E se...
A eterna dúvida flutuante eternamente flutua sobre as cabeças de quantos e quantos que não se deram ao risco, ao prazer ou a proibição de arriscar...
E se...
Nunca terei essas dúvidas na minha vida... se alguma vez as tiver, matar-me-ão.
E se...
É demasiado o peso da dúvida certa de que só uma decisão incerta, recusada como medida tomada, pudesse dar origem a muitas e tantas mais origens, a um todo novo e paralelo universo, a uma outra e nova vida, nossa, e perdida por aquele momento.
E se...
Se o arrependimento matasse... onde estaria eu? Em lado algum suponho... tal como o resto da humanidade...
O meu peito é um grande buraco negro..., com um só objecto sugado para o seu interior, que depois de absorvido tomou forma de lua e que me faz funcionar em fases...
O meu peito é um buraco negro e por mais fases que tenha não encontra solução ou escapatória... Por vezes quase que atrai uma certa luz para o seu interior, quando essa orbita em seu redor, mas é um buraco negro demasiado fraco e a luz escapa-lhe.
O meu peito é um buraco negro, o meu corpo é uma sombra, o meu ser é uma ideia perdida e louca.
Que ironia é o atrevimento de me deixar existir...
13 de julho de 2010
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