22 de maio de 2010

cansas me com o teu amor.
sufocas me com a tua devoçao.
entre palavras doces e juras de eterna paixao, acabas com o pouco que ainda sinto por ti.
é tanta a nessecidade de companhia,~de acreditaçao, desse pedacinho de sentimento de estimaçao, que procuras em mim algo que se estende para alem da razao do razoavel e que em mim nao iras encontrar.
es ingenua e eu velho... nada do que queres tenho para te dar.. mas sou egoista demais para te largar...
amar é algo mais, para compensar a fugaz paixao, consumida por tedio poetico e tesao.
pois no fim tudo o que resta sao as palavras silenciadas e dois corpos nus extasiados...
e a tua desiluçao em algo que viste e acreditaste mas nao passa de miragem.
nao te esforces, espera... talvez um dia alguem te ame,
talvez morras de amor por alguem que te despreze.
talvez morras pela exaustao da procura... ou pelas maos de quem te encontrar.

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