19 de junho de 2010

Há que ter coragem para fugir as vontades de vez em quando e apenas fazer a coisa certa. Não somos só nós no Universo, há pessoas em jogo as quais não podemos fugir. E os plurais e singulares deste pedaço de terra tornam se vulgarmente nossos, sem dar pelos ponteiros do relógio. Não sei do meu casaco, tenho de sair. Onde está o meu casaco? Procuro o amanhã. O dia já tarda e a noite balança nas portas do horizonte. Tenho gente a minha espera, levo outro casaco que não o meu. Que remédio! Que remédio fazer o que devemos e não o que queremos. Que remédio tenho eu de não levar o meu casaco.

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