11 de outubro de 2009

As horas fogem me das mãos,
como as folhas se soltam das árvores.

A juventude é amarga,
como se carregasse o peso da idade.
É como um segredo,
ou um fruto proibido,
que depois de provado e sabido,
amaldiçoa para a eternidade.


Viver,
é como matar,
é como o vicio do homicídio.

Como ver uma frágil vida escorregar,
fugindo dos olhos o brilho,
como que caindo num precipício.

E eu não quero viver,
porque eu nao quero saber.

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