24 de janeiro de 2010

poesia, que desperdicio de tempo!
que desperdicio de paciencia e esforço!
amor... que desperdicio de poesia
nenhuma razao ou juizo vale um segredo,
apenas a confiança constroi essa ponte.

o significado do nada

O significado do nada, se o nada o for, ou o ser do nada existir é basico e resumido.
Nada foi... nada é e nada será.
Seja hoje, ontem ou amanha.
Nada muda, nada sente, nada vê.
Simplesmente nada..
ou será que nao?
Lamento meu amigo,
e as minhas palalavras nao passam de lamentaçoes.
Lamento-te, lamento-me, lamento-nos.
Meu amor, lamento tudo á tua volta.
Meu companheiro, lamento tudo na minha vida.
E lamento lamentar te, e lamento
os lamentos que pronuncio
E lamento nada poder mudar,
e lamento todo o sofrimento vivido,
e lamento o meu amor por ti
e lamento ter te conhecido.
Mas nao lamento termo-nos cruzado,
poi nao teria vivido ou sentido,
e nada haveria a lamentar.
Que temes Senhora?
Que te cobres em seda ,
pegas na espada,
enfrentas a morte.

Que temes Senhora?
Sem receio de dor,
sem receio de morte e sangue,
sem receio de nada.

Temes a jaula, Senhora...
algo que te prenda
e te leve a sentir.
Do you think you live in a fairy tale?
Control the violence in your eyes!
Don't live too fast, take time!
Meet me again, for the first time in a blind date,
Trust me, show me your inside.
Folow your body desires,
Don't show resistance, I'm just mentally instable.
Take it slow, don't be messy!
Look at me like a bloody vampire.
What a black and lost beautiful eyes are yours!
Fucking HardCore detective of lies!
Heart lawyers? What a Fuck?!
You're just all sweet and smoth... STOP!
Love in a DollHouse!
I want a true changele.. a toy...
Just Fun... JUST HAPPY!!!!
   O cheiro que puseste na minha almofada evaporou e os lençois repousam frios e lisos... impassiveis á tua final ausencia.
   Sabes... por fim alcanço que nao se pode recuperar o que nunca foi nosso, por isso me vejo impedida a lutar por ti, ou algo nessa embalagem vazia de ti, pois nunca foste meu nem pertenceste a nós.
   Agora é só erguer a cabeça e deixar me levar pelo vento.
   Tu vieste e foste. O mundo nao pára de girar e eu nao corto a garganta. Outros viram, outros iram.
Meu amor, é a vida.
   E o que custa nao é voltar´a percorrer outro corpo ou sentir outra lingua depois de se estar vazio de amor, é tentar amar... isto nao custa... isso mata...
   E na verdade realista dos dias soltos e inoportunos á inteligencia nao mata, pois no momento em que largaste a minha mao, enterrei meu coraçao e esvaziei o armario dos sentimentos.
   Por isso nao me fales de dor ou sofrimento, se o sentes é porque queres pois és alma livre, cruel, impiedosa, fria e vazia de sensaçoes duradouras, pois o que doi mesmo é perder por outrém a capacidade de se sentir.
Ja nao es musica,
ou chuva,
ou vento,
nada para mim.

Es a Miragem de uma Orquidea Negra,
no deserto ,
sozinha... exilada...

Por isto e por todo o tempo,
nao puxes com a faca,
nao cortes com a corda,
pois rasgas o Gral,
e partes a Mona Lisa.
Nao passas de um perfume de sensaçoes

Nao venhas

Não venhas,
que deixo cair o copo,
que perco a postura,
que me perco de mim.

E nao tentes,
pois vêem me as lagrimas,
pois me encho de ternura,
pois te envolvo em mim.

Nao olhes,
queimas me a pele,
deitas me ao chao,
aranhas me a cara.

Nao toques,
volto a querer-te,
volto a chamar-te,
volto a voltar para ti.

Mas vou!
deixas cair o copo,
perdes a posturas,
perdes te de ti em mim.

Olho-te!
queimo-te a pele,
deito te ao chao,
aranho te a cara.

Toco-te!
voltas a querer me,
a chamar me,
voltas a querer voltar para mim.

E vens,
e chegas,
e eu agarro te,
e inalo te para o bolso.

19 de novembro de 2009

JA PERCEBI!!!!! sou um genio!! agora é so guardar segredo

11 de novembro de 2009

nota: qualquer tipo de agressão fisica nomeada seja de que maneira for não é para concretizar... assim como os pedidos de qualquer tipo de atitude homicida... obrigada.

''Estou cansada...  é só...
Não deixa-me.. sai de cima de mim! espaço sim?! estou farta de ti!
Não! já disse que nao quero falar!
Não estou a chorar! Já te disse para me deixares em paz! Sai do quarto! Sai já do quarto! Não cala-te! Não quero ouvir... eu grito o quanto me apetecer! Já te disse para saires... fecha a porta... Cala- te de uma vez! Adeus... Saí do quarto Catarina, sai!... deixa-me em paz... ADEUS!''

''Eu não fugo de ti, não me escondo, nem te afasto. Não sou desagradavel, não te odeio, o que não quer dizer que goste de ti... se sorrio é por simpatia... por isso não te iludas... a nossa relação é puramente cordial e é so porque estou obrigada a viver contigo... percebeste Catarina?''


choro porque não me dão um tiro,

9 de novembro de 2009

que tola sou por preocupar me por quem nao quer saber,
por cansar me por quem nao quer o meu suor...
Que perfeito coração


no meu peito bateria,

meu amor na tua mão,

nessa mão onde cabia

perfeito o meu coração.
Paramore - Ignorance

If I'm a bad person, you don't like me

I guess I'll make my own way
It's a circle a mean cycle
I can't excite you anymore
Where's your gavel? Your jury?
What's my offense this time?
You're not a judge but if you're gonna judge me
Well, sentence me to another life.


Don't wanna hear your sad songs

I don't wanna feel your pain
When you swear it's all my fault
But you know we're not the same
We're not the same, oh, we're not the same
That the friends who stuck together
We wrote our names in blood
But I guess you can't accept that the change is good
It's good, it's good


Well you treat me just like another stranger

Well it's nice to meet you sir
I guess I'll go
I best be on my way out
You treat me just like another stranger
Well it's nice to meet you sir
I guess I'll go
I best be on my way out

Ignorance is your new best friend

Ignorance is your new best friend

This is the best thing that could've happened

Any longer and I wouldn't have made it
It's not a war no, it's not a rapture
I'm just a person but you can't take it
The same tricks that once fooled me
They won't get you anywhere
I'm not the same kid from your memory
Now I can fend for myself

Don't wanna hear your sad songs

I don't wanna feel your pain
When you swear it's all my fault
But you know we're not the same
We're not the same, oh, we're not the same
That the friends who stuck together
We wrote our names in blood
But I guess you can't accept that the change is good
It's good, it's good


Well, you treat me just like another stranger

Well it's nice to meet you sir
I guess I'll go
I best be on my way out
You treat me just like another stranger
Well it's nice to meet you sir
I guess I'll go
I best be on my way out

Ignorance is your new best friend

Ignorance is your new best friend
Ignorance is your new best friend
Ignorance is your new best friend

Well you treat me just like another stranger

Well it's nice to meet you sir
I guess I'll go
I best be on my way out
You treat me just like another stranger
Well it's nice to meet you sir
I guess I'll go
I best be on my way out

8 de novembro de 2009

E agora admito-o...
Estou perdida!
Mas não perdida o suficiente...
Nunca é suficiente...
Nunca é concebivel a simples ideia de ser...
Estou perdida...
é só
Ao ver me no comboio,
sozinha, pensativa,
não izites, vem,
pega me na mão,
leva me á saida.

Mostra me a cidade de cada paragem,
pois amanhã morreremos um para o outro,
e os anos passaram rapidos e impiedosos,
como a miragem deste dia.

Partilha comigo noções e opiniões,
quero saber te desconhecido,
mostra te menino meigo e perdido,
conta me a tua vida num cafe.

Como se o tempo fosse só nosso,
e só nós existissemos,
como se eu invadisse o teu sonho,
e tu estivesses a caminhar no meu.

E quando soarem as badaladas do amanhecer,
diz me adeus e deixa o sol nascer,
para mais uma miragem acontecer,
para mais um estranho me abordar,
e eu acabar por te esquecer.

7 de novembro de 2009

crónica em português...
are you fucking serious?
brilhante...?chocante..? supreendente...?
well,
I don't no,
but I don't give a fuck...
So fuck it! 

6 de novembro de 2009

sou a dormência das manhas,
calada e serena,
complicada aos olhos de todos,
a imcompreendida que todos ignoram,
pois pensam que é mentira.

e os meus pés doem me pois,
a cada passo que dou aqui,
a cada minha respiração,
cuspo sangue que brota da ferida.

e sim desprezo vos,
afasto vos,
porque vos amo,
e nada tenho a ver com as vossas simples almas.

meus amigos,
minhas paixões,
meus mestres,
aqui prostrada deixo então,
a minha vida em aberto,
como um livro abandonado,
como um poema chorado,
mais lamechices de mão em mão.

confusão? desconheço a palavra,
apenas passeio na calçada,
com dores nos pés e o coração embalsamado em vinagre,
porque vos amo mas não vos quero,
não assim, não para mim,
não aqui, não tão facilmente.

chorai um pouco,
demonstrai me algum afecto,
que o meu espírito tolo e cheio anda carente,
e sequioso do que tem em exagero.

não me façam pensar,
deiam me um livro,
mostrem me musica,
façam me conversar,
mas não me tragam a mim,
pois doem me os pés e eu caminho enfim,
para de vós meus amados fugir.