disse-o.
Eu finalmente disse-o.
Nunca essa palavra saiu de mim menos permeditada e mais impulsiva.
Eu disse-o.
Olhei te nos olhos e disse-o.
E para ti pode nao significar nada mas para mim significa muito.
Significa a minha recuperação do sentir.
E podes nem dize lo ou retribui-lo, eu disse-o, e fim.
Fim deste horrivel capitulo.
23 de março de 2010
20 de março de 2010
Já cedi o meu máximo e como boa actriz que sou tenho de me manter forte, aparentemente claro.
Estas palavras, eu não digo a ninguém. Tenho uma imagem a manter. E mesmo que não tivesse e as dissesse ninguém acreditaria.
Sou demasiado fria para tais palavras ou sentimentos.
Tudo o que cedo ou choro não são senão teatros elaborados para aumentar a credibilidade do meu intelecto.
Muito fria, pareço eu, que nunca receio nada. Que sou determinada e forte. Que não choro.
Não choro pouco. Todas as noites imito as 12 fontes que Napoleão ofereceu a Josefina e transbordo amada água.
Muito choro eu, mulher sem coração. Vadia de mil perdões. Puta de horas vagas das palavras dos falsos amantes.
Pura viciada do amor mas que dele nada ou pouco lhe resta.
Desgraçada e desventurada de mil descobertas e amarguras.
Amiga dos inimigos, pura e burra, anticristo que frequenta esquinas dos prazeres carnais e desvairados sem razão do ser, do ter ou do sentir. Princesa virginal de mil amantes profanos.
Estas palavras, eu não digo a ninguém. Tenho uma imagem a manter. E mesmo que não tivesse e as dissesse ninguém acreditaria.
Sou demasiado fria para tais palavras ou sentimentos.
Tudo o que cedo ou choro não são senão teatros elaborados para aumentar a credibilidade do meu intelecto.
Muito fria, pareço eu, que nunca receio nada. Que sou determinada e forte. Que não choro.
Não choro pouco. Todas as noites imito as 12 fontes que Napoleão ofereceu a Josefina e transbordo amada água.
Muito choro eu, mulher sem coração. Vadia de mil perdões. Puta de horas vagas das palavras dos falsos amantes.
Pura viciada do amor mas que dele nada ou pouco lhe resta.
Desgraçada e desventurada de mil descobertas e amarguras.
Amiga dos inimigos, pura e burra, anticristo que frequenta esquinas dos prazeres carnais e desvairados sem razão do ser, do ter ou do sentir. Princesa virginal de mil amantes profanos.
6 de fevereiro de 2010
5 de fevereiro de 2010
Palavras mudas que não se atrevem a se fazerem ouvir com medo de ferir algo ou alguém.
Que tipo de hipocrisia macabra é esta que nos influencia a mentir ou esconder factos ou até a divulgar falsas verdades em prol de algum tipo de valor?
Porque é errado dizer a alguém que é burro, que é falso, que é estúpido, que não tem noção das coisas entre muitas outras verdades insultuosas só porque é conveniente manter mos uma certa imagem contida de simpatia e disfarce?
E com isto não quero dizer que agora deveríamos dizer a toda a gente que se cruza connosco o que achamos no nosso mais intimo gosto. Alias, muitas vezes as nossas opiniões são fundadas por lados tomados, primeiras impressões, conversas desviadas, invejas laterais entre outras tantas cobras da sociedade e do carácter humano.
Sim. No fundo é esse o problema. Influencias.
Eu sou uma pessoa pouco influenciável e bastante influente. Não manipuladora. Influente. As pessoas que me conhecem confiam e acreditam no que digo pois sabem que é sempre fundamentado por algum factor verídico. E sabem que quando me informam que o que digo ou tento fazer acreditar não está certo eu aceito e tento averiguar. Odeio a ignorância por isso odeio estar errada e não digo nada sem o saber certo. Quando disparato faço o numa tentativa algumas vezes falhada de humor.
Mas não faz sentido este tipo de hipocrisias. Se alguém é muito nosso amigo ou familiar ou ate um desconhecido na rua devemos lhes sempre sinceridade! Seja numa pergunta tão simples como " Estou bonita hoje?" ou numa mais complicada como "Será que deverei casar ou não?". Sinceridade acima de tudo. Nunca deveremos dizer que gostamos de alguém se não o fazemos só porque essa pessoa é o namorado ou a grande amiga de uma pessoa importante para nós. Alias, tanto poderemos estar errados como poderemos estar a ver um lado da pessoa que a outra pessoa que conhecemos desconhece. Sinceridade e honestidade são uma prova de importância. É uma prova de que nos importamos e queremos saber. Deixem se de tretas!
E não faz sentido essas tão pretendidas psicanálises de pessoas que pensamos conhecer. A pessoa em questão pode ser o nosso pai ou a nossa melhor amiga ou o nosso marido. Alguém que conhecemos à anos e como a palma da nossa mão podem ter um universo desconhecido por nós que faz parte também do que conhecemos e da pessoa em geral. E nunca as devemos confrontar em público sobre as suas características pessoais. Sempre no privado. Porque aí passamos da estupidez à falta de respeito e esta sociedade de ignorantes, hipócritas e anormais ( pessoas inteligentes e independentes das noções gerais) desaba por completo.
Que tipo de hipocrisia macabra é esta que nos influencia a mentir ou esconder factos ou até a divulgar falsas verdades em prol de algum tipo de valor?
Porque é errado dizer a alguém que é burro, que é falso, que é estúpido, que não tem noção das coisas entre muitas outras verdades insultuosas só porque é conveniente manter mos uma certa imagem contida de simpatia e disfarce?
E com isto não quero dizer que agora deveríamos dizer a toda a gente que se cruza connosco o que achamos no nosso mais intimo gosto. Alias, muitas vezes as nossas opiniões são fundadas por lados tomados, primeiras impressões, conversas desviadas, invejas laterais entre outras tantas cobras da sociedade e do carácter humano.
Sim. No fundo é esse o problema. Influencias.
Eu sou uma pessoa pouco influenciável e bastante influente. Não manipuladora. Influente. As pessoas que me conhecem confiam e acreditam no que digo pois sabem que é sempre fundamentado por algum factor verídico. E sabem que quando me informam que o que digo ou tento fazer acreditar não está certo eu aceito e tento averiguar. Odeio a ignorância por isso odeio estar errada e não digo nada sem o saber certo. Quando disparato faço o numa tentativa algumas vezes falhada de humor.
Mas não faz sentido este tipo de hipocrisias. Se alguém é muito nosso amigo ou familiar ou ate um desconhecido na rua devemos lhes sempre sinceridade! Seja numa pergunta tão simples como " Estou bonita hoje?" ou numa mais complicada como "Será que deverei casar ou não?". Sinceridade acima de tudo. Nunca deveremos dizer que gostamos de alguém se não o fazemos só porque essa pessoa é o namorado ou a grande amiga de uma pessoa importante para nós. Alias, tanto poderemos estar errados como poderemos estar a ver um lado da pessoa que a outra pessoa que conhecemos desconhece. Sinceridade e honestidade são uma prova de importância. É uma prova de que nos importamos e queremos saber. Deixem se de tretas!
E não faz sentido essas tão pretendidas psicanálises de pessoas que pensamos conhecer. A pessoa em questão pode ser o nosso pai ou a nossa melhor amiga ou o nosso marido. Alguém que conhecemos à anos e como a palma da nossa mão podem ter um universo desconhecido por nós que faz parte também do que conhecemos e da pessoa em geral. E nunca as devemos confrontar em público sobre as suas características pessoais. Sempre no privado. Porque aí passamos da estupidez à falta de respeito e esta sociedade de ignorantes, hipócritas e anormais ( pessoas inteligentes e independentes das noções gerais) desaba por completo.
4 de fevereiro de 2010
Estou em piloto automatico. Estou la e nao estou.
Rio me mas nao estou contente.
Choro mas nao estou triste.
Nao ando... deambulo.
Deambulo por ai sem rumo... sem... programaçao.
E quao facil seria se fossemos programados. Determinados.
Se tivessemos realmente um destino e um proposito e um caracter e reagissemos sempre da mesma maneira a todas as situaçoes. Se nascessemos para cumprir uma lista de tarefas ou provaçoes, cumprirmos o nosso papel e depois sermos reciclados.
Mas nao.
Temos de tomar decisoes. Isso pesa. É extremamente penoso e traz uma grande responsabildade. Uma decisao errada pode mudar uma vida.
Isto obriga nos a pensar e ponderar cada momento da nossa vida.
Nao temos uma vida vivida. Vivemos uma vida pensada.
Por isso estou em piloto automatico. Cansada de pensar. Limito me a seguir uma rotina que me limita á interaçao.
A vida é fantastica!
Rio me mas nao estou contente.
Choro mas nao estou triste.
Nao ando... deambulo.
Deambulo por ai sem rumo... sem... programaçao.
E quao facil seria se fossemos programados. Determinados.
Se tivessemos realmente um destino e um proposito e um caracter e reagissemos sempre da mesma maneira a todas as situaçoes. Se nascessemos para cumprir uma lista de tarefas ou provaçoes, cumprirmos o nosso papel e depois sermos reciclados.
Mas nao.
Temos de tomar decisoes. Isso pesa. É extremamente penoso e traz uma grande responsabildade. Uma decisao errada pode mudar uma vida.
Isto obriga nos a pensar e ponderar cada momento da nossa vida.
Nao temos uma vida vivida. Vivemos uma vida pensada.
Por isso estou em piloto automatico. Cansada de pensar. Limito me a seguir uma rotina que me limita á interaçao.
A vida é fantastica!
31 de janeiro de 2010
Fantastico! A capacidade das pessoas se auto perdoarem convencendo-se que tem sempre uma razao coerente, algo que justifique o que fazem e que as absolva. algo que lhes alivie a consciencia.
Mas quando sao outros a errar e essas comiseras pessoas a sairem prejudicadas a historia muda. nao ha perdao ou justificaçao possivel que as façam mudar de ideias.
Por que raio as pessoas sao tao intolerantes em coisas tao mesquinhas e depois perdoam coisas que aparentemente nao deveriam ser perdoadas.
Alias.. quem pode falar de perdao? Quem pode decidir o perdao? O que o merece? O que nao o merece? Como e o que fazer para se perdoar?
Penso que o individuo/sujeio da situaçao de erro devia ser o primeiro a culpar se e censurar se e nao a perdoar se de seguida sob falsas razoes mas sim a aprender com o erro. Depois os prejudicados da mesma situaçao deveriam por se no lugar do culpado e tentar perdoa-lo pois orgulho e raiva, vinganças e esquemas, tentativas falhadas de destruir algo na vida de quem nao gostamos ou julgamos negativamente afim de nos sentirmos melhor so impede as relaçoes entre as pessoas. PENSO QUE É MESMO UM DEPERDICIO DE TEMPO E UMA MANIFESTAÇAO DE ESTUPIDEZ E INTOLERANCIA A TENTATIVA DE VINGANÇA OU A MA INTENÇAO.
Nada justifica o nao perdao para com alguem seja qual for a situaçao porque o sujeito que culpamos e rejeitamos pode estar numa posiçao que no futuro nos poderemos encontar.
Será que vale mesmo a pena? Afinal, temos de coabitar...
Mas quando sao outros a errar e essas comiseras pessoas a sairem prejudicadas a historia muda. nao ha perdao ou justificaçao possivel que as façam mudar de ideias.
Por que raio as pessoas sao tao intolerantes em coisas tao mesquinhas e depois perdoam coisas que aparentemente nao deveriam ser perdoadas.
Alias.. quem pode falar de perdao? Quem pode decidir o perdao? O que o merece? O que nao o merece? Como e o que fazer para se perdoar?
Penso que o individuo/sujeio da situaçao de erro devia ser o primeiro a culpar se e censurar se e nao a perdoar se de seguida sob falsas razoes mas sim a aprender com o erro. Depois os prejudicados da mesma situaçao deveriam por se no lugar do culpado e tentar perdoa-lo pois orgulho e raiva, vinganças e esquemas, tentativas falhadas de destruir algo na vida de quem nao gostamos ou julgamos negativamente afim de nos sentirmos melhor so impede as relaçoes entre as pessoas. PENSO QUE É MESMO UM DEPERDICIO DE TEMPO E UMA MANIFESTAÇAO DE ESTUPIDEZ E INTOLERANCIA A TENTATIVA DE VINGANÇA OU A MA INTENÇAO.
Nada justifica o nao perdao para com alguem seja qual for a situaçao porque o sujeito que culpamos e rejeitamos pode estar numa posiçao que no futuro nos poderemos encontar.
Será que vale mesmo a pena? Afinal, temos de coabitar...
24 de janeiro de 2010
amar é sentires te doente.
é sentires o coraçao constantemente comprimido.
é estares em constante sofrimento mas feliz por o estares porque sabes que vale a pena...
porque sabes que tudo desaparece quando ves e tocas nessa pessoa, pois tudo gira a sua volta.
tudo depende dela se ela desaparecesse tu desaparecerias por dentro.
é correres todos os riscos, e desistires de todos os sonhos e seres capaz de deixar todos os que amas para tras so para estares com essa pessoa.
nao queiras amar.
porque amar nao pode ser so actos bonitos e palavras doces. nao é passar eo luar nem sentir saudade antes de deitar.
amar nao é um deporto ou poesia... nao é algo que se explica... vive se... sente se...
quando amas queiras ou nao das te porque perdes controlo do teu movimento para depender da respiraçao de quem amas.
é sentires o coraçao constantemente comprimido.
é estares em constante sofrimento mas feliz por o estares porque sabes que vale a pena...
porque sabes que tudo desaparece quando ves e tocas nessa pessoa, pois tudo gira a sua volta.
tudo depende dela se ela desaparecesse tu desaparecerias por dentro.
é correres todos os riscos, e desistires de todos os sonhos e seres capaz de deixar todos os que amas para tras so para estares com essa pessoa.
nao queiras amar.
porque amar nao pode ser so actos bonitos e palavras doces. nao é passar eo luar nem sentir saudade antes de deitar.
amar nao é um deporto ou poesia... nao é algo que se explica... vive se... sente se...
quando amas queiras ou nao das te porque perdes controlo do teu movimento para depender da respiraçao de quem amas.
o significado do nada
O significado do nada, se o nada o for, ou o ser do nada existir é basico e resumido.
Nada foi... nada é e nada será.
Seja hoje, ontem ou amanha.
Nada muda, nada sente, nada vê.
Simplesmente nada..
ou será que nao?
Nada foi... nada é e nada será.
Seja hoje, ontem ou amanha.
Nada muda, nada sente, nada vê.
Simplesmente nada..
ou será que nao?
Lamento meu amigo,
e as minhas palalavras nao passam de lamentaçoes.
Lamento-te, lamento-me, lamento-nos.
Meu amor, lamento tudo á tua volta.
Meu companheiro, lamento tudo na minha vida.
E lamento lamentar te, e lamento
os lamentos que pronuncio
E lamento nada poder mudar,
e lamento todo o sofrimento vivido,
e lamento o meu amor por ti
e lamento ter te conhecido.
Mas nao lamento termo-nos cruzado,
poi nao teria vivido ou sentido,
e nada haveria a lamentar.
e as minhas palalavras nao passam de lamentaçoes.
Lamento-te, lamento-me, lamento-nos.
Meu amor, lamento tudo á tua volta.
Meu companheiro, lamento tudo na minha vida.
E lamento lamentar te, e lamento
os lamentos que pronuncio
E lamento nada poder mudar,
e lamento todo o sofrimento vivido,
e lamento o meu amor por ti
e lamento ter te conhecido.
Mas nao lamento termo-nos cruzado,
poi nao teria vivido ou sentido,
e nada haveria a lamentar.
Do you think you live in a fairy tale?
Control the violence in your eyes!
Don't live too fast, take time!
Meet me again, for the first time in a blind date,
Trust me, show me your inside.
Folow your body desires,
Don't show resistance, I'm just mentally instable.
Take it slow, don't be messy!
Look at me like a bloody vampire.
What a black and lost beautiful eyes are yours!
Fucking HardCore detective of lies!
Heart lawyers? What a Fuck?!
You're just all sweet and smoth... STOP!
Love in a DollHouse!
I want a true changele.. a toy...
Just Fun... JUST HAPPY!!!!
Control the violence in your eyes!
Don't live too fast, take time!
Meet me again, for the first time in a blind date,
Trust me, show me your inside.
Folow your body desires,
Don't show resistance, I'm just mentally instable.
Take it slow, don't be messy!
Look at me like a bloody vampire.
What a black and lost beautiful eyes are yours!
Fucking HardCore detective of lies!
Heart lawyers? What a Fuck?!
You're just all sweet and smoth... STOP!
Love in a DollHouse!
I want a true changele.. a toy...
Just Fun... JUST HAPPY!!!!
O cheiro que puseste na minha almofada evaporou e os lençois repousam frios e lisos... impassiveis á tua final ausencia.
Sabes... por fim alcanço que nao se pode recuperar o que nunca foi nosso, por isso me vejo impedida a lutar por ti, ou algo nessa embalagem vazia de ti, pois nunca foste meu nem pertenceste a nós.
Agora é só erguer a cabeça e deixar me levar pelo vento.
Tu vieste e foste. O mundo nao pára de girar e eu nao corto a garganta. Outros viram, outros iram.
Meu amor, é a vida.
E o que custa nao é voltar´a percorrer outro corpo ou sentir outra lingua depois de se estar vazio de amor, é tentar amar... isto nao custa... isso mata...
E na verdade realista dos dias soltos e inoportunos á inteligencia nao mata, pois no momento em que largaste a minha mao, enterrei meu coraçao e esvaziei o armario dos sentimentos.
Por isso nao me fales de dor ou sofrimento, se o sentes é porque queres pois és alma livre, cruel, impiedosa, fria e vazia de sensaçoes duradouras, pois o que doi mesmo é perder por outrém a capacidade de se sentir.
Nao venhas
Não venhas,
que deixo cair o copo,
que perco a postura,
que me perco de mim.
E nao tentes,
pois vêem me as lagrimas,
pois me encho de ternura,
pois te envolvo em mim.
Nao olhes,
queimas me a pele,
deitas me ao chao,
aranhas me a cara.
Nao toques,
volto a querer-te,
volto a chamar-te,
volto a voltar para ti.
Mas vou!
deixas cair o copo,
perdes a posturas,
perdes te de ti em mim.
Olho-te!
queimo-te a pele,
deito te ao chao,
aranho te a cara.
Toco-te!
voltas a querer me,
a chamar me,
voltas a querer voltar para mim.
E vens,
e chegas,
e eu agarro te,
e inalo te para o bolso.
que deixo cair o copo,
que perco a postura,
que me perco de mim.
E nao tentes,
pois vêem me as lagrimas,
pois me encho de ternura,
pois te envolvo em mim.
Nao olhes,
queimas me a pele,
deitas me ao chao,
aranhas me a cara.
Nao toques,
volto a querer-te,
volto a chamar-te,
volto a voltar para ti.
Mas vou!
deixas cair o copo,
perdes a posturas,
perdes te de ti em mim.
Olho-te!
queimo-te a pele,
deito te ao chao,
aranho te a cara.
Toco-te!
voltas a querer me,
a chamar me,
voltas a querer voltar para mim.
E vens,
e chegas,
e eu agarro te,
e inalo te para o bolso.
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