Se fores,
estarás a ser cobarde,
estarás a desapontar me,
estarás a fugir de ti.
E como tantos outros,
que me pensavam como garantida na hora de voltar,
voltarás e eu nao vou estar,
nao, nunca mais, para ti.
Se fores morres para mim,
e eu proibo te de me olhares,
e até de me lembrares,
mesmo nunca saindo da tua cabeça.
E se fores,
se fores mesmo,
não voltes,
não para me odiares,
nem para me provares algo,
porque já nao me lembrarei de ti.
11 de outubro de 2009
As horas fogem me das mãos,
como as folhas se soltam das árvores.
A juventude é amarga,
como se carregasse o peso da idade.
Viver,
é como matar,
é como o vicio do homicídio.
Como ver uma frágil vida escorregar,
fugindo dos olhos o brilho,
como que caindo num precipício.
E eu não quero viver,
porque eu nao quero saber.
como as folhas se soltam das árvores.
A juventude é amarga,
como se carregasse o peso da idade.
É como um segredo,
ou um fruto proibido,
que depois de provado e sabido,
amaldiçoa para a eternidade.
Viver,
é como matar,
é como o vicio do homicídio.
Como ver uma frágil vida escorregar,
fugindo dos olhos o brilho,
como que caindo num precipício.
E eu não quero viver,
porque eu nao quero saber.
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