31 de outubro de 2009

Olhas me e não me reconheces?
Porque será?
Eu digo te.
Antes conhecias a vitima, a escrava de ti e de todos os que me esmagavam no preconceito dos dias por os outros e não por mim.
Pois agora olha me, e não me reconheças, não me conheças, não tentes, aliás,
Odeia me!
Inveja me!
Tem raiva de mim, pois eu deixei de ter um triste espírito enjaulado, eu libertei me!
Eu agora sou por mim e por o que quero mesmo que isso me deixe na merda.
Eu agora vejo sem as palas que tu e os teus pudicos e conservadores conhecidos me punham.
Eu agora vejo.
Por isso tem nojo de mim, chama me puta se quiseres.
Pois não vou ser eu que no meu ultimo suspiro me sufocarei com arrependimentos.

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